29.7.16

2° Chopp Podo Clube - Sábado 06/08



Queridos e queridas fetichistas,

É com muito prazer que anúncio a segunda edição do “Chopp Podo Club”, um evento que volta para tirar do virtual um grupo que cresce a cada dia nas redes sociais, e de dar a chance de novas pessoas se adentrarem ao nosso prazeroso universo fetichista. Dessa vez, o que era um chopinho fetichista no final da tarde, se transformou numa festa noturna! É isso mesmo, a proposta dessa vez é um megaevento na sua noite de sábado, direcionado a uma boa conversa, e o melhor, pôr em prática aquilo que mais gostamos: podolatria, trample e dominação. Tudo isso no coração do centro da cidade, no Clube Mix, bem coladinho à Bolsa de Valores e ao lado da estação das Barcas na Praça XV.


E você não precisa ser do grupo para comparecer e curtir o evento (eu, por exemplo, não estou nesse grupo), mas já sei o que me espera: pessoas com os gostos semelhantes aos meus, gente receptiva, e é claro, segurança, sigilo e chopp gelado. Então amigos, que tal um evento fetichista para levantar seu astral no sábado?
Muita gente bonita já confirmou presença. E para animar ainda mais a noite e endoidar a cabecinha dos podólatras, haverá o Banquet Fruit Crush, isso mesmo que você está pensando, frutas esmagadas para serem degustadas sob os pés de  poderosas  Deusas escolhidas entre as frequentadoras. Você não vai perder né?

Sábado, 6 de agosto - Rua do Mercado 25, Praça XV, Centro – Rio de Janeiro.
A partir das 22 horas.

 Entrada:
Homens  R$ 20,00  + Consumação
Mulheres R$ 10,00 + consumação

Realização Regulus
Maiores informações – 96473 3513
Censura 18 anos

21.6.16

Fetish Lab - 2 anos - Ata



Introdução – Elos que se unem e se desunem.

Quando a Festa FetiXe reinava entre as melhores festas de BDSM do país, no começo da virada do século, tínhamos um público mais restrito, que embora não fosse fechado, se completava em alguns poucos grupos de adeptos com desejos semelhantes que sempre davam as caras nos eventos que aconteciam com frequência na Lapa e no Catete. A renovação existia, mas em ritmo lento, o que propiciava uma série de encontros com pessoas que aos poucos se tornariam colegas, amigos, namorados, amantes e por vezes rivais. Como em uma pequena comunidade, ou vila, onde a maioria se conhece ou já se viu, celebraram-se namoros, noivados e casamentos, alguns que duram até hoje com lindos filhos dessas lindas uniões estáveis homologada por padres, pastores e juízes. E formaram-se grandes amizades, umas que também perduram até os dias atuais, outras que se perderam no tempo, ou que atitudes mal pensadas cortaram o forte laço que as uniam. Tivemos velhos amigos quem se foram por doenças ou acidentes, e novos que chegaram, contribuindo para a renovação e dando outras cores ao movimento. Pessoas vêm e vão nas nossas vidas, e nesses encontros, desencontros e reencontros vamos evoluindo, aprendendo, e ao fim nos surpreendendo com imprevistos que nos deixam boquiabertos, e nos faz pensar se ao final das contas nosso destino não está nas mãos de algum Deus fanfarrão que se diverte com essas peripécias que temos que lidar no nosso dia à dia.  
(..)
Quando eu pulei de uma cachoeira alta; quando eu prolonguei a companhia de um “amigo” para uma cerveja após o bar em dia comum no meio da semana; quando eu aceite, de maneira um pouco pertinaz, o convite meio estranho de uma amiga para uma ajuda em um evento não muito familiar; eu não sabia que essas atitudes, aparentemente sem vínculos umas com as outras, iriam acarretar em importantes mudanças na minha vida.  Tudo isso exposto de um modo um tanto desarmônico e sem nenhum critério, pode causar confusão e interpretações errôneas ao leitor,  e quase nada disso tem de conexão com a ótima Fetish Lab desse sábado; mas até quando elos em desconformidades uns com os outros se mantêm assim? A vida é constantemente mutável, linhas se cruzam de forma muito ocasional, nunca estive tão convicto disso.

II – Pocahontas

Naquelas FetiXes da virada de século conheci Julinho, garotão com pinta de Nerd que seria  o último da fila nas listas de apostas de renovação das festas e eventos fetichistas. Chamava-me (e até hoje me chama) de mestre pelo fato de meu trample ser um pouco mais violento que os demais, deitávamos lado a lado e as Deusas nos pisavam ao mesmo tempo. Nessa mesma época, frequentava uma moreninha linda que nunca me pisava, sempre chegava acompanhada com dominadores, e trocávamos de vez em quando olhares de flerte, diziam ser ela sub. Com o contato rotineiro, acabamos conversando e trocando telefone. Nossa amizade fora de festa foi como um prolongar do nosso contato dentro delas, alguns bons papos e poucos encontros para o chope.  A característica que mais me chamou atenção, além de seus belos pés é claro, era a preocupação excessiva que tinha comigo: após os tramples violentos com alguma rainha mais severa, ela sempre vinha me dar à mão ou um beijo no rosto, questionando se eu estava bem ou se precisava de algo. Dizia pra eu pegar mais leve, para beber menos álcool. Nos tempos que eu ficava bêbado a ponto de vomitar, era ela quem trazia uma Coca-Cola gelada, que fingia ser dela, só para que eu aceitasse uns goles, quando na verdade ela havia comprado o refrigerante pra mim, somente para minha recuperação. Na época, sempre tentávamos encontros ou chopes, mas relacionamentos, datas e horários diversos nunca deixavam nos encontrar. Pocahontas era uma daquelas meninas difíceis de se ver.

