18.6.15

Fetish Lab - um ano - Ata



Eu sabia que a festa seria perfeita, carioca adora essas coisas de cerimônia comemorando aniversário ou retornando depois de um intervalo, de uma ausência mais prolongada.  E a Fetish Lab fazia as duas coisas ao mesmo tempo, era a comemoração de seu primeiro aninho de vida e o grande retorno depois de um último evento cujos problemas técnicos atrapalharam a realização do que parecia ser uma grande festa, adiando um pouquinho mais os planos de um grande espetáculo que Júlio e companhia tinham em mente de fazer algo que unisse tribos e fincasse de uma vez por todas o nome Fetish Lab entre as maiores festas fetichistas que o Rio de Janeiro já presenciou. E foi exatamente o que aconteceu, do começo ao fim a festa se mostrou esplendorosa, pessoas diferentes curtindo tudo que podiam numa noite entre iguais, onde nada parecia estranho ou excêntrico. Em uma casa lotada, em plena Zona Sul Carioca, o preconceito ficou de fora, e tudo lá dentro fazia parte de uma viagem prazerosa que infelizmente alguns ainda tem medo de embarcar, mas que aqueles que estão dentro raramente ousam de sair.

Saí de Niterói quase 23 horas, já que a Fetish Lab leva a fama de ser a mais demorada no quesito abertura de portas. Estava acompanhado com minha Deusa Camille Dame e com a nossa grandessíssima amiga Rainha Head Hands. Já abrimos umas cervejas aqui no apartamento mesmo, e só não fizemos um esquenta maior pelo o medo de ter vontade de fazer xixi pelo trajeto. Durante nossa espera pelo ônibus, Camille Dame me disse havia esquecido a carteira de identidade na minha casa, e daí surgiu à interrogação se devíamos voltar ou não para pegar. Resolvemos que sim, então me prontifiquei a voltar. Já havia dado alguns passos em direção a minha rua quando avistei o ônibus linha Gávea, ou seja, o nosso transporte para a festa. Voltei correndo, entramos juntos no ônibus e fomos torcendo para que não pedissem a identidade da pequena, porém de maior idade, Camille Dame.

Descemos na esquina da Real Grandeza e fomos caçar a tal rua da festa, não foi difícil, passados uns dois quarteirões já avistamos um bar cheio de gente com roupas pretas, e ao virar a próxima esquina outro bar lotado de gente também de preto e cheios de acessórios, daí eu já avistei um grupo de amigos que nos cedeu uma mesa e assim pedimos as bebidas para ajudar a começar a esquentar a noite. Pelo o movimento das pessoas, o entra e sai do bar, calculei que a festa já estava funcionando, o fluxo era ininterrupto. Melhor assim, pagamos a conta e fomos pra fila. Na espera para entrar já percebi o problema, um rapaz não conseguiu entrar por estar sem documentos, vai sobrar pra gente. E não deu outra, o dono do estabelecimento era irredutível – “sem documentos ninguém entra, lei é lei, se alguém se acidenta, se bate um juizado, a merda ventila pro meu lado” – ele disse. Fudeu, pensei, vou ter que voltar em Niterói e perder umas duas horas de fetiche de alto nível. Enquanto isso nossos vários amigos se revezavam e imploravam pra que a entrada da nossa querida Camillinha fosse permitida, visto que se trata de uma Rainha que sabe se comportar, que não faz uso de álcool ou de substâncias entorpecentes, e que é a pessoa mais improvável de se envolver em confusão ou acidente naquela casa. Os argumentos não funcionavam, e quando eu já estava fazendo uso do meu carisma com os amigos possuidores de transporte próprio afim de uma corrida ligeira para a cidade vizinha, nossa querida e inteligente Rainha teve uma idéia brilhante, procurar entre seus e-mails algum com o scanner da sua identidade. E Bingo!! Lá dentre milhões de mensagens, havia um anexo de seu documento de identidade com seu lindo rostinho a mostra, com nome, e número de RG, tudo nos trinques para entrarmos. Demos um abraço no dono do estabelecimento, o convidamos para um trample (o que foi negado), e entramos felizes da vida, sem esquecer da seguinte lição – NÃO SE DEIXA DOCUMENTO EM CASA QUANDO SE SAI PRA NOITADA.

