24.4.15

Exótic Luxury - Ata



Se não fosse pela Rainha Lindinha eu não teria ido ao esquenta, primeiro porque não estou mais bebendo como antes – nas noites que resolvo beber não tomo mais do que cinco cervejas – e segundo porque não aparece ninguém pra me acompanhar. Já teve época de eu insistir para que a galera chegasse mais cedo e tal, principalmente quando a cerveja é cara na festa – o que prevalece em tempos atuais, oito reais uma long neck – mas não estou mais disposto a encher o saco de ninguém pra chegar antes, só assim não me preocupo mais com horário, antes eu me importava, mas as coisas mudaram. Só deixo o pedido pra galera que cuida do bar da festa pra tentar baixar o preço da loirinha gelada, ou então colocar uma mais popular, a Itaipava por exemplo, que é bem aceita pelo menos frescos. No esquenta dessa última sexta-feira tomei três cervejas sem álcool enquanto esperava companhia. Rainha Lindinha chegou quase em cima da hora de entrar pra Exótic, com uma sandália de salto magnífica e já cheia de cerveja na cabeça, flertou com um rapaz da mesa vizinha e teve sua cerveja paga por ele, pediu-o ainda para beijar o seu pé, mas teve esse pedido negado, não era um podólatra. Contudo, era gente boa, quase pedi para pagar as minhas também. Chegamos na festa às vinte três e trinta.

A Turma chegava aos poucos, da escada já observei toda a beleza da minha maninha Lótus, que estava com uma roupa provocante, sensacional. Sua alegria era contagiante, a expectativa de um grande evento transcendia em seus olhos. Na pista de dança a galera já ensaiava os primeiros passos, foi ali que abracei o casal mais charmoso do BDSM carioca, meus amigos Dom Bianco e sua sub Sofie Bianco, ao seu lado a sempre bela Rainha Camille Dame. O piso superior estava quase vazio, mas a tal salinha que o pessoal usa pra fumar estava tomada de gente, parecia que todo mundo estava ali, inclusive já rolava a primeira play da noite: Rainha Perséfone tinha seus pezinhos adorados pelo experiente Bruno Podo. O ambiente era agradabilíssimo, peguei minha primeira cerveja e fui saber das novidades com meu amigo Mário, que lembrou dos tempos em que eu não fugia dos rigorosos tramples onde as mais malvadas mulheres subiam com todo o tipo de sapato de salto fino. Recordamos juntos quando a Rainha Frigg me detonava sem pena e com saltos de agulha, e às vezes em que eu saia das festas com o corpo parecendo uma peneira, de tanta marca redonda que os saltos deixavam. Parecia que meu amigo Mário estava prevendo, a noite ainda mostraria isso, foi à festa em que mais fui pisado dessa forma nos últimos anos, e meu corpo voltou a parecer peneira, ainda guardo marcas hoje, uma semana após o evento.

A festa pode ser divida em antes e depois da turma de São Paulo Chegar, eles deram um gás fenomenal na festa. Rainha Naja e sua turma, uma galera animadíssima que já chegou conquistando espaço. Com eles um rapaz simpaticíssimo começou a brincadeira de tapas na cara, estava acompanhado de uma loirinha linda, que ainda parecia um pouco aprendiz das nossas técnicas, mas com certeza empolgada com o momento e com o evento, estapeava o rosto do parceiro com força, dando lugar também para que as outras Rainhas de Sampa batessem, e a festa daí por diante tomou um ritmo bem frenético.
Todavia, antes disso acontecer, um tal de Marco roubou as cenas com suas plays de Spanking. Lembro de ver Rainha Lindinha e Deusa Lótus batendo pra valer nele. Depois disso foi à vez da Rainha Fabiana usar seu chicote, e a forma como ela o chicoteava dava tesão: era firme, sexy, poderoso.
Fui pro chão para ser pisado pela Rainha Lótus e por uma Rainha que ficou responsável pelos shows da noite, visto que as tequileiras não estavam presentes na casa. Lótus já começou subindo de sandália no meu rosto, depois caminhou assim pelo meu corpo sem nenhuma pena. Logo a seguir deu apoio para que a outra Rainha também subisse de sandália. Ao mesmo tempo em que me pisavam faziam uma provocação, passando o salto próximo ao meu rosto e pescoço, ameaçando pisar nos locais mais sensíveis e perigosos.
Assim que essa play terminou deu-se início a uma espécie de show, em que os protagonistas eram eu e essa outra Rainha. Ela me pôs sentado numa cadeira bem ao centro do salão e começou um jogo provocativo, que consistia em vir me beijar, mas ao invés disso me bater com o chicote. Depois puxou meus cabelos e subiu com os dois pés nas minhas coxas, o que me valeu uma extraordinária mancha roxa que me enfeita até o presente momento. Encerrou a sessão me batendo no rosto e chamando algumas mulheres da plateia para repetir o ato.
O que se sucedeu a esse show foi uma performance linda de Shibari entre o Mestre Rasputin e sua escrava Lety, que pararam a festa em uma linda exibição de nós e cordas. Depois disso ele me pediu para que limpasse com a língua os perfeitos pés de sua Sub, o que claro, fiz com todo o prazer. Agradeço mais uma vez aqui pela oportunidade.
Falando em adoração de pés, não posso deixar de citar meu amigo Dinho que estava azarando as solinhas das gatas presentes. O cara se seu bem, beijou muito, mas muito pezinho bonito na festa. Toda hora eu o via caído de boca em algum. Destaque pra uma linda Deusa cujo nick era Camilla Salander (salvo engano). Tinha também uma linda mulher, que acho que é switcher – já explico o por quê – com os pés lindíssimos, que de vez em quando escolhia um sortudo para adorá-los, não tive essa sorte. Todavia, em um momento da festa ela me pôs ajoelhado na sua frente e me fez chupar seus dedos da mão, todos eles. Depois me pediu para bater no seu rosto, o que fiz, e assim que bati levei um tapa ainda mais forte do que o que dei. Por isso acho que era switcher. Sempre a vejo, foi nosso primeiro contato físico.