III – Rua Henrique de Novaes, Botafogo – Rio de janeiro

O barzinho da concentração é daqueles mais ruins: não tem tira gosto, não tem quase lugar pra sentar, o atendimento é ruim e fecha cedo. E dessa vez o clima era ainda mais desanimador, não tinha ninguém conhecido. Até tinha um podo conhecido, mas estava tão bêbado que nem pode entrar na Fetish Lab minutos depois. Sentei e pedi uma cerveja, logo chegou o colega Fagundes visivelmente com a cabeça noutro lugar, visto que não se concentrava na nossa conversa, e outro amigo que no ano passado tinha ido a uma edição da Lab e gostado. Outro podo ouvindo o assunto familiar da nossa rodinha também se juntou ao grupo. Bebemos até sermos expulsos pelo dono do bar.
Furei fila, estava louco para ir ao banheiro, mas nem tive tempo, como já virou costume na Fetish Lab, assim que colocam o olho em mim, me jogam de chão me pisam. Não deu tempo sequer de eu virar de barriga pra cima, fui pisado por duas garotas nas costas mesmo. Depois de alguns chutes sim, me mandaram ficar de barriga pra cima e uma delas subiu com pulos no meu peito, chegou a escorregar e cair sentada na minha barriga, enquanto a outra enfiava um dos pés quase que inteiro na minha boca. Essas foram as minhas boas vindas.
Descobri que tinha uma promoção de dose dupla de caipirinha, entrei na grande e demorada fila para conseguir as minhas, e o tempo de espera valeu a pena, conheci uma bela Rainha aqui de Niterói chamada Valentina , mora num bairro vizinho ao meu, mas nem deu tempo de  conversarmos muito ou acabar meu drinque, ela já foi me convocando pro palco para um trample com adoração; pulou bastante, e se despediu deixando aquele gostinho de quero mais.
Na boate rolava um lindo spanking de chicote entre Fabian e sua namorada. Encostei ao lado dele e leveis umas boas bordoadas, prometi fazer um trample que infelizmente acabou não se concretizando. No palco onde rolavam as plays também havia um grupo praticando o spanking com chicote, era muita gente assistindo, desisti de conferir. A festa deve ter batido recorde de público, pelo menos nessa casa que não é tão grande quanto a anterior. Ficou faltando espaço pra as brincadeiras.
Três mulheres me pediram massagem nos pés, acho que eram namoradas, ou todas se pegavam entre si, fiz massagem e beijei os pés de uma delas, dentro de poucos minutos as outras já tinhas outros podos em seus pés.
Julinho estava com uma máscara maneira, pequei emprestado e fui fantasiado fazer um trample, ninguém sabia quem era eu. Encontrei uma morena linda que parecia estar desacompanhada, pedi para que me pisasse, e para minha surpresa ela aceitou de primeira. Fomos para o palco, e percebi pela primeira vez que minha costela não estava boa, doeu sob seus pés, pedi para que parasse. Ela pareceu satisfeita por tem me pisado e eu não ter aguentado. Como estava com dor para trample, comecei a levar chicotadas e tapas no rosto, não podia e nem conseguia ficar parado. Uma morena inédita nas nossas festas me deu uns cinco fortes tapas, pensei em beijá-la, mas não me atrevi em chegar junto, queria apenas que minha situação de sub se sobressaísse no restante da festa. Na boate, meu brother quase de infância Tonhão estava sendo pisado junto com outro cara por uma linda mulher, quase me deitei ao lado deles. Minha querida amiga Luana me deu os drinques para que eu servisse de boca em boca, aquele mistura é boa demais, sempre que eu podia dava um gole, mas a fila para beber era grande, então dei preferência às mulheres e acabei quase não bebendo nada.
Rainha Isabel e seu escravo Pierre estavam presentes, ele falou já me conhecia das festas do passado, eu lembrava do seu rosto vagamente. Rainha Isabel tinha os pés lindos, mas já estavam ocupados por podos sedentos. Se não me engano ela me deu um tapa na cara.
A Fetish Lab já é um evento de grandes proporções na cidade maravilhosa, agora é hora de Julinho mudar pra uma casa maior e conquistar um número ainda maior de adeptos, já pode ser anunciada nos jornais de grande circulação, tipo o Rio Show do O Globo, como um evento cultural de final de semana. Nunca estivemos tão próximo de algo assim!