A casa tinha a infraestrutura ideal pra qualquer festa, principalmente para uma festa fetichista. Era tipo a antiga BDSM house, só que maior, com dois andares, vários cômodos, mesa de sinuca, o famoso X para spanking e muitos lugares para sentar e assistir ao que quisesse. Sem contar com a entrada da casa, que possuía um pequeno espaço totalmente ao ar livre que servia tanto de fumódromo quanto de local de descanso para aqueles que precisam aliviar o barulho das músicas. A cerveja que era cara, todavia os organizadores disponibilizaram dois drinks que eram servidos em enormes tubos de ensaio, diretamente na boca dos convidados e totalmente gratuitos. Acho que essa sacada da bebida, cuja tonalidade era de um berrante vermelho e verde, foi perfeita, uma das melhores idéias dos últimos tempos: Vinha uma linda Lab Girl, vestida de cientista, e derramava o liquido goela a baixo das pessoas que queiram, você escolhia somente a cor, podia escolher as duas também, e assim não tinha sequer o trabalho de segurar o copo. Lá pelo o meio da festa eu ajudei também na distribuição desses drinks, e acho que me diverti mais que trabalhei. Já aviso pros organizadores, me ponha como cientista-distribuidor-de-bebidas na próxima de novo, quero repeteco.
As plays já rolavam, já comiam solto, o pessoal adotou o quartinho que tinha o tal X, e lá aconteciam as mais variadas performances. Foram tantas que nem da pra especificar aqui, mas lembro de ver plays com velas, agulhas, spanking, adoração de pés e etc. Eu estava preocupado de não poder fazer trample, minhas costelas ainda não estavam curadas da festa anterior e doíam muito ao serem pressionadas. Não comentei com ninguém o fato, e fiquei ainda mais aflito quando meu grande amigo Alessandro começou a fazer uma propaganda danada de mim, dizendo que eu era um mito, que aguentava dez mulheres de salto ao mesmo tempo, e que dessa vez eu ia me superar. Pensei cá comigo, vou pagar mico, vou decepcionar geral! Então comecei a procurar por alguma Rainha que pouco ou nunca havia me pisado e que eu pudesse ter alguma confiança, para poder pedir um trample de segurança, sem dizer onde doía e ver como minhas costelas se comportariam. Se eu peço a alguma Rainha que já me conhece e sabe da dor, meu teste não seria preciso.Foi aí que achei a pessoa ideal, Rainha Nanda Hell, não me lembro de ter feito trample ainda com ela, e sei que posso confiar, já que é a parceira do meu brother Peccatore, cujos gostos e talentos fetichistas se assemelham aos meus. Ela topou e subiu de botas, e na hora percebi o seguinte, se eu estufar a barriga e ao mesmo tempo segurar o abdômen, minha musculatura protege o local lesionado. Fiquei muito feliz com a constatação, agradeci ao rápido trample e fui procurar minha Rainha para um trample mais Hard. Camille Subiu de sapatos, e me fez tirar enquanto me pisava, depois começou a caminhar por todo o meu corpo, e quando chegava no rosto colocava todo seu peso em um dos pés enquanto esfregava a sola do outro no meu nariz e nos meus lábios. Depois me fez lamber suas solas preciosas.
Uma morena novata que assistia ao nosso pequeno show pediu para me pisar também, e subiu toda malvada, sem pena, pisou o quanto quis. Passado isso, Julio me apresentou uma menina estrangeira de coleira que pensei na hora ser sua escrava, até agora não sei se isso procede ou não.
No segundo piso, no quarto do X, rolava um Spanking bem hard, um mestre batia sem dó na sua escrava, na sala ao lado, uma linda morena jogava sinuca e nos intervalos das encaçapadas tinha suas botas lustradas pela língua de um podo. No primeiro andar, numa espécie de varanda interna, Camille Dame fazia um belo trample no Marcelo Podo, eu fui até ela porque um novato no nosso meio, um rapaz de 18 anos, estava tímido e queria beijar um pezinho pela primeira vez, e nada como se iniciar com os belos e perfeitos pés da Camille. Ela levantou a perna e sensualmente ofereceu o peito do pé pro beijo, ele se ajoelhou e o beijou carinhosamente. Rainha Camille ainda faria um espetacular trample com Peccatore no final da noite, foi assim, ela ficava de pé em cima dele e se jogava com todo o peso, caindo sentada sobre seu corpo. Fizeram isso inúmeras vezes até o rapaz pedir água.Mas antes disso aconteceu aquilo que eu já esperava, Alessandro me convocando para um trample com a menina cujo scarpin tinha o salto fino mais alto da festa, e queria ver mais Rainhas subindo junto. Fomos lá pra tal salinha do X, pedimos licença pra multidão que assistia a uma outra play, e me deitei no chão. A tal Rainha subiu de salto, fiz cara de quem é forte e agüentei pra caramba, e depois de alguns minutos, e para meu alivio, ela pediu que eu tirasse seus sapatos assassinos. Descalça pode fazer o que bem quis, chutou, pulou, pisou no meu rosto, ouviu dicas da Rainha Psique de como se pula e assim o fez, e ainda contou com a ajuda de uma outra morena, que resolveu subir junto e me pisar ao mesmo tempo, ficando assim por alguns bons minutos, aí subiu a Rainha Psique, que pulou muito, aqueles saltos altíssimos, que perdi a conta de quantos. Ao descer mais duas mulheres subiram, lembro de uma ruivinha que me destruiu como nenhuma outra, ela veio de salto, acho que seu sapato era branco, lembro de sentir todo seu peso distribuído no calcanhar, depois de ambos os sapatos me pisoteando o rosto, e ainda enfiando os saltos na minha boca. Depois os tirou e me fez sentir o cheiro de sua sola, ela posicionou o pé de uma maneira que a sola tapava meus lábios e os dedos ficam quase dentro das minhas narinas, obrigando-me assim a inalar todo odor de seus pezinhos suados. Quando se cansou e desceu de cima de mim, obrigou-me a recolocar seus sapatos e saiu sem se despedir. Mais tarde, no primeiro piso, em frente ao bar, eu vi essa mesma Rainha ruiva obrigando alguém – se não me falha a memória o Fagundes – a cheirar e a lamber suas solas, lembro de sua postura autoritária e seu olhar de superioridade. O que não lembro é de ter visto essa Rainha em outras festas, mas posso dizer uma coisa, talento e experiência ela tem.
Ainda me lembro do Júlio se deitando ao meu lado e sendo pisado junto comigo por uma morena que não sei o nome. Lembro de Athena e Psique tendo os pezinhos massageados, ou beijados, e não lembro de ter visto o Mário fazendo play.
Saímos de lá por volta das cinco da manhã e muitos ainda se divertiam pra valer.
Julio e Cia, meus parabéns, taí um evento que posso chamar de perfeito!

