12.6.17

Fetish Lab - 3° Aniversário - Sábado



Amigxs fetichistas, chegou a hora, a Fetish Lab faz três anos de vida!!

E parece que foi ontem o começo de tudo! Nesses três anos de vida a Lab conseguiu subir ao topo dos eventos fetichistas carioca e se firmar entre as melhores festas que já tivemos. E esse aniversário vem para arrasar, para bater recordes!

Mantendo a proposta de trazer a mais alta qualidade musical e de muita variedade em performances, esse evento promete mais uma vez divulgar para um amplo público todas os prazeres das nossas noites fetichistas, enriquecendo e ampliando cada vez mais o BDSM na nossa cidade.

A Fetish Lab, como sempre, vem lotada de belas performances de trample, Shibari, Poney play, Bondage, Spanking, velas e muito mais, tudo isso ao empolgante som fetichista de Júlio Bessa, PRISCILA DAU, Juliana Manhã e Mariana Pinet, todos mandando o que tem de melhor no Rock and Roll, Classic Rock, Industrial, Synth e outros.



Então, anotem a data, é nesse sábado, dia 17 de junho a partir das 23:30. O endereço é Casa da Vizinha - Rua Henrique de Novaes 123, Botafogo - RJ

Haverá drinks experimentais Elemento X e Extrato de energia volátil! E a volta do X de pelúcia!

Ingressos:
 Na hora R$ 35,00 na lista até 1h
 Após 1h ou sem lista R$ 40,00

* Para pôr o nome na lista basta confirmar presença na página da festa no Facebook

Nos vemos lá!

2.6.17

Sábado - Reunião Podocluber

Amigxs Fetichistas,



Convido-os para curtir uma noite agradável num dos bares mais tradicionais do reduto da boemia carioca, juntamente com toda galera “podocluber”, e claro, brindar a visita do querido e amigo podo Sandro Silva.
De quebra você conhecerá a galera da comunidade Podo e Fetichista do Rio, além de criar novas amizades com toda a turma que frequenta os eventos do circuito carioca de fetiches.




Sábado 3 de Junho - A partir das 19:00
Bar Ernesto
Largo da Lapa 41 - Lapa-Rio de Janeiro/RJ
Entrada Free








Importante: Detalhes
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*comanda individual
*mesas reservadas para o Happy Hour no segundo andar
*espaço público, reunião social
*práticas fetichistas não são recomendadas

24.5.17

3° Ta de Pé - Ata



É inédito o fato de eu estar escrevendo o texto de um evento que não sei mais se vai voltar a acontecer. Certamente eu já escrevi sobre a última noite de alguma festa que se acabou. Devo ter relatado os acontecimentos de uma última edição de falecida Festa FetiXe da Rainha Nefer, ou do momento derradeiro da extinta Festa Desejo do casal Podo_Rj e Rainha Mazinha. Porém, ao redigir tais atas, eu não sabia que estava narrando o último capítulo de um grande livro, talvez nem os próprios organizadores se dessem conta de que eram as suas despedidas dos meios festivos.
 Dessa vez, ao começar a falar do terceiro encontro de um grupo recém-criado no WhatsApp, inicialmente denominado de “Podólatras/BR” e depois renomeado “Ta de pé” – em referência tanto a podolatria quanto a certeza do evento – acho que já o predestino como sua edição final. Olha, não estou jogando nenhuma urucubaca ao seu possível retorno e sucesso, até porque, como vocês sabem, sou um grande amante desse tipo de evento, e além do mais a organizadora é a minha irmã Lothus, que amo e respeito. Acontece que o grupo que se originou com o propósito de reunir novos amigos, e daí foi crescendo até tomar a proporção de uma festa; só que foi desfeito num estalar de dedos, assim, de uma hora pra outra, como se jogassem uma bomba atômica numa pequena ilha cheia de sonhos. O motivo de tal desmonte radical? Se vocês não sabem, muito menos eu. O fato é que o sucesso do grupo era tão grande, que com o seu fim, pelo menos outros quatro subgrupos foram criados por diferentes pessoas tentando em vão reunir a mesma turma. Sem sucesso! Temos quatro grupos distintos, com um público bem inferior ao original, que se mantém firmes graças a algumas poucas e simpáticas Rainhas cuja boa vontade se faz em postar magníficas fotos de seus pezinhos, e a uma imensa maioria que se dedica em elogiá-los. Sem a experiência da organizadora Lothus de tirar o público do virtual para levar para o real, não visualizo (pelo menos momentaneamente) a continuidade do encontro “Ta de Pé”, mas torço para que esses conflitos internos acabem e que possamos curtir nosso fetiche da melhor forma possível, ou seja, com festas, com plays, com pezinhos de verdade nos pisando e sendo beijados.
E Esse evento, foi o primeiro “ Ta de pé” com realmente cara de festa. Os anteriores ficaram mais limitados a uma mesa, com o pessoal meio tímido conversando entre si, e um ou outro podo, de vez em quando, se aventurando nas Plays ou na adoração de um pezinho. Dessa vez não, tivemos sim um público bom, como absolutamente todas as mesmas e cadeiras ocupadas (apesar de a casa não estar completamente cheia) e inúmeras performances; clima mesmo de uma boa festa. E houve até concentração! Já cheguei no bar do Pedro e encontrei uma mesa com um grupinho animado tomando cerveja e conversando sobre o BDSM, estavam lá a anfitriã Lothus, Bauer, Tarantino, Felipe e Giovani. E parece que havia uma outra galera em um outro bar bebendo também, que depois chegou à festa.