IV – A dura vida das costelas de um louco masoquista podólatra

Há mais ou menos cinco anos eu machuquei a costela inferior do lado esquerdo fazendo trample com a Ellen e com a Lindinha. Não sei também se foram somente essas duas Rainhas, visto que nesse dia eu estava inspirado e fui pisado por mais de 20 mulheres, mas foram essas em especial as que aplicaram os golpes mais pesados. Fiquei um bom tempo com algumas dores, mas nada que me tirasse do meio ou que impedisse que meus tramples fossem feitos nas festas ou mesmo fora delas.
Em abril desse ano sofri um golpe ainda mais duro, e por ironia do destino não foi causado por nenhuma mulher. Fui pular de uma alta pedra em uma cachoeira, me desequilibrei e caí de costela na água, do mesmo lado de onde já doía, o que causou uma pequena fissura. O médico que me atendeu à época foi claro: “Sua costela não quebrou, está rachada, toma uns remédios que em um mês você está novo, não se imobiliza esse osso”. Apesar dos esforços não consegui ficar um mês parado, veio a Fetish Lab de abril e logo a seguir a solteirice, que me fez voltar com força para a prática que mais gosto, o trample! Mesmo com dor, tudo correu bem, e apesar de estarmos sem festas BDSM programadas, fiz duas apresentações com forte pegadas de trample com minha irmã lótus para o público do swing, e algumas brincadeiras com as amigas mais íntimas, e nada comprometeu meu rendimento nas plays, apesar de eu ainda sentir um pouco de dor. Nessa última semana me preservei quase que totalmente, pois a Fetish Lab estava chegando e eu estaria 100% sarado ara curti-la ao máximo.
Sábado eu assistia a Copa América quando meu telefone tocou, era uma querida amiga das antigas FetiXes que eu não via há anos, me chamando para sair com ela, beber umas cervejas, e eu logo me desculpei: Hoje não posso minha linda amiga Pocahontas, vai ter a festa do Julinho, não está sabendo? Não, ela estava desligada do meio e nem esse blog ela acompanhava mais, todavia fiz o convite, vamos pra fetish Lab? Pra minha surpresa ela aceitou o convite dizendo: Hoje piso em você né? Claro, será um sonho, respondi. Ficou de chegar mais tarde, mas prometeu que compareceria.
Pocahotas chegou por voltas de uma e meia da manhã, lindíssima como sempre, e já entrou no clima de brincar com algumas velas, desfilando pra lá e pra cá com ceras no braço, até que a cobrei: E nosso trample, vamos lá?
Fomos pro palco as três e quinze da manhã, ela falou que seria boazinha e que iria caminhar suavemente sobre meu corpo, eu falei que se ela fosse pular, que evitasse as costelas, e que na barriga podia sem problemas. Pocahontas descalçou seus sapatinhos de modo apressado e subiu com as duas solinhas em meu abdome, pedi pra dar um pulinho, ela se abaixou dobrando os joelhos e jogou ambos os pés pra cima, caiu com quase todo o peso na minha barriga, mas os dedinhos do seu pé direito caíram acidentalmente na região afetada, ouvi um crack na hora, minha cabeça rodou, fiquei sem fala e perdi o ar, ela sentiu na sola dos seus pés minha costela se partindo, e desceu no mesmo momento. O pulo não alto, não foi forte, não foi violento, mas foi na medida para o dano causado, minha dor era alucinante, eu queria dizer que estava bem, para não se preocupar, mas não saia uma palavra da minha boca, parecia que tinha uma trava nas minhas cordas vocais. A mão de alguém me levantou e pude sentar, quando veio o ar eu consegui balbuciar que estava bem, levantei comprei uma cerveja e acho que lágrimas desceram dos meus olhos, não pela dor, mas por pensar naquele instante que meus dias curtindo o fetiche que mais gosto chegava ao fim, a dor me dizia isso.Um casal que nunca me viu me abraçou e perguntou se eu precisava de alguma coisa, sorri, e disse que quebrei a costela, mas nada que uma cerveja não cure, brinquei, agradeci a preocupação e ainda tentei ficar na festa, mas não dava, respirar era exercício doloroso demais para se fazer andando, ali naquela multidão. Queria me despedir, dizer que estava bem, mas não também era difícil, tive que ir pra casa.
Na manhã seguinte, no hospital São Lucas de Niterói, cuja emergência tem como especialidade a ortopedia, fui atendido por um casal de médicos mais ou menos da minha idade, quase falei a verdade, mas lembro que mais cedo o Mário me disse pra contar que foi golpe em lutas de arte marcial, então assim o fiz. Eles me disseram que estou fora de qualquer campeonato ou luta pelo período mínimo de três meses, o Raio X era claro, fratura grave na costela, não se engessa esse osso. Bem amigos, acho que “três meses sem luta” deve ser equivalente a mais ou menos seis meses sem trample, visto que é nessa região que as mulheres mais pulam, só que sem a defesa das mãos ou a proteção dos coletes do combate marcial, sem  nada, apenas a armadura da costela suportando os golpes. Eu ia aproveitar essa ata pra me despedir do meio BDSM até 2017, um afastamento compulsório por tempo determinado, mas algumas coisas me aconteceram que me impedem de fazer isso, quero olhar dentro da cara de muita gente por tempo indeterminado. Não faço trample, mas me aperfeiçoo em outros métodos. Deixo aqui um beijo especial para Pocahontas que até agora está traumatizada, e dizer que estou bem, ano que vem faço questão de inaugurar minha nova costela com você! Ah, o médico disse que depois de uns quatro meses, a costela que já foi quebrada cria uma espécie de calosidade que a deixa ainda mais forte do que era antes...aí sim o bicho vai pegar!
Julinho, parabéns  brother, parabéns pelo mega evento, estarei nos próximos, sem falta!