Tanto eu como todos os mortais e sobreviventes, aguardamos com ansiedade a próxima festa. Mais uma vez obrigado pelo carinho de todos, até breve!

O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte.” Friedrich Nietzsche

8.6.15

Fetish Lab - Albergue - 1 ano - Sexta-Feira



Meus amigos fetichistas,

Com muitas surpresas e querendo mais uma vez surpreender, chega até vocês à esperada edição de um ano da “FETISH LAB – ALBERGUE”, em um novo e diferente espaço para nossas práticas de BDSM, o Albergue da Matriz, localizado na Rua Henrique de Novaes 71, Botafogo - RJ.
 Mantendo a proposta de trazer a mais alta qualidade musical e de muita variedade em performances, esse evento promete divulgar para um amplo público todas os prazeres das nossas noites fetichistas, enriquecendo e ampliando cada vez mais o BDSM na nossa cidade.
A Fetish Lab vem também lotada de belas performances de trample, Shibari, Poney play, Bondage, Spanking, Velas e muito mais, tudo isso ao empolgante som fetichista de Dj DvogT ( DDK, Bazar Noir ), Kleber Tuma, Ivy e Suirá, todos mandando  o que tem de melhor no Rock and Roll, Classic Rock, Industrial, Gothic e outros.
Teremos ainda Shots servidos A LÁ FETISH LAB, Sorteios, LAB GIRLS maltratando, pisando e torturando quem tiver coragem, e filmes de terror a noite toda! Então salve a data! 12 de JUNHO, sexta feira, WE ARE ALIVE!

Preço: 25 Reais colocando nome na lista e chegando até 1:00 da madrugada. Sem nome e após isso, 35 Reais.

Exótic Country - Ata



Tenho um amigo que já foi campeão de Jiu Jitsu na cidade de Muriaé, terrinha muito boa situada na Zona da Mata Mineira. Ele é uma das figuras mais conhecidas de lá: Pessoa simples, de boa conversa, professor de luta numa academia local e que sempre está disputando os torneios de MMA que surgem. Sempre que vou pra lá ele dá um jeito de me levar na academia e manda a aluna mais gata me chutar na barriga, prometendo que se eu cair ela pode me pisar. Eu sempre vou pro chão, mesmo quando a pancada não é forte, só pra ganhar um trample de uma gata mineira lutadora. E o mais engraçado é a reação das outras alunas, algumas morrem de pena de mim, enquanto outras imploram para vir chutar e pisar também. Será que essa divisão de vontades em querer bater ou sair em minha defesa teria relação com a personalidade dominadora de uma mulher? Sempre me pego analisando isso. Acho intrigante e extremamente sensual quando uma mulher que nunca me viu na vida, e só por questão de oportunidade, vem e me chuta com força, me bate pra me derrubar tão somente porque seu professor falou que podia, sem eu ser seu inimigo ou adversário de luta, somente para seu bel-prazer (e às vezes ainda me pisa, com raiva).
Para resumir essa introdução que já se alonga demais, eu citei esse meu amigo porque uma vez ele me disse que quando se encerra uma luta oficial de MMA, ambos os lutadores vão para um espaço destinado a uma rápida recuperação, pois o sangue esfria e o corpo inteiro começa a reclamar de dor, e lá eles têm uma breve assistência médica em um local preparado para um intervalo de descanso e relaxamento muscular, com medicamentos, sonoridade e até iluminação propícia para uma reabilitação veloz. E era exatamente disso que eu precisava no final da última edição da Exòtic. Fiz alguns tramples que poderiam ser comparados facilmente com aquelas lutas em que um dos competidores leva tamanha surra que ao final só pensam na recuperação e no descanso do corpo, tipo Victor Belford dessa
última vez. E minha pergunta hoje é somente uma: será que estarei recuperado para a próxima?

Saí de Niterói meio atrasado. Na mão uma long neck de cerveja sem álcool e um pedaço de jornal para ler no ônibus, peguei o 100 já saindo – pra quem não sabe essa linha agora vai até a Lapa – e me sentei atrás da trocadora. Logo percebi uma relação mais intima entre essa e o motorista do ônibus, com certeza tinha algo a mais do que coleguismo profissional. E minhas suspeitas aumentaram quando ele apagou todas a luzes internas do coletivo, e deixou os passageiros numa total escuridão, indo para os ares meus planos de ler no trajeto. A trocadora deixou seu posto de trabalho e sentou do lado dele, perto do cambio de marcha. Atravessaram a ponte Rio-Niterói assim, como um casal em um carro de passeio, trocando gracejos e apreciando um dos espetáculos visuais mais belos da cidade. O amor é lindo. Na fileira do outro lado, e mesmo no escuro, uma mulher toda de preto lia um livro de contos eróticos, visualizei o título quando o semáforo e o poste soltaram uma luz vermelho-amarelada sobre os passageiros. Pensei cá comigo “deve ser fetichista pra ler Anaïs Nin no escuro”. E eu tinha razão, ao descermos no mesmo ponto da Lapa, ela me deu uma olhada de cima a baixo, reconheceu o logotipo da festa estampado na minha camisa e me perguntou com uma voz cujo volume denunciava surpresa e timidez: Você está indo para a exótic?, Respondi que sim. Prazer Lua, “prazer sou o Quaquá”. Eu sei, ela devolveu, te fotografei algumas vezes. Que falta de memória a minha, não a reconheci, Lua é uma das fotógrafas da festa. Desculpei-me e comprei um latão de cerveja com álcool para irmos bebendo até chegar ao Castle of Vibe.