A festa chegou no seu auge lá pelas duas da madrugada, rolava play em todos os espaços, em qualquer cantinho disponível. Fazendo um paralelo com o rock, imaginem Beatles e Stones no comecinho dos anos de 1960 tocando no mesmo espaço minúsculo do Cavern Club, cada um de um lado.  O momento era mais ou menos esse pro BDSM do Rio de Janeiro, Camille Dame e Rainha Naja fazendo altas exibições de trample no mesmo andar, no mesmo momento, ao som de umas rápidas batidas que o DJ Finno soltava como uma perfeita trilha sonora para o ato. Quem estava lá viu!
Meus tramples com salto se intensificaram mais ou menos nessa hora. Foi posto no chão e Rainha Naja subiu com toda à vontade do mundo, ainda chamou suas amiguinhas para uma ajudinha. Fui massacrado da cabeça aos pés, em um ritmo alucinante. Depois disso Naja mandou que tirassem seu calçado – eram botam vermelhas de salto muito alto, cujo couro se estendia até a altura de seus joelhos – e assim, descalça, subiu com ambos os pés nos meu rosto. As solas me esmagavam as faces, e ali debaixo eu podia sentir o maravilhoso odor de seus pés após uma longa jornada dentro de sapatos. Assim fiquei por algum tempo. Depois outros podos foram chamados para o chão e outras rainhas também vieram pisar. Como eu era o único a aguentar os saltos das Deusas, eu era o mais cobiçado dos tapetes, fui destruído (que falta não faz o Gaúcho e o Nelson nessas horas. Mário sumiu se despedir).
Sex Lady, num cantinho próximo ao bar, tinha suas lindas solas beijadas pelo Podomá, para completar o cenário paradisíaco que o Castle Of Vibe proporcionou aos seus convidados.
No piso superior havia rolado alguma play muito hard, o chão estava sujo de sangue, o que demonstrava que o chicote devia ter entrado em ação bonito, pena que não vi o que aconteceu. Lá fora, no tal fumódromo, mais podolatria rolava.
Tenho que abrir um parágrafo pra comentar sobre as figuras sensacionais de Pedro Luiz e Stefano. Eu tenho que tirar um final de semana pra passar com esses caras, a implicância de um com o outro lembra os momentos hilários de Laurel e Hardy nos famosos filmes do “Gordo e o Magro”, apesar daqueles serem ambos magros. Diverti-me muito com o caso do chocolate que haviam prometido para uma Rainha, e ambos discutindo de verdade em quem recaía a culpa pelo esquecimento. Mas o melhor foi quando a Rainha Naja pegou uma menina como escrava e a levou pro meio salão, usando e abusando da “baunilha” em questão. Durante a play, Pedro Luiz parou do meu lado pra ficar dizendo: “olha, minha amiga baunilha! não queria vir porque se dizia baunilha, não curte nada de BDSM, baunilhinha pura, olha só”, isso enquanto a Rainha Naja dominava a menina com muita sensualidade. Acabei sendo chamado para participar do que ocorria, Naja me fez engatinhar de quatro atrás da amiga “baunilha” do Pedro Luiz e ir beijando as solinhas dela, e ainda fez a gatinha me pisar, o que foi realizado com um sorriso de orelha a orelha - essa baunilha vai longe. Durante essa brincadeira Rainha Naja furou o pezinho em algum caco perdido pelo chão, fui cuidar das solinhas da Deusa: limpei com papel molhado e passei gelo... Must the show go on!
A festa ainda estava cheia e com muita coisa boa acontecendo, mas já iam dar cinco da manhã e estou velho pra chegar em casa com dia claro. Tive que me retirar. A noite foi perfeita. Parabéns maninha!
Anotem aí na agendinha a próxima festa, Exótic “Kinkland”, dia 16 de Maio, excepcionalmente em um sábado . Cada edição melhor que a outra. Não percam!