Declare guerra aos que fingem te amar
A vida anda ruim na aldeia
Chega de passar a mão na cabeça
De quem te sacaneia
 (Barão Vermelho)

14.6.16

Fetish Lab - Aniversário - 2 anos



Meus amigos fetichistas,

Está chegando da quarta temporada da nossa visionária FETISH LAB , agora na edição super especial de ANIVERSÁRIO:  “DOIS ANOS”, por isso terémos muitas novidades,  ninguém pode perder esse evento.
 Mantendo a proposta de trazer a mais alta qualidade musical e de muita variedade em performances, esse evento promete mais uma vez divulgar para um amplo público todas os prazeres das nossas noites fetichistas, enriquecendo e ampliando cada vez mais o BDSM na nossa cidade.
A Fetish Lab, como sempre, vem lotada de belas performances de trample, Shibari, Poney play, Bondage, Spanking, velas e muito mais, tudo isso ao empolgante som fetichista de Júlio Bessa, Kleber Tuma, Priscila Dau e Renata Roxy, todos mandando o que tem de melhor no Rock and Roll, Classic Rock, Industrial, Synth e outros.
Haverá Shots servidos A LÀ FETISH LAB a todo o instante além de sorteio de brindes e Crush Cakes!

Então, anotem a data, é nesse sábado, dia 18 de Junho a partir das 23:30. O endereço é Casa da Vizinha - Rua Henrique de Novaes 123, Botafogo - RJ
Outras surpresas virão, nem pense em ficar de fora!

Ingressos: Antecipados▼ https://goo.gl/en16pR R$ 25,00 + adesivo FETISH LAB + Sorteio da Camiseta Fetish Lab e do Livro FRANKENSTEIN de Mary Shelley. Na hora▼ R$ 30,00 na lista até 1h Após 1h ou sem lista▼ R$ 40,00

* Para por o nome na lista basta confirmar presença na página da festa no Facebook
Nos vemos lá!

20.4.16

Fetish Lab 3 - Ata



Dedico esse texto ao corajoso carioca Jean Wyllys e ao aguerrido conterrâneo friburguense Glauber Braga, deputados federais.


Nota Introdutória
Estive pensando sobre o sucesso da Fetish Lab. Convenhamos, é uma festa diferente, única e sem precedentes. Para tentar começar a entender a Lab teríamos que conhecer melhor seu organizador: Júlio Bessa. Uma coisa é quase unânime, todo mundo é apaixonado por esse cara. “Julinho” como é conhecido entre os colegas, é um cara carismático em excesso, educado, boa pinta e desapegado. E sendo totalmente sincero com vocês, não sou um amigo pessoal dele, nunca freqüentei sua casa, não o recebi na minha (pelo menos que eu lembre), e nunca fomos pra baladas-não-fetichistas juntos. Então posso dizer que nosso contato é quase que exclusivo de festa. E, vejam bem, mesmo assim, gosto desse cara como se fosse um amigo de infância; e quando conversamos sobre qualquer assunto, mesmo por pouquinho tempo, parece que realmente nosso crescimento se deu junto, que partimos mais ou menos do mesmo ponto de onde se dá o desenvolvimento de uma criança amada pelos pais e feliz com a vida, e que partilhávamos os mesmos filmes, jogávamos os mesmos games, e curtíamos as mesmas bandas de Rock, e que para completar, viramos podólatras e praticantes do trample. E indubitavelmente Julinho pegou toda essa carga cultural da música, dos livros, das histórias em quadrinho, dos videogames e do cinema, e canalizou com a podolatria, surgindo daí, e com a ajuda de vários amigos que também compartilhavam uma cultura semelhante, esse laboratório de idéias que, a primeira vista pareciam incompatíveis, mas que funcionou primorosamente na prática. E com todo esse carisma e sensibilidade que Julinho carrega, fica difícil pra qualquer pessoa dizer um não pra ele, ou debater mais a fundo alguma questão discordante. A gente acaba o abraçando e dizendo: “Tudo certo então meu amigo, vamos fazer do seu jeito”. E assim sendo, bem vindos a Fetish Lab!