Já tinha bastante gente quando entrei, e dessa vez aconteceu algo curioso, as pessoas se concentraram no segundo andar, diferente das outras edições ou festas, em que geralmente é no primeiro andar que a aglomeração fica, onde está o DJ e onde a maioria das performances ocorre. Por essa razão, o segundo andar desta vez foi o palco da grande maioria das plays, principalmente aquele espaço que se assemelha a uma gaiola, que acabou sendo o local disputado da noite. Logo que entrei a Rainha Lindinha já estava ali fazendo um trample hard no Mário, que suportou bravamente seus altos pulos e suas fortes pisadas. Depois que acabou ele fez um comentário engraçado e realista sobre nossa capacidade de resistência na noite: “A gente tem a resistência igual à bateria de um celular, quando a gente chega na festa à bateria está verde, marcando os 100% de sua total capacidade, mas depois que termina um trample com a Lindinha nossa bateria está abaixo dos 30%, e temos que saber usar o restante com sabedoria para poder agüentar o restante das plays”. Pura verdade! E aqui pra nós Mário, adoramos esses tramples em que a bateria vai pro caralho rapidinho não é?
Voltando pra Rainha Lindinha, que ainda estava com um vigor danado, foi o Karioca BB a próxima vítima, só que dessa vez nos chutes. Ela batia pra valer, e nosso resistente amigo era forte e firme ao receber os golpes, ora com o joelho, ora com o peito do pé.
Lá fora, no quartinho perto do fumódromo, a bela Demônia tinha seus perfeitos pés adorados por um sub, e meu grande amigo Carlos Natividade me fazia um honroso convite para participar de um novo projeto fetichista que ainda esta na fase de desenvolvimento, o que aceitei de imediato, também aproveitou a ocasião para me apresentar sua nova amiga que também estava escalada para o tal projeto. Nesse momento minha irmãzinha e anfitriã Lótus  me convocou para uma play no primeiro andar na tentativa de atrair o público para o andar de baixo e desafogar o transito no superior, desci e abri meus trabalhos.
Rainha Lótus me colocou ajoelhado no meio do salão e me obrigou a lamber seus sapatos, depois me mandou deitar e subiu de salto, caminhou por alguns minutos no meu peito e na minha barriga, depois colocou o peso todo no meu rosto, somente com um dos pés. A pressão foi tamanha que pensei que fosse agüentar, ela esmagava esse osso localizado abaixo do olho que forma a maçã do rosto. Fico ali, girando o corpo e esmagando, até que desceu. Fiquei tonto, foi meu primeiro quase nocaute da noite.
Subi de novo, já que poucos desceram, e os que fizeram voltaram pra cima, pois era lá que as coisas aconteciam. A amiga do Carlos já estava com o Dinho beijando seu pé direito, e me deu o esquerdo para uma massagem, o que fiz com prazer. Do meu lado outros podos beijavam os pés de outras Deusas, foi o momento mais podólatra do evento. Lembro também da linda Sex Lady esfregando suas solas na língua de um feliz podólatra.
Depois fiz uma massagem nos pés da Lua, a tal fotógrafa que lia no escuro, ela dessa vez não estava a trabalho, foi curtir a festa, relaxar com umas massagens, fazer umas plays.
Como sempre, tinha uma galera nova. Gente curiosa que sempre surge para ver como é a festa: alguns participam das plays outros apenas olham. Dos que participaram, eu lembro de uma bela morena chamada Fabiana, que chegou desacompanhada e ficou de longe observando as coisas, depois chegou um cara que parecia ser seu amigo, e ficaram juntos durante a festa. Em um momento esse cara me chamou e falou que queria ver a Fabiana me pisar, aceitei e deitei no chão. Acho isso excitante, o casal dominando, o homem dando as ordens pra mulher e ela obedecendo com aquele olhar felino que algumas Deusas têm, um misto de prazer e crueldade. Ele falou pra que ela pisasse na minha barriga e lá permanecesse, ela subiu com certo medo de machucar, mas assim que se equilibrou ficou, olhava pra ele com ar de cumplicidade e pra mim com desprezo. Não agüentei muito tempo pelo fato dela ter ficado na mesma posição, estática com o peso todo na minha barriga por vários minutos, eu estava sem ar, quase apagando. Pedi pra descer. Mas valeu a experiência. Foi aí que Lindinha me chamou pro trample. Fomos pro tal espaço da gaiola, ela tirou as sandálias e subiu descalça, começou a pular muito alto, perdi a conta do número de vezes em que ela aterrissou com violência seus pés no meu corpo, e quando achei que minhas costelas corriam riscos que serem danificadas, pedi água. Foi meu segundo quase nocaute da noite.
A pista de dança estava animada, muita gente gastava suas energias nela. Athena e uma outra loirinha eram destaques nas músicas que variavam nos estilos. Juntei-me a essa turma animada, e quando o espaço permitiu fiz um trample com a Athena, que subiu de botas e dançou uma música inteirinha em cima de mim. Pouco depois disso entrou um heavy metal caprichado e o mestre Rasputin deu seu show de Shibari com uma de suas escravas. Aproveitei a ocasião pra fazer uma massagem nos pés da Demônia, que estava sentada justamente do meu lado, com seus Scarpins pretos quase encostados no meu rosto.
Terminada essa play fui lá pra cima e me deitei para o esperado trample com a Rainha Red Hands, e ela me mostrou porque é umas das Rainhas mais temidas para performances no momento. Ela subiu de botas e me deu uma seqüência rápida de pulos que achei de verdade que havia lesionado uma das costelas do lado direito, a dor era forte e incômoda demais. Foi meu terceiro quase nocaute da noite, e a essa altura eu já estava de bateria totalmente arriada e pensando em fugir pra minha cama e descansar. Todavia a minha grande amiga Senhorita estava presente na festa, depois de muito tempo de ausência. E eu não podia ir embora sem receber um trample dela, que de quebra ainda colocou sua amiguinha pra me pisar junto, uma bela morena com a maior pinta de ser malvada. E de fato, as duas subiram juntas, mas foi a tal morena que me destruiu de verdade, seus pulos eram altíssimos, no estilo daqueles que a Rainha Ellen dava no auge de sua malvadeza. Depois desse massacre eu não era mais ninguém, senão um corpo destruído precisando de cama, de recuperação, preocupado com uma possível lesão e um sério risco de afastamento nos próximos eventos. Mas graças a Deus parece que não me lesionei sério, ainda sinto muita dor, mas pretendo semana fazer um replay de tudo isso. Espero que dê. Ainda fiz um trample com a Chaveirinho, essa linda gatinha amiga que pesa pouquinho e que deu pra agüentar de boa seus pulinhos. Sabe quem ela me lembra quando está me pisando? A Natalie Portman no filme “Closer”, quando dança sensualmente, só que menorzinha, uma graça.
Não posso deixar de registrar a presença da linda Rainha Severa, que como sempre mandou muito bem na play com seu escravo Estranho. E a falta sempre sentida por todos da linda Rainha Camille Dame!
Saí de lá por volta das quatro da manhã, reclamando que a cerveja está muito cara e que os responsáveis pelo bar tem que COLOCAR CERVEJA POPULAR A PREÇOS MAIS BAIXOS, pois do jeito que está ninguém agüenta! Essa é minha única reclamação! (também acho funk uma merda, e mesmo quando toca pouco incomoda meus ouvidos).
No mais, obrigado a todos pelo carinho de sempre. Um beijo especial e também meus parabéns a minha irmã Lótus, a festa foi foda!

