21.3.17

Fetish Lab - Carnaval Off - Ata



1.      1. Pra não dizer que não falei das flores
Não amigos, não virei dominador! O que vocês presenciaram na noite de sábado foi apenas uma troca momentânea de identidade, mais abstrato que físico, menos arbitrário que involuntário. Eu estava lá, perambulando pela festa como sempre faço, quando percebi aquela verdadeira gata, mascarada, com uma coleira no pescoço e totalmente desacompanhada, parecendo uma armadilha, uma isca para quem se aproximasse e fosse fisgado. Na realidade eu já havia passado por ela antes, já a havia percebido. Possivelmente todos os homens da festa também já tinham notado aquela presença feminina envolta numa áurea que transparecia não apenas a sua beleza, mas também a sedução, o mistério e o perigo. A coleira presa ao pescoço denunciava uma tendência a submissão, todavia seus olhos transmitiam superioridade, e o pano negro que cobria sua boca dificultava ainda mais a solução do enigma, pois não sabíamos se sua expressão ao nos encarar refletia inferioridade, sarcasmo ou desprezo. Olhei em seus olhos e sorri, não deu para saber se fui retribuído, olhei para seus pés, e vi que usava uma espécie de sandália bege aberta na frente, que deixava seus dedos a mostra, pés belos e bem cuidados; foi o que precisei para puxar conversa, aproveitei minha camisa temática da festa e me apresentei. Ela me conhecia, tirou o pano da boca e também a reconheci, ela já havia ido a outras Labs e já havíamos conversado antes, é uma gringa de algum desses países vizinhos nosso, mora no Brasil já há algum tempo, mas ainda não perdeu aquele jeito sexy de pronúncia que os latinos colonizados pelos espanhóis têm.  Estava só e sem dominador, lhe ofereci uma bebida como qualquer pessoa lúcida em meu lugar faria, ela aceitou, peguei sua coleira pela comanda e começou assim a primeira noite da minha vida com aparência de Dom. Passeávamos pela festa e as pessoas me perguntavam: De quem é essa escrava? E eu respondia com pose de herói “É minha porra, não está vendo?” Nos divertimos bastante na boate, dançávamos coladinhos acompanhados pelos olhares curiosos e bisbilhoteiros dos presentes. Eu não fazia ideia (e até agora não sei) quais eram suas tendências e predileções sadomasoquistas, não estava interessado em apanhar e muito menos em bater nela, e ficamos por um bom tempo assim, nos curtindo como se nos conhecêssemos há anos. Acho que foi a Rainha Sol que a chamou para uma play, ou para algum interessado, fiquei sozinho, olhei ao redor e a Lab estava pegando fogo, meus amigos estavam no chão sendo pisados e amarrados sob o domínio de belas mulheres que usavam chicotes e scarpins negros. Esfreguei as mãos e fui para o chão, meu lado verdadeiro fetichista não podia mais esperar.

2.      2. Conversa de botequim
Não amigos, não perdi minhas responsabilidades! O que me fez chegar quase uma hora atrasado na nossa tradicional concentração foi a dificuldade de conseguir transporte Público na minha cidade em dias chuvosos. Sem falar no trânsito que fica naquela lentidão com todos os motoristas andando a 20km/h., mas consegui chegar ainda em tempo de beber uma cerveja com meus parceiros fetichistas, além é claro das três lindas Deusas que estava na nossa mesa. Acho que precisamos mais de encontros desses, tipo concentração; o papo flui de forma gostosa, relembramos momentos memoráveis das grandes festas do passado e estreitamos mais os laços de amizade. Atualmente temos o encontro no bar do Ernesto que sempre ocorre na Lapa, acho que ainda organizado pelo meu amigo Fidel, que raramente vou por puro relapso. Na verdade, acho que não vou por já ter ido algumas vezes em um passado bastante distante, onde ainda era organizado pela minha amiga Gordinha (oh, saudades dela), e não ter curtido tanto. Na época, as festas BDSM estavam no seu auge, e lá no Ernesto nem pude fazer um trample, o garçom Stallone se zangou ao me ver deitado no chão com uma Rainha pisando em mim e me deu um esporro de verdade. Stallone ainda trabalha lá, e recentemente estive em um encontro organizado por uma Domme, e ele pareceu estar bem mais receptivo a nossas práticas fetichistas: houve trample, prendedores em mamilo, adoração e etc. Ele nem ligou para nada daquilo, já havia se esquecido de mim e conversamos por mais de uma hora sobre cavalos de raça, seu hobby favorito. Os anos amaciaram seu rosto inexpressivo que lembra o do ator canastrão Nova Iorquino.