Estou encerrado em mim mesmo, fora de alcance Antes eu me importava, mas agora as coisas mudaram” – Bob Dylan

10.4.15

Exótic - Luxury - Sexta-feira



Amigos e amigas fetichistas,

Está chegando à hora de mais uma super edição da: "Exòtik Fetish Fest” agora com o tema – “LUXURY". O evento será na próxima Sexta-feira, dia 17 de abril, a partir das 23 horas e no já conhecido espaço CASTLE OF VIBE, localizado na Avenida Gomes Freire, 814, Lapa – RJ.

Venha se divertir nessa grande festa fetichista, onde teremos um excelente espaço liberado para qualquer prática fetichista: Trample, adoração de pés, Spanking, Torturas de todo o tipo, Poney Boy, Velas, Voyerismo, Shibari, Dog Play, Cross Dresser, Bondage, CBT, Suspensão e performances obscenas!. Muita gente bonita já confirmou presença.
Dessa Vez curtiremos nossos fetiches no aconchegante espaço do Castle of  Vide, novamente a casa escolhida para abrigar essa grande festa, em que o local é super discreto e temático. Teremos o DJ Finno tocando a noite som dos anos 80, Eletro Pop, House, Tribal e muito Rock'n'Roll, além de vários filmes BDSM e fetichistas selecionados por mim e pelos experientes VJs Mário Tapete e Severin Mountty.
Haverá ainda Fetish Shows e as variadas performances de BDSM onde você pode ser o personagem principal, então não perca!

Ingressos no local:
Homens 60 Reais (Com nome na lista pagam somente 50 Reais)
Mulheres 40 Reais (com nome na lista pagam somente 20 Reais)
C. D. 40 Reais (a noite toda)

Lista amiga: Existem três o opções para colocar seu nome na lista e arranjar o desconto:
1-     Colocando o nome na página do evento no Facebook
2-     Mandando um SMS com o seu nome para: 21 9 9784 6948
3-     Mandando um e-mail para mim até as 18 horas do dia da festa – quaternado@yahoo.com.br

Dress Code (opcional) : All black, Máscaras, Fantasias em Geral, Fetish, Couro, Latex, Lingerie, Vinil, Style Sexy, Goth e Zentai

Informações: 21 9 9784 6948    
Lótus Produções Fet
* Proibido fotografar
* Sujeito à lotação e alteração sem aviso prévio.
* Classificação etária 18 anos

Da concentração – Faremos nosso tradicional esquenta no bar do Gerson (fica na esquina da Rua do Lavradio com a Riachuelo), bem perto do local da festa. Chegarei lá por volta das 22:30. Quem quiser chegar antes e já começar uma birita e um papo sobre fetiche, é só chegar. Conto com vocês!

2.4.15

L I V R E



A vida de Cheryl Strayed definitivamente não é aquela que gostaríamos de ter, mesmo sabendo das suas qualidades de perseverança, disciplina e crescimento interior.  Abusada pelo avô paterno dos três aos cinco anos de idade, passou por momentos terríveis até superar o trauma. Depois se envolveu com heroína, e mais tarde perdeu sua principal aliada, sua mãe, levada por um câncer feroz e devastador, praticamente na
mesma época em que se divorciava do marido. Quase sem amigos ou contato com familiares, Strayed que nunca havia sequer acampado ou feito trilhas, decidiu empreender sozinha uma viagem a pé de mais de mil e oitocentos quilômetros pelos Estados Unidos, saindo a partir do deserto de Mojave para atravessar a Califórnia e o Oregon, até chegar ao estado de Washington, no Norte do país. Essa aventura foi contada em livro, que virou best seller e adaptada para o cinema: Livre.

O que me fez gostar tanto desse filme (eu ainda não li o livro), foi à forma como o diretor focou atenção para o lado humano da personagem vivida por Reese Witherspoon, que vê a morte da mãe como um divisor de águas entre o que viveu e o que ainda pode viver, buscando refúgio em si mesma e partindo para uma arriscada aventura na solidão. A autoanálise é uma das mais belas e incríveis qualidades do ser humano, que nos permite uma ampla visão do nosso mundo interior em sintonia com o cotidiano, e quando bem realizada nos faculta um confronto direto com o que pensamos e o que realmente somos, atingindo dúvidas, desestruturando (in)certezas e clareando pontos obscuros que dificultavam a busca pelo que idealizamos certo, ético ou justo, ou seja, um dos degraus para a tão almejada felicidade. Strayed chega a um ponto limite, questionando se a continuidade da sua vida da maneira como está, lhe trará um futuro feliz.
A não linearidade do roteiro é o ponto estratégico para não tirarmos a atenção nem os olhos da tela. Com as informações aparecendo em doses homeopáticas vamos percebendo o porquê da escolha em sair sozinha para uma peregrinarão por desertos, montanhas e locais inóspitos. A opção da solidão pode ser a melhor escolha dentre as possibilidades que nos é apresentada, e nem sempre estar acompanhado ou estar sozinho é critério a servir de base para a felicidade. Mas a história ainda vai um pouco além, o que a faz ainda mais interessante, já que a repetitiva vida em sociedade pode não ser suficiente para o ideal de superação que Strayed necessita, e mesmo tomando certas precauções de sobrevivência, ela não deixa de se lançar em uma reconstrução de seu “eu” interior passando por momentos de extrema dificuldade e risco de morte, como fome, sede, frio e uma abstinência quase total das facilidades da vida em comunidade.