 "Se você não conseguir fazer com que as palavras trepem, não as masturbe." Henry Miller

1.6.15

Exótic Fetish Country - Sexta-feira - Lapa - RJ



Amigos e amigas fetichistas,

Está chegando à hora de mais uma super edição da: "Exòtik Fetish Fest” agora com o tema – “FETISH COUNTRY". E muita atenção, o evento volta a ser na sexta-feira, dia 05 de junho, a partir das 23 horas e no já conhecido espaço CASTLE OF VIBE, localizado na Avenida Gomes Freire, 814, Lapa – RJ

Venha se divertir nessa grande festa fetichista, onde teremos um excelente espaço liberado para qualquer prática fetichista: Trample, adoração de pés, Spanking, Torturas de todo o tipo, Poney Boy, Velas, Voyerismo, Shibari, Dog Play, Cross Dresser, Bondage, CBT, Suspensão e performances obscenas! Muita gente bonita já confirmou presença.

Mais uma vez curtiremos nossos fetiches no aconchegante espaço do Castle of Vide, novamente a casa escolhida para abrigar essa grande festa, em que o local é super discreto e temático. Teremos o DJ Finno tocando a noite som dos anos 80, Eletro Pop, House, Tribal, Goth, Trip Hop, e Rock'n'Roll, além de vários filmes BDSM e fetichistas selecionados por mim e pelos experientes VJs Mário Tapete e Severin Mountty.
Haverá ainda Fetish Shows comigo e com as belas Rainhas Lótus e Morganna, além das mais variadas performances de BDSM onde você pode ser o personagem principal, então não perca!