3.       3.Noite dos Mascarados
Não amigos, não estou mais fora de forma! E parecia que todos sabiam disso, fui eu colocar os pés dentro da Fetish Lab e já ser jogado no chão como um trapo e pisado com violência pela Rainha Mariana, que tem esse hábito fofinho de me esperar na porta da entrada somente para isso. Ela calçava um scarpin, acho que vermelho, e subiu assim mesmo, veio com força e vontade. Depois disso tirou os sapatos e deu vários pulos no meu peito enquanto a Rainha Valentina me dava chutes no saco(?), fui salvo pelo meu amigo Mestre Kimbaku, que percebeu que aquilo não fazia parte do meu rol de preferências fetichistas. Será que a gata me confundiu com o Karioca BB? A linda Deusa Valentina estava usando a mesma pintura de rosto do Paul Stanley, e estava acompanhada com outra Rainha que usava as pinturas do Gene Simmons, ambos da banda KISS, nota 10 pela criatividade, espero que tenham ganho o prêmio da noite de melhor fantasia. Depois disso tive um encontro com uma sub mascarada, e a festa me aconteceu meio que em segundo plano, sem eu me ligar nas plays. Algum tempo depois, ao olhar ao redor, percebi a casa cheia, performances fetichistas para todos os lados e o palco luma Deusa se queria me pisar, essa topou, mas não tínhamos local: uma linda mulher estava seminua sendo chicoteada por um Dominador, Rainha Carol tinha as solas dos pés adoradas por um garoto que parecia em êxtase, karioca BB era pisado por duas Deusas ao mesmo tempo e Peccatore parecia procurar um cantinho para um trample. No meio do salão encontrei um casal de namoradas e pedi um trample, uma delas aceitou e me deitei ali mesmo, no meio do salão, o único local que parecia disponível, mas mesmo assim apertado, os transeuntes tropeçavam nas minhas pernas e pisavam nos meus pés. A loirinha subiu de meias, andou e pulou em cima de mim enquanto sua parceira lhe dava as mãos. Depois me obrigou a tirar-lhe as meias e enfiou seus pés na minha boca, alguma outra mulher pisava na minha mão de sapatos, do chão não consegui distinguir quem era. Ao me levantar pude ver um excelente trample da Mariana no Karioca BB, com pisadas fortes e muitos pulos. Ao lado deles, Rainha Demônia pisava no Mário daquele jeito selvagem e sexy no qual ela faz muito bem.  A DJ da festa era uma daquelas fofinhas com rostinho lindo que todo bom tapete sonha em servir, ainda mais quando você pede um trample e ela justifica a negativa dizendo que você não aguentaria o peso, então fiz o desafio com postura de valente e ela veio para o palco comigo, usava umas meias finas pretas que subiam por suas grossas pernas até desaparecerem por entre as coxas semiescondidas sob a saia. Ela não me poupou, colocou já todo seu peso no meu estômago enquanto apoiava o outro pé na minha barriga, brincou assim tipo de gangorra por alguns segundos e depois subiu paro o rosto.  Essa mesma DJ vez várias brincadeiras na festa, além de ter feito um mega show quando tocou na boate da festa. Fui pisado pela Rainha Sharon, que deu tantos pulos, que voltei a sentir dores nas costelas, ela fazia aquilo naturalmente, sem forçar a barra, eu que já não estou mais no meu auge, apesar de estar em boa forma para tramples básicos. Então, como não queria mais arriscar as costelas, fui procurar pés para massagear, fiz duas massagens, uma nos pés da Raina Layla e outro nos pés da mascarada que reapareceu como num passe de mágicas. Contudo, os hards tramples estavam em evidência, visto que a festa contava os eternos titulares donos da bola Mário, Peccatore e Karioca BB, que não deixam o jogo terminar no zero a zero. Mário, por exemplo, fez um trample tão violento com as Rainhas Dêmonia e Nanda Hell que saiu atordoado, perdendo celular e derrubando cervejas alheia. Já o Peccatore me chamou a atenção quando senti o chão tremer, olhei para o palco e lá estava ele debaixo dos pés da Demônia  que literalmente sacudia o assoalho da casa com seus altos pulos e fortes aterrissagens sobre o rapaz.  Fui fazer uma média e fechei minha noite com um tranquilo, mas firme trample com a Bela Rainha Raposa, que me pisou como quis. É claro que a festa teve muitos outros momentos, mas só me recordo desses agora. A mesa da vela funcionou como uma beleza na parte de fora, Rainha Lindinha se esbaldou na prática de poney com o Mário e o fez carregá-la com gag e tudo na boca, e etc...(viu, vou lembrando e escrevendo).  Agora encerro por aqui porque já está grande demais. Ah, grande ideia dos organizadores em darem uma garrafa de Heineken a quem comprasse o ingresso antecipado. E pena que a tal catuaba selvagem rolou pouco!