Para os cinéfilos podólatras que assistem aos filmes sempre empenhados em ver os pezinhos das atrizes, esse pode ser frustrante e broxante. A primeira cena é a de Reese Witherspoon escalando com dificuldade uma montanha, e ao chegar num ponto relativamente seguro, ela tiras as botas e as meias, e o que surge é um pé roxo, um dedão ensangüentado e uma unha quase solta, que é retirada a sangue frio e aos berros. Mas para compensar essa cena horrível, em um dos flashbacks que remontam a história, o pezinho limpinho e macio da atriz é focado por alguns segundos sendo esfregado nas costas do companheiro (nada de especial ou excitante).

“Livre” é um filme biográfico, um drama sobre lição de vida e reciclagem, mas acima de tudo é um filme intenso, profundo e inteligente, e nos mostra que em algum momento da nossa vida a mudança pode ser necessária, e certamente isso nos vai ser mostrado de forma clara, bastando que tenhamos sensibilidade para um estudo de nós mesmos. E aí será a hora de decidir se vamos nos desligar de um passado com trilhas já determinadas ou vivermos um futuro sob novas perspectivas.

22.3.15

Exótic Obscene - Ata



A gente tem que voltar a fazer a concentração. É muito bom reunir a galera na mesa do bar antes da festa e já começar o nosso esquenta, a bebedeira, o papo sobre fetiche e tudo o mais. Dessa vez tive que ir pra festa sozinho, minha Rainha teve um imprevisto em cima da hora e não pode comparecer. Fiquei lá no bar do Gerson solitário. Quando a gente ta bebendo é tranqüilo ficar uma hora sentado sozinho, mas sem álcool é foda, o tempo não passa. Levei o segundo caderno do jornal pra ler, mas acabei com ele dentro do ônibus, então fiquei com cara de paisagem me distraindo com os pedintes e os vendedores ambulantes em rodízio na minha mesa. Essa tarefa de não beber é tranqüila nos dias de semana, mas final de semana com todo mundo se cachaçando do seu lado é hard. Eu sabia que não ia agüentar passar a noite de sexta-feira puro, mas quis esperar pra tomar uma cerveja dentro castelo, e assim o fiz, quando acabou meu guaraná zero fui pra festa. O garçom ficou meio puto porque ocupei sozinho uma mesa disputadíssima, na esquina da rua, por 40 minutos, e só gastei 4 reais. Deixei o troco de um real de gorjeta e acho que ele me mandou tomar no cu em sussurro. Da próxima vez vamos fazer o esquenta lá, já deixo anotado aqui, vai ser dia 17 de abril, sexta-feira. Como a festa abre às 23 horas, to pensando em chegar às 22 horas no máximo, quem puder apareça, o bar do Gerson fica na esquina da Rua Lavradio com a Riachuelo, na verdade ali é o começo da Lavradio, bem perto da Castle of Vide, onde vai ser novamente o evento. O bar tem bom preço, e uns petiscos legais.

Cheguei e a festa já estava cheia, que ótimo, peguei fila com prazer, gaúcho chegou logo atrás de mim e ficamos de papo no aguardo para entrar. Um quesito que faz diferença no Castle Of Vibe é o atendimento. Todo mundo é gente boa. Não se importam nem um pouco com o que rola na festa, pelo contrário, parecem curtir, e ás vezes até dançam e incentivam práticas, isso faz a diferença.
Entrei e já fui falando com os amigos, logo já tinha umas plays rolando, em geral adoração de pés, lembro de ver Perséfone beijando as belas solas da Deusa Isodama, e mais outro casal que não conheço. A salinha que da acesso a minúscula área dos fumantes já estava cheia, e perto do bar umas pessoas disputavam espaço para assistir uma cena de dominação em que parecia haver também sexo nela, um cara dominava sua escrava e parece que a penetrava, mas não enfiei a cara pra ver se era simulação ou real, mas que a coisa estava caliente estava! Logo embaixo, no andar principal, as pessoas já dançavam no salão e Lady Sex tinha os pés beijados por Marcos Podo.
Um pouco depois a anfitriã Lotus anunciou a apresentação das tequileiras. Uma cadeira foi posta no centro do salão, uma pessoa era escolhida e a tequileira bagunçava o coreto. Lembro que o primeiro a ser pego foi o Malpodo, ela jogou a bebida em sua boca, subiu com os dois pés em suas coxas, e sacudiu sua cabeça entre as pernas. Depois foi a minha vez*, a tequila desceu quente, eu estava sem beber uma gota de álcool há dias, e aquilo já me vez tonto quase que instantaneamente, minha cabeça foi sacudida pelas mãos dela e fui liberado. Mais duas ou três pessoas foram também escolhidas para a bricadeira.
Antes que o povo se dispersasse foi à vez da brincadeira do “tapetão humano”: eu*, Gaúcho e Malpodo deitamos no chão e fomos pisados por uma das tequileiras, primeiro de salto e depois sem. A tequileira encheu minha boca de bebida mais uma vez, começou a me pisar e depois alguém a chamou e por algum motivo ela saiu. Ao voltar, parecia que havia se esquecido que já tinha me dado tequila e encheu minha boca mais uma vez, dessa vez tanto que até transbordou, molhando meu pescoço e cabelo, ela nem se deu conta, levantou e começou a dançar em cima de mim, seguindo os passos para cima dos dois amigos que estavam no chão ao meu lado. Quando levantei pareceu que a performance tinha animado a festa, começou a pipocar play por todo o canto, uma mais bacana que a outra. Percebi que não podia tomar cerveja, estava ficando bêbado, me prometi que não fico mais bêbado. Comprei uma água.
Agora duas hards plays: a primeira protagonizada pela Rainha Red Hands e pelo meu amigo Carioca BB. Muito chute no saco, e como a Deusa em questão é lutadora de kickboxing, as porradas eram profissionais. Depois de muito chute, ela passou a socar a barriga e as costelas, com golpes rápidos e certeiros. Na mesma sala, do outro lado, uma linda e cruel cena de spanking acontecia: encostada em uma das paredes, uma mulher apanhava de outra. Com o tempo às nádegas começaram a sangrar, e no final, a que batia, espalhou o sangue com as mãos e deu uma lambidinha, como pra mostrar que quem manda no pedaço é ela. Lindas plays! Nesse momento Mário carregava Rainha Jade nas costas, cujos belos escarpins em seus pés ficavam apoiados em baixo de seus braços.