Ingressos no local:
Homens 60 Reais (Com nome na lista pagam somente 50 Reais)
Mulheres 40 Reais (com nome na lista pagam somente 20 Reais)
C. D. 40 Reais (a noite toda)

Lista amiga: Existem três o opções para colocar seu nome na lista e arranjar o desconto:
1-     Colocando o nome na página do evento no Facebook
2-     Mandando um SMS com o seu nome para: 21 9 9784 6948
3-     Mandando um e-mail para mim até as 18 horas do dia da festa – quaternado@yahoo.com.br

Dress Code (opcional): Cowboy e Cowgirl, All black, Máscaras, Fantasias em Geral, Fetish, Couro, Latex, Lingerie, Vinil, Style Sexy, Goth e Zentai

Informações: 21 9 9784 6948    
Lótus Produções Fet
* Proibido fotografar
* Sujeito à lotação e alteração sem aviso prévio.
* Classificação etária 18 anos

22.5.15

O Extremo Asiático




Se vocês pararem para prestar atenção, os filmes de terror mais criativos, e também os mais impressionantes, estão vindo do cinema asiático. Já há alguns anos países como Japão, Coreia e Tailândia tomaram conta do gênero, e quando os Estados Unidos emplacam algum sucesso normalmente é uma refilmagem ou uma imitação das ideias orientais. Semana passada eu estava dano uma olhada na filmografia de um diretor sul-coreano que gosto muito, e que na verdade nem é especializado em terror, o Chan-wook Park (que dirigiu a trilogia sobre vingança “Old Boy”), e descobri que ele fez um curta metragem que eu nem sabia que existia, chamado “Cut”, um terror de quarenta minutos que fala sobre um psicopata que invade a casa de um diretor de cinema de quem é fã e faz um jogo sádico com ele e sua família. O tema me interessou. Procurando saber mais, descobri que esse curta foi lançado junto com outros dois em um pacote chamado “Três extremos”, ou seja, três curta metragens de três diretores consagrados do cinema asiático: sendo os outros o Fruit Chan de Hong Kong e o famoso Takashi Miike do Japão. Achei o filme na Internet e baixei. Na verdade todos são bons, o primeiro é o Japonês, fala sobre duas irmãs contorcionistas que trabalham num circo e uma põe fogo no mesmo quando a outra está presa dentro da caixa em que trabalha. O terceiro filme, que é o do diretor que me levou a busca inicial, é o mais fraco, apesar de também ser bom, entretanto é muito sanguinário, muita mutilação pra pouco tempo filme.
Mas vamos ao que interessa e ao porquê desse texto sobre filme de terror em um blog fetichista. É que o segundo curta me surpreendeu, se chama "Dumplings”, e apesar de não ter nada explicitamente fetichista, é um filme que possui alguns quesitos que me chamaram a atenção.

Voltando um pouco no tempo, há alguns anos, eu fuçando a Internet, achei um site em que o fetiche em questão era a mulher mastigando, o ato de comer era explicito, com foco especial na mastigação. Alguns vídeos eram com comida de verdade e outros eram montagens, onde a mulher reduzia o homem ao tamanho de um bombom e o mastigava com gosto. Esse fetiche tem nome, mas não sei qual é e estou com preguiça de procurar, contudo o tema envolvia a mulher gigante e o pequeno homem indefeso. Mas voltando ao filme em questão, o roteiro fala de uma mulher muito rica, que descobre um lugar onde vende uns bolinhos que fazem rejuvenescer, e ela vai até o local, experimenta o quitute e vira cliente assídua do lugar. Quem quiser surpresa na hora de assistir ao filme pare de ler esse texto nesse momento, pois a partir de agora entrarei no mérito da questão e contarei o desenrolar dos acontecimentos. Seguindo aos fatos: a mulher rica realmente percebe que o bolinho dá resultado, e fica curiosa com o ingrediente usado no recheio dele, pois é bem macio e com algo crocante no meio, que dá uma consistência diferente de tudo que ela já degustou. Resumindo: um certo dia ela chega sem avisar na tal casa e vê a dona do estabelecimento fazendo aborto em uma jovem menina, e descobre que o que estava comendo era nada mais nada menos que fetos humanos. E vocês acham que ela desiste de rejuvenescer por conta disso? Que nada, o prazer pessoal em se ver mais bela e jovem é superior ao fato de bebezinhos serem mortos antes do nascimento para servirem de vitamina, e a câmera está lá para mostrar seu rosto de prazer ao quebrar com os dentes os ossinhos crocantes que fazem parte do recheio do bolinho, que mais parece uma placenta do que um salgadinho normal. O diretor ainda tem a gentileza de toda hora filmar os pés da mulher que faz os bolinhos, sua solas são mostradas mais de uma vez e em closes provocativos. Ficaram impressionados? Bem vindos ao cinema de horror asiático.



Ficha técnica:
Título Original: Saam gaang yi / Three... Extremes
Ano de Lançamento: 2004
Direção: Chan-wook Park,  Fruit Chan e  Takashi Miike
País de Produção: Japão, Coreia do Sul, Hong Kong
Duração:125 minutos