Como vocês já sabem, quase quebrei as costelas pulando na cachoeira, e isso me deixou muito chateado: ir para uma Lab e não poder fazer trample é o mesmo que ir para um show do Roger Waters surdo dos ouvidos.  Então tomei todos as precauções que quando me machuco normalmente não tomo: ingeri antiinflamatórios com a regularidade pedida pelo médico, gastei um dinheiro forte em um relaxante muscular foda, não fui nenhum dia à academia, e o pior, fiquei sem beber uma gota de álcool por todo o decorrer da semana. Tudo como manda o figurino. E a dor demorou a passar, quando eu achava que estava ficando bom vinha uma tosse ou um espirro para me mostrar que eu ainda estava muito fudido; e doía exatamente onde às mulheres mais pisam, naquela curvatura da costela logo abaixo do tórax. Mas não perdi as esperanças, continuei com as precauções necessárias, e na sexta-feira à noite pedi a minha Rainha Camille Dame que subisse em mim só para teste. Prendi o ar, firmei a barriga e ela subiu com os dois pés na região afetada, não senti nada. Minha felicidade voltou, amanhã vou estar 100%, pensei! Mas estava enganado.
Eu e minha Rainha saímos de Niterói 22:00, havíamos marcado de nos encontrar com a Rainha Lindinha para o esquenta e não queríamos nos atrasar. E demos muita sorte, mal chegamos ao ponto e o ônibus apareceu. Para falar a verdade, antes de chegarmos o ônibus parou no ponto e tivemos que correr para pegá-lo, e depois ponte Rio-Niterói sem transito e Rio de Janeiro sem nenhum engarrafamento, chegamos em 40 minutos em Botafogo. Para fazer hora, sentamos num boteco pé sujo na Real Grandeza, pedimos uma antártica e um enroladinho de salsicha. Uma coisa é certa, quanto mais sujo é o bar, mais gostosos é o sanduíche de pernil e o enroladinho de salsicha. Depois fomos pra rua da festa, e as mesas de um pé sujo mais próximo já estavam tomadas de gente que iam pra Lab. Reconheci gente que não via há anos e abracei velhos amigos; a festa estava preste a começar.
Da Festa
Acho que nunca fiz um trample tão rápido na minha vida, acho inclusive que bati o recorde mundial da modalidade “chegada em festa e tempo para trample”. Eu mal coloquei os pés na casa, Alessandro me viu e gritou “Quaquá, deita aqui pra elas te pisarem , tava falando de você agora”, e já foi me empurrando pro chão, e deitei sem pensar muito na costela quando recebi duas meninas ao mesmo tempo de salto em cima de mim. Na hora não doeu, mas foi à primeira fisgada de muitas, e que acabariam me tirando da ação antes que eu quisesse.
A festa já estava cheia, para comprar um cerveja no bar era uma saga, definitivamente esse foi o problema maior do evento, dois atendentes não deram conta, mesmo com o preço altíssimo de 10 reais a cerveja long neck , a fila nunca diminuía. Até a varandinha esteve cheia o tempo todo, e se não houvesse o palco com um privilegiado espaço para as práticas, teríamos tido problema para nossas plays. Mas mesmo assim o povo dava um jeito e fazia suas brincadeiras onde quer que fosse, por exemplo, minha segunda play foi beijar e massagear os pés de uma morena dentro da boate, em um sofá devidamente bem localizado em um canto escuro. Na verdade eu ia massagear e beijar os pés de duas morenas juntas, era o acordado, mas malpodo chegou e dividiu o espaço: - “cada um com uma Quaquá”.
Era play pra todo o lado. BB Carioca sempre mandando bem com altas gatas, ora lhe pisando, ora lhe chutando, Gaúcho no chão provando que hoje é o melhor do Rio no trample calçado (já que nosso outro Iron Man, Nelson, abandonou a concorrência e saiu do país para ser pisado pelas Rainhas Bolcheviques), Camille Dame destruindo quem topasse se deitar aos seus divinos pés e Mário mais uma vez roubando a cena carregando mulheres nas costas, dessa vez as estonteantes Rainhas Terpis, Rafa , Onça e Demônia o montaram e foram carregadas pelos aposentos da casa. Até a fofurinha da Amandinha, ajudante principal da organização do evento, que antes não participava de nada, dessa vez me pisou, me vez cheirar seus pés, e não satisfeita saiu pedindo pra dar tapas no rosto dos homens.
No palco, que se localizava no fundo do principal cômodo da casa, as plays de spanking prevaleciam, dominadores e dominadoras batiam em suas escrava, e quando sobrava algum espacinho, um ou outro podo subia e se deitava para ser pisado por alguma mulher. Numa dessas fui com uma garota que não guardei o nome, ela parecia tímida e deslocada na festa, estava sozinha e sua vestimenta era simples: short, camisa e havaianas. Conversamos sobre cinema e livros e ela se disse ser homossexual, e que estava adorando a festa, mesmo como voyeur em tudo. Então sugeri que me pisasse e fomos pro palco. Eu esperava um trample suave e cauteloso e de cara ela deu um pulo, caiu exatamente onde minha lesão era mais aguda. Eu juro amigos, perdi a fala. Eu não conseguia pronunciar uma palavra, alguma coisa me travou a voz. Ele percebeu que eu não apreciei muito seu pulo e desceu, assim que me recuperei contei a história da costela e ela entendeu, subiu novamente com delicadeza e um tanto decepcionada (na próxima supreendo).
Rainha Lilith, a DJ, esteve presente, e pude fazer uma massagem em seus pés, na verdade relembrar nossas massagens, pois quando tem a Hot Fair no Rio Centro, ela que comanda a tenda Fetish e sempre me convida para participar e ajudar no evento, e nesses dias faço muita massagem, tanto nos seus pés quanto nos das mulheres que vão visitar o espaço.
Mesmo com dor aceitei o convite da Rainha Onça pro trample, e fomos pro palco, ela foi avisada do local da dor e que evitaria pisar nele, mas aí chegou uma penetra, chamada Rainha lindinha, e sem aviso nem permissão saiu subindo de salto em cima de mim. Ainda bem que não pegou em cheio no local da dor, senão eu não estaria aqui pra contar essa história. Na verdade Lindinha estava tão elegante com aquela sandália preta que nem fiz força em pedir pra parar, deixei com o destino, foi o máximo. Logo estavam Rainha Onça e lindinha em cima de mim, a primeira descalça e a segunda de salto fino, acho que mesmo com dor resisti bravamente.
Depois de alguns anos pude novamente massagear os pés da minha grande amiga senhorita, e seus pés eram os mesmos de anos atrás, lindos e os mais macios que já toquei desde que me conheço por podo.
Julinho falou que tinha uma amiga de infância muito bonita, e que estava louca pra pisar num cara resistente, e que pensou logo em mim para a tarefa. Fui lá conhecê-la e ela me falou que nunca havia pisado em ninguém, mas que morria de vontade de fazer o que quisesse em cima de um homem, e assim fui pro chão. O que posso dizer foi que o trample foi diferente de qualquer outro que há fiz na vida e não sei explicar o porquê. Era intenso, forte, autoritário e ao mesmo tempo displicente, relaxado e inadvertido. Era parecia que sabia o que queria, mas também deixava ao acaso seus atos de acordo com minha recepção. Por exemplo, ela não pisava no rosto, ela punha os pés com força na minha cara e parecia querer que o mesmo escorregasse até esmagar meu nariz contra ou chão, e às vezes parecia mais atenta e calma, e passava as solas na minha boca como que pedisse um beijo respeitoso e submisso. Tinha a autoridade e a vontade de uma Rainha experiente misturada com uma certa despreocupação com seu objeto, como se realmente estivesse em cima de uma coisa sem vida. Diferente e muito bom. Desculpem se não me despedi de quase ninguém, saí à francesa porque as dores concreta e abstrata me fizeram partir sem muita homenagem.
Saímos de lá depois das quatro e meia da manhã e a festa ainda bombava, ninguém parecia querer ir embora. Será que já acabou? Tenho minhas dúvidas...
Obrigado Julinho e toda a organização do evento, e a próxima Lab parece que vai ser ainda melhor, edição de aniversário, é aguardar!