No primeiro andar mais animação, Rainha Lindinha fez um sensacional trample no Gaúcho, andou muito nele. Peguei essa play pelo meio, então não vi se antes ela havia subido de salto alto ou não, ela caminhava descalça. Fui chamado pro chão*, e também fui pisoteado com vontade, com muitos pulos e chutes.
Dessa vez a festa contou com umas figuras importantes do meio BDSM, além do meu brother Fidel, estavam presentes o Maligno e a Letícia Carvalho. Maligno é de SP, fizemos muito trample juntos na época em que ele vinha ao Rio como representante de uma das festas de lá, um cara muito gente fina que chamou a atenção das gatas pela fantasia de policial, com boina e tudo. Rainha Letícia eu ainda não conhecia, mas todo mundo sabia quem era, ficou o tempo todo rodeada de fãs e troquei rápidas palavras com ela, que pareceu ser uma simpatia de pessoa. Teve seus pés beijados por muitos podos. Resumindo, a presença dessas pessoas foi um sucesso enorme.
Um desconhecido também chamou a atenção, era um garoto que devia ter no máximo 20 anos, estava igual pinto no lixo aos pés das mulheres, mais feliz que criança em parque de diversão. Teve uma hora em que perdeu os óculos pelo chão, acenderam as luzes e foi um tal de aparecer celular em função lanterna para ajudar na busca, acabou que fui eu que achei, devolvi o sorriso do rosto do menino que voltou para suas Deusas do momento.
Uma Rainha loira que volta e meia está na festa com seu escravo pisou nesse garoto, como ele não agüentou muito tempo eu fui pro chão* no lugar dele. A Deusa em questão me pisou muito, subiu com vontade e dançou muito em cima de mim.
Por falar em dançar, tenho que dar os parabéns ao DJ Finno, dessa vez ele se superou. Mandava as músicas certas na hora certa, a pista de dança só parava na hora que tinha que parar para dar espaço à alguma performance programada. Dancei muito ao som de vários ritmos ( dancei não, me sacudi, porque todos sabem o fracasso que sou em me requebrar).
Rolou também os parabéns, Rainha Sapphire e Índia GG comemoraram mais um ano de vida. O bolo era uma delícia, todo mundo que estava no salão provou.
Muitas outras plays rolaram, a festa não parava. Fiz* um trample no meio do salão com a Rainha Donatela, ela me pisou descalça. Depois fiquei sabendo que ela havia quebrado o salto, será que foi pisando em alguém? Se foi queria ter visto. Gaúcho também fez uma longa cena de trample dentro daquele espaço que parece uma gaiola, quem lhe pisou sensualmente foi a Sex Lady.
Uma cena bonita foi a de uma Sissy (é assim que se escreve?) interpretando uma canção. Ela dançou e cantou certinho uma famosa música conhecida pelo público em geral e em especial pela animada turma do LGBT, um show à parte.
Foram distribuídos pirulitos na festa.
Sai de lá quase às 5 da manhã. As plays ainda rolavam sem perspectiva de acabar. Não parava, ninguém desanimava.

Quero agradecer mais uma vez a todos pelo carinho de sempre, vocês são sensacionais. Um beijo especial na minha maninha Lótus, meus parabéns pelo mega sucesso dessa festa, uma das melhores dos últimos tempos. Um grande abraço nos amigos Pedro Luiz e Maligno. Esse último sempre acompanha de longe as atas.
Mês que vem tem mais, não percam!

* Todas as plays que fiz nessa festa foram previamente aprovadas pela minha Rainha Camille Dame, cujo contado se dava por telefone, tecnologia whatsapp.