17.5.15

Exótic - Kinkland - Ata




Sensualidade é a palavra mais próxima que encontrei para definir o que foi essa última edição de Exótic. Não que tenha sido muito diferente das anteriores, ou que tenha tido performances mais lights, nada disso. Acho que foi o fato de não estar tão cheio que fez a festa adquirir uma essência mais íntima, uma possibilidade de maior aproximação e contato entre as pessoas. O flerte esteve em evidência, assim como a delicadeza dos toques, seja em uma massagem nos pés ou nas costas de uma Rainha, ou mesmo nas mãos dadas e nos abraços daqueles que não se viam há muito tempo. E foi também um evento de “mudança de safra”, ou seja, muita gente das antigas não foi, mas em compensação novas caras surgiram, algumas até surpreendendo com magníficas plays que deixariam muitos veteranos de queixo caído. Até mesmo os shows que a Exótic costuma apresentar adquiriram um tom mais informal, acontecendo em horas não programadas e quase totalmente na base do improviso, no tesão momentâneo do ato. A salinha dos fumantes estava bem disputada, parecia que dentro dela as pessoas se conheciam, se identificavam e já saíam para mostrar suas plays. Era como que um local de pré-produção de práticas, de busca de afinidade e de parceria para a realização de fetiches em comum. Alguns não aguentavam e praticavam fetiche no próprio quartinho, onde fiz minha primeira massagem com alguns beijinhos nos pés da sensual Rainha Perséfone, quase abrindo os trabalhos da noite. E foi nesse clima de sensualidade que a Rainha Camille Dame abriu com chave de ouro a festa pisando de forma magistral no Peccatore. Eles usaram aquele espacinho que parece uma jaula para fazer o trample; bom que dá apoio, e ruim que tira um pouco a visão dos que querem assistir.
A Rainha do Peccatore, Nanda Hell, me disse que essa edição foi a melhor de todas em que ela já foi, achou a galera incrível e o espaço perfeito para uma festa BDSM. Sim, dessa vez alguns nomes brilharam na festa. Não quero com isso dizer que outros não fizeram bonito, não é isso. Mas teve uma dupla que se sobressaiu em relação aos demais na suas práticas. Refiro-me ao meu amigo Karioca BB e a lindíssima Camille Dame. Ambos roubavam a cena onde quer que estivessem e principalmente quando atuavam juntos. A play dos dois, onde prevaleceram os chutes, foi impecável! Ela o deixou literalmente caído no chão ao final do massacre por uns bons dez minutos, eu quase fui lá saber se o nocaute era definitivo, mas ele se levantou nessa hora. E antes disso o Karioca já havia dado um show à parte dentro da salinha, primeiro com a Rainha Lótus, que chutou seu saco com a sola dos scarpins até cansar. E depois com uma linda menina (inédita nos eventos) que se posicionou como verdadeira lutadora e aplicou uns golpes violentíssimos sobre seu corpo. Essa menina, que merece um parágrafo especial, foi em companhia da Demonia Tenebris e de mais uma amiga, que também nunca havia pisado numa de nossas festas. Ambas se esbaldaram, mas essa que aplicou a coça no Karioca esteve perfeita em tudo que participou, seja no trample, nas massagens e até nos golpes profissionais que aplicava de vez em quando em quem pedia.
Por falar em golpes profissionais de artes marciais, me convenceram a levar um chute da Rainha Red Hands; ela foi a que mais me convenceu: “ah, vamos Quaquá, deixa, vou pegar leve com você”. Levei uma porrada frontal na barriga que quase voei na parede. Seu chute entrou certeiro, acho que a canela bateu no estômago no mesmo momento em que o peito do pé atingia minhas costelas. Parei, não quis mais. Não sei como Mário, Peccatore e o próprio Karioca conseguem aguentar uma sequência interminável de chutes como esse. Como eu disse, a noite teve seus momentos. Por falar em convencimento, a Rainha Camille meio que me intimou a ir pra parede para me bater com a sua tala. E não adiantou eu choramingar pedindo clemência, levei umas seis chibatadas bem dadas nas costas. Depois disso tirei uma conclusão, acho que o medo elimina um pouco a dor. Eu estava tremendo, conheço essa Rainha como ninguém, e sabia que não viria moleza. Mas as pancadas não surtiram o efeito de dor que eu esperava. Ou será que foi o tesão que eliminou a dor? Ou ambas as coisas? Ah, eu sei lá!
No trample tentaram me detonar de salto fino, minha irmã Lótus subiu com tudo, tentei aguentar, me concentrei, cruzamos nossos olhares, percebi seu sorriso misto de prazer e maldade e pus a mão em suas pernas para tentar em vão diminuir o peso todo em seus calcanhares. Ela cedeu e desceu sorrindo, dizendo que não sou mais como antes. Na próxima surpreendo de novo, ainda era cedo, eu estava frio. Descalça pôde brincar como bem entendesse, dançar, pular e chutar meu rosto. Mário se deitou ao meu lado e a Rainha Demonia pisou nele, depois deu espaço para suas duas amiguinhas entrarem no jogo. Mário de se deu bem, duas gatinhas em cima dele. Quatro na verdade, se contarmos com  Lótus e com a Demonia. Não subiram ao mesmo tempo, mas valeu o show. Depois também fui pisado pela Rainha Demonia, e que pés gostosos  essa mulher tem, parece que foram feitos para o trample (como assim? Vocês podem estar se perguntando, ah, nem eu sei explicar).
Rainha Jade está de visual novo, digamos que uma Rainha intelectual, de óculos de grau, penteado versátil e botas pretas de cano longo. Deu vontade de cheirar aqueles pés tapados o dia todo em botas de couro, mas me contive depois que descobri que ela abriu o pulso de seu escravo durante uma play. Colocamos gelo no braço do rapaz! Ele tá bem! Cheirar pezinho fica pra próxima. Jade levou uma amiga que partiu os corações dos podos. Apesar de Atena ainda não ter escolhido ser ou não uma Rainha, seus belos pezinhos fizeram um baita sucesso. Eu apenas consegui massagear suas mãos e suas costas, de tão disputada que era. Queria um trample, fica também pra próxima.
Por falar em massagem, estou virando o massagista oficial de festa, perdi as contas dos ombros que apertei. Uma das amigas da Demonia me disse que eu ficaria rico se abrisse uma clínica de massagem em Ipanema. Vou pensar na proposta!
Como sempre Mestre Rasputin deu um show de shibari com suas escravas, e no segundo andar, um casal que nunca tinha vindo às festas fez uma incrível performance onde ela o dominava. Ele foi amarrado na cadeira, despido e espetado por vários desses pregadores de roupa, apanhava também! A Deusa era linda e sensual e deu seu show à parte. Uma pena que essa play não foi vista por quase ninguém, estavam todos lá em baixo ou dentro da salinha dos fumantes. Acho que além de mim apenas o cara do bar presenciou a cena.
Mário serviu de poney para a Rainha Nanda Hell e para a Lótus. Depois Lótus me prendeu em uma cadeira e chicoteou meu peito, disse que adorava usar o chicote na parte do peito e da barriga, encerrou a cena me dando uma chicotada no rosto.
Não entendi bem uma aposta feita entre o Pervertedor e a Rainha Camille Dame cujo debate girava em torno de qual o estilo musical mais adequado para a prática do trample. Ela defendia o Funk e ele o Rock. Nessa discussão me puseram no chão e fui pisoteado por ela ao som de Eletro Pop. Não me importa em nada a conclusão que devem ter tirado sobre trilha sonora, o que tenho pra dizer foi que ganhei o mais espetacular trample da noite. Camille subiu de salto, ensaiou um passinhos, mas logo os tirou, e o que se sucedeu foi aquele trample esbanjando sensualidade que essa Deusa faz como ninguém. Eu não queria mais sair do chão, por mim ficava até amanhecer, e ela deve ter dançado umas três ou quatro músicas em cima de mim. Não pulou, mas o trample foi firme, com vontade, com muita disposição de ambas as partes. E assim encerrei minha noite, saí da lá por volta das 4 da manhã e a festa ainda rolava em ritmo acelerado, com muita coisa acontecendo ao mesmo tempo.