Se houverem erros, desculpe, o texto não passou por correção.
 
Em época de supressão dos direitos mais básicos, da tomada de poder por meios inidôneos, e cercado de inimigos, temos manifestado por vezes uma brandura desnecessária, uma bondade desnecessária...

12.4.16

Fetish Lab - 3ªTemporada - Sábado



Meus amigos fetichistas,

Está chegando da terceira temporada da nossa visionária FETISH LAB  , em sua mais nova edição:  “BACK IN GREEN”, em homenagem ao dia de SAINT FRANKENSTEIN , por isso a dica é abusar do verde em todas as suas formas,. E dessa vez atenção, pois a festa mudou de local, mas está na mesma rua da anterior, anotem aí: Casa da Vizinha - Rua Henrique de Novaes 123, Botafogo - RJ.
 Mantendo a proposta de trazer a mais alta qualidade musical e de muita variedade em performances, esse evento promete mais uma vez divulgar para um amplo público todas os prazeres das nossas noites fetichistas, enriquecendo e ampliando cada vez mais o BDSM na nossa cidade.
A Fetish Lab vem também lotada de belas performances de trample, Shibari, Poney play, Bondage, Spanking, Velas e muito mais, tudo isso ao empolgante som fetichista de Júlio Bessa, Thiago Halleck, Priscila Dau e Ramonah, todos mandando o que tem de melhor no Rock and Roll, Classic Rock, Industrial, Synth e outros.

Haverá Shots servidos A LÀ FETISH LAB a todo o instante além de shots de Catuaba SELVAGEM para uma noite épica!

Então, anotem a data, é nesse sábado, dia 16 de abril à partir das 23:30 no endereço já citado acima!
Outras surpresas virão, nem pense em ficar de fora!