16.3.15

Exótic - Obscene - Nesta Sexta-feira!



Amigos e amigas fetichistas,

Está chegando à hora de mais uma super edição da: "Exòtik Fetish Fest” agora com o tema – “OBSCENE". O evento será na próxima Sexta-feira, dia 20 de Março, a partir das 23 horas e no já conhecido espaço CASTLE OF VIBE, localizado na Avenida Gomes Freire, 814, Lapa – RJ.


Venha se divertir nessa grande festa fetichista, onde teremos um excelente espaço liberado para qualquer prática fetichista: Trample, adoração de pés, Spanking, Torturas de todo o tipo, Poney Boy, Velas, Voyerismo, Shibari, Dog Play, Cross Dresser, Bondage, CBT, Suspensão e performances obscenas!. Muita gente bonita já confirmou presença.
Dessa Vez curtiremos nossos fetiches no aconchegante espaço do Castle of  Vide, novamente a casa escolhida para abrigar essa grande festa, em que o local é super discreto e temático. Teremos o DJ Finno tocando a noite som dos anos 80, Eletro Pop, House, Tribal e muito Rock'n'Roll, além de vários filmes BDSM e fetichistas selecionados por mim e pelo experientes VJ Mário Tapete e Severin Mountty.
Haverá ainda Fetish Shows, variadas performances de BDSM, e a presença de duas tequileiras (ANNINHA WOLFF & DAY TEQUILATRIX ) que literalmente vão abusar da noite e agitar a cabeça dos convidados em um show de muita ousadia e sensualidade.

Ingressos no local:
Homens 60 Reais (Com nome na lista pagam somente 50 Reais)
Mulheres 40 Reais (com nome na lista pagam somente 20 Reais)
C. D. 40 Reais (a noite toda)

Lista amiga: Existem três o opções para colocar seu nome na lista e arranjar o desconto:
1-     Colocando o nome na página do evento no Facebook
2-     Mandando um SMS com o seu nome para: 21 9 9784 6948
3-     Mandando um e-mail para mim até as 18 horas do dia da festa – quaternado@yahoo.com.br

Dress Code (opcional) : Máscaras, Fantasias em Geral, All Black, Fetish, Couro, Latex, Lingerie, Vinil, Style Sexy, Goth e Zentai

Informações: 21 9 9784 6948    
Lótus Produções Fet
* Proibido fotografar
* Sujeito à lotação e alteração sem aviso prévio.
* Classificação etária 18 anos

4.2.15

Exótic - Baile dos 50 Tons - Nesta Sexta!



Amigos e amigas fetichistas,

Está chegando à hora de mais uma super edição da: "Exòtik Fetish Fest” na mais nova edição com o tema – O Baile dos 50 tons". O evento será na próxima Sexta-feira, dia 06 de Fevereiro, a partir das 23 horas e no nosso tradicional Espaço Marun, localizado na Rua do Catete, 124 – Catete – RJ.

Venha se divertir nessa grande festa fetichista, onde teremos um excelente espaço liberado para qualquer prática fetichista: Trample, adoração de pés, Spanking, Torturas de todo o tipo, Poney Boy, Velas, Voyerismo, Shibari, Dog Play, Cross Dresser, Bondage, CBT, Suspensão, uma linda performance burlesca com Alicce RedDesire e muito mais. Muita gente bonita já confirmou presença.
O Espaço Marun  é novamente a casa escolhida para abrigar essa grande festa, o local é super discreto e seguro. Teremos o DJ Finno tocando a noite som dos anos 80, Eletro Pop, House, Tribal e muito Rock'n'Roll, além de vários filmes BDSM e fetichistas selecionados por mim e pelo experiente VJ Mário Tapete.
Haverá ainda Fetish Shows, variadas performances de BDSM, Alicce Red Desire, estande de acessórios, Leilão de escravos e a sensação do momento – a linda tequileira – que literalmente agita a noite e a cabeça dos convidados em um show de muita ousadia e sensualidade.

Ingressos no local:
Homens 60 Reais (Com nome na lista pagam somente 50 Reais)
Mulheres 40 Reais (com nome na lista pagam somente 20 Reais)
C. D. 40 Reais (a noite toda)

Lista amiga: Existem três o opções para colocar seu nome na lista e arranjar o desconto:
1-     Colocando o nome na página do evento no Facebook
2-     Mandando um SMS com o seu nome para: 21 9 9784 6948
3-     Mandando um e-mail para mim até as 18 horas do dia da festa – quaternado@yahoo.com.br

Dress Code (opcional) : Máscaras, Fantasias em Geral, All Black, Fetish, Couro, Latex, Lingerie, Vinil, Style Sexy, Goth e Zentai

Informações: 21 9 9784 6948    
Lótus Produções Fet
* Proibido fotografar
* Sujeito à lotação e alteração sem aviso prévio.
* Classificação etária 18 anos