Meu muito obrigado pelo carinho de todos, um beijo em todas as Rainhas e mulheres que me tratam tão bem nos eventos que não penso em parar nunca, mesmo já tendo a idade como um desafio para minhas práticas. Ao Julinho meus parabéns especiais por estar acreditando e apostando na Lab, sei como é difícil trilhar esse caminho. Um beijo mais que especial as Rainha Mariana e Luanda, que me trouxeram em segurança para casa, e eu nem sabia que moravam desse lado da poça d’água, valeu mesmo! Já conto a data para a próxima.

Mais uma vez me perdoem nos erros, mas essa ata não passará por correção por falta de tempo!

12.3.17

Fetish Lab - Carnaval OFF - Sábado!



Meus amigos fetichistas, acabou a folia, e o ano começou para o fetiche!

E junto com a ressaca de carnaval chega mais uma visionária FETISH LAB para colocar você para fora de casa e se unir a festa BDSM que mais está dando o que falar na pais!
É a vez da FETLAB! Então pegue seu GLITTER, MÁSCARA, CHICOTE E SALTO ALTO e venha se jogar na nossa saideira BDSM!

Mantendo a proposta de trazer a mais alta qualidade musical e de muita variedade em performances, esse evento promete mais uma vez divulgar para um amplo público todas os prazeres das nossas noites fetichistas, enriquecendo e ampliando cada vez mais o BDSM na nossa cidade.
A Fetish Lab, como sempre, vem lotada de belas performances de trample, Shibari, Poney play, Bondage, Spanking, velas e muito mais, tudo isso ao empolgante som fetichista de Júlio Bessa, Luana Paiva, Juliana Manhã e Mariana Pinet, todos mandando o que tem de melhor no Rock and Roll, Classic Rock, Industrial, Synth e outros.

Então, anotem a data, é nesse sábado, dia 18 de Março a partir das 23:30. O endereço é Casa da Vizinha - Rua Henrique de Novaes 123, Botafogo - RJ

Haverá prêmios para as melhores fantasias, incluindo 1 VIP ANUAL! Além de Doses de Catuaba Selvagem para as cobaias! 

Ingressos:
 Antecipados https://goo.gl/wRgLQN R$ 25,00 + Kit CARNAVAL + 1 Heineken FREE!
 Na hora R$ 30,00 na lista até 1h
 Após 1h ou sem lista R$ 40,00
* Para pôr o nome na lista basta confirmar presença na página da festa no Facebook

Nos vemos lá!

10.3.17

Festa em Minas Imperdível

Aos fetichistas de BH, e aos de todo o Brasil que podem se locomover até Minas Gerais na próxima sexta-feira, vai a dica de um mega evento patrocinado pela malvada Rainha Ellen, dona de um dos pés mais lindos do nosso país. Não fiquem de fora uai!


2.3.17

Ta de Pé - A Estreia - Na Lapa



Queridos amigos e amigas fetichistas,

Convido todos vocês a comparecerem ao mais novo evento fetichista e podólatra da cidade maravilhosa, o “Tá de pé” – A Estreia , encontro oficial do grupo do WhatsApp  “Podólatras BR”.
O encontro será na próxima segunda-feira, dia 06 de março, a partir das 20 horas, na Rua do Resende n° 14 – Lapa – RJ

O local será totalmente reservado para o evento, tendo espaço para adorações e performances fetichistas, e o valor da entrada é de somente cinco reais (R$ 5,00), e será aberto a todo público BDSM e fetichista.

Maiores informações pelo telefone: 99784 6948
Lothus Produções Fet