Valores:

R$25,00  comprando antecipado pelo site https://goo.gl/kfmmEZ - E Você ainda ganha um brinde a ser retirado no evento
R$ 30,00 na lista* até 1h 
 R$ 40,00 após 1h / sem lista


* Para por o nome na lista basta confirmar presença na página da festa no Facebook
Nos vemos lá!

11.4.16

1º Chopp Podo Clube - Ata



Eram pra ser duas ata hoje, essa do Podo Chopp Clube e outra da Festa Exótic, mas como viajei no dia 08, não pude comparecer a essa última, então fico devendo uma ata pra Exótic.
Antes de iniciar esse texto com os acontecimentos da noite de terça-feira, tenho que lhes contar uma coisa muito chata: sofri um pequeno acidente nesse domingo (ontem, na verdade), resolvi pular uma altura de 12 metros da pedra de uma cachoeira e caí errado na água, meu corpo de projetou pra frente no percurso, e pra não bater de cara eu virei de lado, então quase quebrei as costelas do lado esquerdo. Não precisei ir a médico, mas sinto dor só em respirar, então acho que estarei comprometido pra qualquer play por tempo indeterminado. Todavia, não deixarei de ir aos próximos eventos que vierem a acontecer aqui na cidade maravilhosa a fim de prestigiar os amigos e as Deusas sempre presentes. E sobre meu tombo, não fui imprudente. Nasci em cidade com cachoeira e desde que me entendo por gente pulo das pedras mais altas. Lembro que Sana e Lumiar eram meus preferidos pra altos mergulhos. Dessa vez, por ser uma cachoeira inédita, tomei muita precaução para não bater em nenhuma pedra e acabei descuidando minha postura no ar, e meu corpo pesou pra frente comprometendo a queda. Mas estou bem, nada que um dorflex e o tempo não curem. Mas vamos ao que interessa, CHOPP PODO CLUB.

Vou ser sincero com vocês, não consegui notar nenhuma grande diferença entre esse “chopp” e as nossas festas fetichistas. Notadamente, a ausência de um DJ e o som em volume mais baixo, fez com que não se formasse a tradicional pista de dança, todavia, privilegiou-se a conversa. E o clima de barzinho até preponderaria com mais informalidade se não fossem as performances de adoração. Por todas as mesas e no balcão do american bar podia-se ver a figura de um podo ajoelhado aos pés de uma dona.
Contudo, o motivo preponderante do sucesso desse evento não foi sua nomenclatura menos cerimonial ou seu formato mais descontraído, e sim seu posicionamento no tempo e no espaço. Um evento no coração do Centro da Cidade, se iniciando às 18 horas de um dia de semana comum como é a terça-feira, privilegia todos aqueles cujos problemas se concentram exatamente em freqüentar festas em finais de semana tarde da noite. Juntou-se a fome com a vontade de comer. Recordo-me das FetiXes em algumas tardes de sábado, nesse mesmo local onde aconteceu o Chopp Podo Club, quando minha queridas amigas Nefer e Lúcia produziam uma festa em horário excepcional, exatamente para dar essa chance de divertimento para aqueles que possuem certa dependência com a agenda noturna. Agora novamente tapou-se esse buraco, e como dizia as organizações tabajara: “- Seus problemas acabaram”.