Mal entrei no La Carmelia, o local do evento, e já estava rolando play! Pasmem, não fui eu que abri a noite! Branca de Neve e Rainha Danette já estavam com os pés enfiados nas bocas de dois podólatras apressadinhos. Além disso, numa mesa bem central, o amigo Chuck Norris já massageava os belos pés da sua Parceira Milla. Eu fui chegando e cumprimentando a todos como sempre faço: me decepcionei por terem substituído as garçonetes gente fina, cinéfilas e boas de papo por garçons somente simpáticos, e me surpreendi por ter no cardápio dois tipos de macarronada diferente – talharim carbonara e talharim alho e óleo - por um preço bem acessível (mais bonitos que saborosos, essa é a verdade, tinham que contratar o nosso Giovani). Depois de algum tempo minha Maninha Lothus me pegou, me jogou no chão e me fez beijar seu pezinho calçado numa linda sandália vermelha, enquanto com o outro pé, pisava na minha nuca, isso valeu uma boa ralada do seu salto no meu coro cabeludo.
Finalmente Rainha Juju esteve presente, depois de muitos anos afastada de um evento, a musa da podolatria carioca está de volta! E para ela (e para a gente que a vê), nem parece que os anos se passaram! Rainha Juliette continua com o mesmo sorriso contagiante do passado, transmitindo a mesma alegria de sempre, e com os impecáveis pezinhos que parecem ter ficado esses anos todos dentro de algum produto químico que os deixasse com aparência ainda mais jovial, ou seja, perfeitos!  Fizemos um trample de reconhecimento, sabe? Tipo colocar Bebeto e Romário para jogar juntos de novo depois de anos, e sabendo que vai dar certo! E acho que funcionou ainda melhor. Logo a seguir Giovani teve o prazer de adorar as solas dela.
Eu e Rainha Branca de Neve fizemos um belo trample, mas posso afirmar que basicamente se tratou de um trample face, visto que ela praticamente só pisou no meu rosto. Na verdade, e peço até desculpas a essa Rainha se estou sendo injusto, eu nunca vi a Branca de Neve como uma Rainha malvada ou sádica. Sempre foi aquela menina doce e linda que fica como uma princesinha sentada num cantinho escuro de festa tendo vários podos implorando e beijando seus pés. Dessa vez ela me surpreendeu, pisoteou meu rosto como se estivesse esmagando uvas, e fazia com vontade, com desejo. Quase pedi água!
Rainha Lothus fez um belo trample no Thomas, desses que não sabíamos se o rapaz estava gostando ou sofrendo, mas acho que eram as duas coisas juntas.  Depois disso a anfitriã deu vários pulos no Chuck Norris, acompanhada da Milla, parceira do Norris. Essa pulava alto e forte nos seus braços: ele punha ambas as mãos por detrás da cabeça e assim recebia os pulos nos braços, um pouco acima do cotovelo. O cara é bom nisso!
Rainha Milla veio me pisar, subiu de sandália e depois descalça, e que menina malvadinha, pulou e pisou com força até eu não aguentar mais. Até aguentei bem para poder ter contato com aqueles pés lindos pelo máximo de tempo possível. Milla ainda teve os pés adorados pelo Tarantino após o nosso trample.
Agora tenho que abrir um parágrafo especial para um casal que mais parecia observador, daqueles que ficam meio que isolados na festa e que ninguém dá muito valor, e que do nada surpreende e praticamente humilha as outras plays da festa: Trata-se da Rainha Ninfa e do seu escravo Léo. Essas figuras maravilhosas foram audaciosamente os nomes da noite. Demoraram a aparecer, mas quando montaram equipamento não deu mais para ninguém. A belíssima e charmosa Rainha Ninfa fez uso de vários apetrechos sadomasôs para amarrar e torturar seu escravo: pingou vela, pôs pregador em seus mamilos, pisou, e literalmente o mumificou, fazendo-o passear assim pela casa inteira. Teve uma pequena ajuda da Rainha Juju e do Dinho, e assim, com toda competência, roubaram a cena!
Por falar em surpreender, ainda tive outra surpresa, no meu segundo trample com a Rainha Juju, ela pediu permissão para dar um pulo, e é claro que eu consenti, conheço Rainha Juju dos primórdios do movimento BDSM aqui no Rio e sei que seus pulos apesar de gostosos, não são tão violentos. E foi aí que me equivoquei! Rainha Juju, apoiada em uma mureta que separa o salão das escadas que dão acesso a festa, alçou um voo tão alto e aterrissou com tanta força com seus belos pés em meu tórax e minha barriga, que perdi os ar por alguns segundo, me perguntando: Que Juju é essa que voltou? E ainda para mostrar toda sua forma e pegada para um bom trample, essa mesma Rainha deu uns belos saltos no Chuck Norris, não tão hards quanto os mais, mas bem próximos.
Como a festa aconteceu numa segunda-feira, tive que sair lá pelas 23:00 para não interferir no meu dia seguinte de trabalho. Mas a festa ainda estava bombando quando me despedi da turma toda.

Espero de verdade que possamos ter outros “Ta de pé”, pois é uma pena se despedir de algo que começa de verdade a crescer, que já é bom, e que começa adquirir um público cativo.  As próximas semanas dirão se esse encontro se mantém, ou se a Rainha Lothus nos surpreende com outra novidade! Fiquem de olho aqui!

Ps. Texto sem tempo de correção, desculpa pelos possíveis e frequentes erros.

“Algumas vezes a pessoa somente fecha a porta porque está tentando encontrar uma maneira de fazer você bater nela” (Andrew Pyper)