Vocês devem estar achando estranho essa ata sair logo no dia seguinte ao da festa, já que as vezes demoro até uma semana para postar. Mas é que meu computador está pifando, está nos momentos finais de uma longa trajetória comigo. Hoje calhou de eu conseguir ligá-lo, coisa que vem sendo cada vez mais rara de acontecer. Por isso, resolvi perder uma hora do meu precioso de domingo, e aproveitando que meu fluminense está levando uma goleada no Brasileirão, larguei a cama e vim trabalhar. Desculpe os erros, não vai dar tempo de correção, saiu tudo num fôlego só e ainda com o gostinho na boca dos pés da Camille Dame.
Se eu sumir é por falta de computador, mas estou vivo.
Mês que vem tem mais!
 

Se deseja uma estrela de primeira grandeza escolha o simplório, é o que digo, não busque senão na aberração a sinceridade, e no disparate a franqueza” (Eucanaã Ferraz)

8.5.15

Sábado - Exòtic - Kinkland - Lapa - RJ



Amigos e amigas fetichistas,

Está chegando à hora de mais uma super edição da: "Exòtik Fetish Fest” agora com o tema – “KINKLAND". E muita atenção, o evento será no SÁBADO, dia 16 de maio, a partir das 23 horas e no já conhecido espaço CASTLE OF VIBE, localizado na Avenida Gomes Freire, 814, Lapa – RJ.

Venha se divertir nessa grande festa fetichista, onde teremos um excelente espaço liberado para qualquer prática fetichista: Trample, adoração de pés, Spanking, Torturas de todo o tipo, Poney Boy, Velas, Voyerismo, Shibari, Dog Play, Cross Dresser, Bondage, CBT, Suspensão e performances obscenas! Muita gente bonita já confirmou presença.

Mais uma vez curtiremos nossos fetiches no aconchegante espaço do Castle of  Vide, novamente a casa escolhida para abrigar essa grande festa, em que o local é super discreto e temático. Teremos o DJ Finno e Akira Shibari tocando a noite som dos anos 80, Eletro Pop, House, Tribal, Goth, Trip Hop, e Rock'n'Roll, além de vários filmes BDSM e fetichistas selecionados por mim e pelos experientes VJs Mário Tapete e Severin Mountty.
Haverá ainda Fetish Shows e as variadas performances de BDSM onde você pode ser o personagem principal, então não perca!

Ingressos no local:
Homens 60 Reais (Com nome na lista pagam somente 50 Reais)
Mulheres 40 Reais (com nome na lista pagam somente 20 Reais)
C. D. 40 Reais (a noite toda)

Lista amiga: Existem três o opções para colocar seu nome na lista e arranjar o desconto:
1-     Colocando o nome na página do evento no Facebook
2-     Mandando um SMS com o seu nome para: 21 9 9784 6948
3-     Mandando um e-mail para mim até as 18 horas do dia da festa – quaternado@yahoo.com.br

Dress Code (opcional) : All black, Máscaras, Fantasias em Geral, Fetish, Couro, Latex, Lingerie, Vinil, Style Sexy, Goth e Zentai

Informações: 21 9 9784 6948    
Lótus Produções Fet
* Proibido fotografar
* Sujeito à lotação e alteração sem aviso prévio.
* Classificação etária 18 anos