Saí aqui de Niterói com minha Rainha Camille Dame, Rainha Lilith e Tapetinho Persa. Chegamos à praça XV e nos juntamos ao jurássico Fiore, podo amigo que não víamos há anos; no barzinho ao lado da festa tomamos umas cinco cervejas para relembrar os velhos tempos. Logo a seguir entramos no Clube Mix.
Lá dentro o clima era o mesmo das nossas tradicionais festas fetichistas, no começo muita adoração de pezinho, e depois plays como trample e ballbusting. Logo no início, tinha um rapaz fazendo uns tramples muito bons com uma Rainha bem malvada. Depois que terminaram fui pegar seus nomes para enriquecer essa ata e o cara disse que já me conhecia, só que aqui da Internet, que quando era adolescente lia minhas atas e queria fazer o mesmo que eu; sonho realizado. To ficando velho mesmo.
Em relação a nomes, perdi as minhas anotações do evento, então só citarei as pessoas que já conheço.
Acho que fui eu que abri os trabalhos de trample, deitei num cantinho ao lado de Bar e minha Rainha Camille Dame dançou muito em cima de mim, pisou forte o tempo todo, e ao final, pedi água. Meu amigo karioca BB fez um belíssimo trample com duas Rainhas ao mesmo tempo, e de início ambas calçadas com salto alto, depois se descalçaram e continuaram a pisar nele. Sra. Lúcia também fez um belíssimo trample num rapaz novato que ela mesma levou, e o cara se saiu super bem, mostrou bastante resistência.
Rainha Lilith subiu numas caixas que pareciam de som e ficou lá no alto, dali tinha os pés adorados por Fiore. Ela foi uma das sorteadas da noite e ganhou uma linda tornozeleira, quem a colocou em seus pés fui eu.
Rainha Renata era disputadíssima para beijinhos nos pés, ela se sentou num banco e tomava cerveja tranqüilamente enquanto dois podos se deliciavam com suas solas, outros aguardavam em volta na expectativa de também serem convocados.
Fiz outro trample logo na entrada do Mix, e como perdi o papel de anotação, não tenho como dizer quem foi a Rainha que me pisou.
Um casal novato chegou, e pareciam que haviam chegado na disneylândia podólatra, já que não escondiam a felicidade de ver um monte de casal fazendo o mesmo que eles gostavam de fazer, ou seja, adoração, dominação e trample. A princípio eu até achei que eles estavam na festa errada, que acharam que era noite do Swing e entraram por engano, e que a felicidade demonstrada por ambos era irônica e debochada. Na dúvida foi lá e mandei a real: - Fala amigos, entraram na festa errada e tão achando graça das nossas brincadeiras né? Mas não, me enganei, ela me disse que isso era tudo que eles queriam e que não sabiam da existência de eventos assim. Logo logo se ajeitaram num cantinho e o rapaz lambeu, beijou e chupou toda a sandália e a solinha da namorada, se realizaram. Inúmeras plays parecidas com essa aconteceram o tempo todo no decorrer da noite.
Antes do Chopp acabar, uma antiga amiga que freqüentou muito nossas festas no passado, disse que está fazendo um novo evento ali no Clube Mix cuja proposta é unir o fetiche ao Swing, convidou todos os presentes para comparecerem, e me pediu pessoalmente para divulgar essa festa aqui no blog, me entregando o flyer do evento. Todavia o flyer se perdeu junto com minhas anotações do Chopp Podo Clube, e prometo que se encontrar posto aqui, todavia, outras informações das festividades da casa vocês encontram no site de lá: clubemixbar.com.br.
Foi muito bom rever amigos que eu havia perdido o contato. Estar com Sandrinho, por exemplo, não tem preço, amigo das mais antigas baladas do BDSM carioca. E uma galera que realmente não tenho visto e que não comparece mais a evento nenhum aos finais de semana. E aqui pra nós, unir chopp com podolatria é tudo de bom.
Na saída, (já eram quase onze da noite) eu parabenizei os organizadores Caê e Regulus pelo evento e perguntei com que freqüência o mesmo aconteceria, e me responderam que será bimestral. Acho que nossos amigos que só podem ir aos eventos nessas condições de horário e dia já especificados acima não merecem esperar tanto tempo por um choppinho com pés no Centro do Rio. Dei a dica de ser mensal, e se todos os amigos podos insistirem acho que a gente ganha a causa. O único inconveniente é a ressaca de quarta-feira! Nos vemos nas próximas.

5.4.16

Festa Exòtic - Seduction - Sexta-feira!



Amigos e amigas fetichistas,

Está chegando à hora da mais nova edição da: "Exòtik Fetish Fest”, e dessa vez com um motivo especial para ninguém ficar de fora! Abaixamos o preço nesse retorno, com o tema "Seduction”. Será nessa sexta-feira, dia 08 de abril, a partir das 23 horas, no espaço CASTLE OF VIBE, localizado na Avenida Gomes Freire, 814, Lapa – RJ

Venha se divertir nessa grande festa fetichista, onde teremos um excelente espaço liberado para qualquer prática fetichista: Trample, adoração de pés, Spanking, Torturas de todo o tipo, Poney Boy, Velas, Voyerismo, Shibari, Dog Play, Cross Dresser, Bondage, CBT, Suspensão e performances sedutoras! Muita gente bonita já confirmou presença.

Mais uma vez nosso fetiche será no aconchegante espaço do Castle of Vide, novamente a casa escolhida para abrigar essa grande festa, onde o local é super discreto e temático. Teremos o DJ Finno tocando a noite som dos anos 80, Eletro Pop, House, Tribal, Goth, Trip Hop, e Rock'n'Roll, além de vários filmes BDSM e fetichistas selecionados por mim e pelos experientes VJs Mário Tapete e Severin Mountty.
Haverá ainda Strip Domination com Ale misteriosa, performances com a Dame Lótus, sorteio de brindes, jogos fetichistas, além das mais variadas atrações desse nosso prazeroso e instigante meio BDSM, onde você pode ser o personagem principal, então não perca!

Ingressos no local:
Homens 50 Reais (Com nome na lista pagam somente 40 Reais)
Mulheres 30 Reais (com nome na lista pagam somente 15 Reais)
C. D. 30 Reais (a noite toda)

Lista amiga: Existem três o opções para colocar seu nome na lista e arranjar o desconto:
1-     Colocando o nome na página do evento no Facebook
2-     Mandando um SMS com o seu nome para: 21 99784 6948
3-     Mandando um e-mail para mim até as 10 horas da manhã do dia da festa – quaternado@yahoo.com.br

Dress Code (opcional): All black, Máscaras, Fantasias em Geral, Fetish, Couro, Latex, Lingerie, Vinil, Style Sexy, Goth e Zentai

Informações: 21 9 9784 6948    
Lótus Produções Fet
* Proibido fotografar
* Sujeito à lotação e alteração sem aviso prévio.
* Classificação etária 18 anos