15.1.15

Exótic - Happy Birthday - Ata



Se te pedirem para fechar os olhos e imaginar um casal fazendo as pazes e se reconciliando após alguma discussão passageira que sempre deixa certas mágoas e irritações, você vai imaginar uma praça em um dia claro de sol? Flores na mão do namorado e traços de um sorriso meio orgulhoso nos lábios dela? Ou prefere imaginar um parque de diversão em plena ebulição? Com direito à roda gigante e sorvete branco de baunilha escorrendo como esperma pela casquinha em formato de pênis?
Visualizemos um cenário diferente, bem menos baunilha que o sorvete: uma sala parcialmente escura, parte integrante de uma festa um bocado underground, freqüentada por praticantes de uma arte cuja sigla é BDSM, e que o casal acima imaginado cumpre a tal reconciliação. Pra quem a assiste ao vivo e desconhece os fatos aqui narrados a cena pode parecer um tanto teatral, e até mesmo já ensaiada, contudo não houve planos ou acordos. A moça de vinte e poucos anos manda o rapaz se deitar, é o dia em que ele comemora seu aniversário, e nesse momento a festa está apenas no começo. Ele primeiro se ajoelha, retiras calmamente as sandálias beges dela e beija seus pés, depois tira a própria camisa e a estende no chão, em seguida deita suas costas sobre a peça de roupa. A Rainha em questão chama-se Camille Dame, ela pede ajuda para um amigo, o Dom Bianco, que está ao lado e oferece com prazer suas mãos para servirem de apoio. O escravo ao chão sou eu, feliz e apreensivo ao mesmo tempo com o momento. Nunca fiz Trample com minha Rainha em situação semelhante, ou seja, ela ainda com uma pontinha de raiva pela breve discussão que se sucedeu pouco antes da nossa concentração no bar de sempre. Sobe com força, mais do que eu esperava, começa um pisoteamento forte, como aquela marcha militar em que os cadetes têm que levantar as pernas quase na altura do próprio tórax para bater com força as botas no chão e fazer o barulho desejado em exibições onde se acompanha a banda musical em paradas de festas comemorativas. E as pisadas viraram pulos, e depois chutes. Achei que não agüentaria por muito tempo, o público em volta também não. Olhavam-me com interesse sádico e admiravam a capacidade de destruição daqueles pés branquinhos e pequenos que pouco antes eram inofensivos em seus passinhos ritmados na pista de dança da festa. Olhei pra cima, suas pernas não vacilavam, os pulos não erravam, vinham certeiros ora no estômago, ora no peito, meu saco era poupado, mas nas horas dos pequenos intervalos de descanso era nele que os calcanhares da Deusa pousavam o peso. O massacre foi hard, não sei quanto tempo durou. Lembro de um meio tempo, e com ela ainda em cima, em que tive que beijar, cheirar suas solas enquanto seu peso dificultava minha respiração, quase apaguei. Mas resisti. Lembro de me levantar, sentar e receber um cafuné, as pessoas me olhavam. Meu Deus! Fiz meu primeiro trample com quarenta anos, e o mais hard da noite. Era o começo da primeira exótic do ano.

Não marquei concentração porque não sabíamos se iríamos aparecer mais cedo por lá. Acabou que chegamos umas vinte e três horas, a casa ainda estava fechada e pra animar encontramos com o amicíssimo casal Gaúcho e Fada. Fomos pro bar! Não tinha nenhum fetichista por lá, sentamos numa mesinha escondida em frente ao banheiro e começamos a beber e a falar de cinema. Eu bebia cerveja sem álcool, que não é tão ruim como dizem. Vocês já sabem que parei de beber né? Na verdade parei 95% de beber, os 5% que irei me permitir ocasionalmente ao álcool acontecerá no decorrer das festas fetichistas ou em momentos comemorativos, como um aniversário, um casamento ou acertando números lotéricos. Na festa de sexta, tomei quatro Stellinhas, uma me foi dada pelo grande amigo Mal Podo. Como Mário sempre me dá uma cerveja de aniversário e dessa vez ele não esteve presente, vou cobrar na próxima!
O Dj mudou de lugar no palco do trample, ele foi pro canto da porta, e as plays estão acontecendo bem no meio do palco e no antigo lugar onde ficavam os apetrechos do som. O lugar é melhor, acho que tem mais apoio para as Deusas se segurarem. A anfitriã lótus foi a primeira a abrir o espaço, levou um escravo lá pra cima e pisou bastante nele. O cara era um novato, de uns vinte e poucos anos, não o conhecia, mas mandou bem no chão. Lótus ameaçou subir de salto, mas subiu descalça, depois deu uns fortes chutes com a sola na barriga e no peito. Tem uma garotada boa aparecendo nos eventos, são resistentes a tramples e não ficam envergonhados em fazer plays. Tinha também um casal jovem e bonito que participou bem da festa, brincavam a sós os dois: adoração de pés, trample, e alguns tapas. Mas via-se que se divertiam, que essa era a vibe deles ali. Na pista uma linda adoração de pés entre a Senhora Lúcia e um escravo. Essa ainda fez um hard trample com Gaúcho, subiu de salto e pisou muito no rapaz.
Depois disso o palco deu lugar a umas lindas cenas de spanking. Lótus chicoteou pra ver o Severin Montty, que resistiu bravamente por um longo tempo. Esse cara agora também e VJ na festa, e leva uns filmes raros, sensacionais. Ele tem um profundo conhecimento de cinema underground e alternativo, sabe muito sobre o BDSM na sétima arte, e sempre que da tempo trocamos altas idéias.

Na parte de fora, área onde ficam os fumantes, as plays estavam rolando solta, a festa estava lotada e qualquer canto era usado pra algum tipo de fetiche. Meu amigo Dom Ferreiro usou umas das mesas para debruçar a Mortícia e aplicou-lhe várias chicotadas, numa das performances com mais público na noite. Sua escrava também foi chicoteada por ele mais tarde. Ao lado dessas plays rolou uma cena que pouco vejo nas festas, um cara adorando uma Rainha de pés sujos. São raras as Rainhas que vão com as solas sujinhas ou que andam descalças com o propósito de sujá-las para que alguém as limpe com a língua. E tem muito podo que gosta dessa prática, alguns só tem a vergonha em assumir e fazer ao vivo perante terceiros. O que não foi o caso desse cara, cujo nick é Gabriel Podo, que sentou aos pés da Rainha Morgana e lambeu suas solinhas negras de sujeira, não se importando com nada além do seu fetiche. Mandou bem Gabriel!
Tinhas umas meninas fazendo uma performance com faca, vela, chicote e etc. Bem legal! Teve até uma sub que teve as costas costuradas, ou furadas por agulhas, e fazia-se um laço. Não é minha praia, mas acho o máximo. Um puta trabalho de arte!
Não posso deixar de registrar a presença do meu grande amigo Paulista. Com o visual diferente (barbudão) ele estava lá, simpático como sempre e curtindo de montão. Não o vi fazendo nada, mas tenho altas recordações desse cara em ação, esse tem história.

A tequilatrix mandou muito bem, como sempre! Deu seu show enquanto escolhia uns sortudos entre os presentes para ir ao palco sentir seus poderes. Colocava o cara sentado na cadeira, rodeava-o sorrateiramente e começa uma suave dominação, que podia ficar mais pesada se a pessoa consentisse em gestos. O primeiro a curtir a atração foi o Mal Podo, que foi literalmente pisoteado em cima da cadeira, depois foi o Severin Montty. Outras pessoas também foras escolhidas, mas não fiquei pra assistir.
Outro show de estrema sensualidade foi o da Allice RedDesire. Deixou o público babando.
Na parte de fora as plays continuavam acontecendo, Rainha Madeline dominava e tinhas seus belos pés adorados por um escravo que não sei o nome. E em um cantinho escuro escondidinho um casal se curtia, ele chupava cada dedinho do pé dela e lambia toda a extensão de suas solas. Ela relaxava, curtia como se fosse um orgasmo!
Gaúcho foi o cara que mais fez trample, toda hora uma Deusa subia nele, lembro da Branca de neve pulando no seu rosto. Rainha Camille Dame também o pisou muito, tanto que até o fez pedir água, coisa rara em se tratando de Gaúcho no trample.
Em Frente ao palco, Peccatore levava uma verdadeira surra da sua bela Rainha Nanda Hell. E que chicote que nada! A Rainha socava sua barriga com toda a força e levantava a perna bem alto para chutar seu peito e sua barriga, sobrava até pro saco! Grande play!
A noite foi perfeita, e se pode dizer que houve algo negativo, foi o cara nu da cintura pra baixo que ficava perambulando pela festa. Não que esse fetiche seja proibido, nossas festas são feitas para que as pessoas se sintam bem da maneira que quiserem. Mas parece que o cara ultrapassou os limites do razoável e estava mexendo no seu pintinho de um modo desrespeitoso. Houve várias reclamações. E nada que uma boa conversa não resolva.Acho que ele não fez por mal, foi falta de entendimento sobre os limites da razoabilidade. O cara parecia ser do bem.
Já eram quatro da manha quando a Anfitriã Lótus convocou os aniversariantes para comemorar junto com ela mais um ano de vida. Subimos ao Palco eu, Camille, Jade, Lótus e Rainha Donatella. Cantamos os parabéns e fiz meu primeiro discurso sóbrio em anos de festa. Depois distribuímos o bolo, e teve pra todo mundo que quis comer. Estava ótimo!
Fechei a noite com a Rainha Fada me pisando. Caminhou firme por todo o meu corpo, dançou duas músicas inteiras em cima de mim. Pulou e andou como quis!

Quero agradecer a todos os que comparecerem ao evento, ao carinho de sempre. Agradeço aqueles que queriam está lá, mas por força maior não puderam. Um beijo especial na Lótus, pela vontade de sempre estar fazendo o melhor. Foi uma noite inesquecível. A todos os amigos que mandaram parabéns pelo Facebook, tentei ir lá e agradecer pessoalmente a todos, mas sou leigo naquilo, e não consegui agradecer todo mundo. Sintam-se então abraçados. Valeu mesmo. Poney e Jade obrigado pela Carona. Bianco pela Força! Camille, sem palavras, só perfeição.
Mês que vem tem mais. Folia e fetiche, tudo a ver. Beijos!