15.9.14

Fetish Lab - O Império Contra-ataca - Ata




Há mais ou menos um ano e meio, um amigo meu que frequentava festa, resolveu comemorar seu aniversário de 40 anos em um sítio um pouco afastado dos centros urbanos. Ele frequentava e não frequenta mais porque acabou se apaixonando por uma Deusa que conheceu numa de nossas festas e hoje o casal de pombinhos curte uma eterna lua de mel BDSM entre quatro paredes. Lindo quando o fetiche une casais, não acham? Nunca concordei tanto com isso quanto agora. Mas voltemos ao tal aniversário! O sítio que ele alugou era top de linha: tinha uma piscina enorme, campo de futebol, parquinho de diversão pra criançada, churrasqueira e um imenso dormitório com capacidade para mais de 30 pessoas passarem a noite confortavelmente. Enfim, ele se programou muito bem pra essa festa, afinal quando se entra no “enta” não se sai mais. Comprou muita carne, conseguiu voluntários para preparar caldos, torresmos e os mais variados tira-gostos. E para que o Rock and Roll rolasse noite adentro e ninguém parasse de dançar, ele comprou um desses aparelhos de som último modelo que leem de tudo, desde mídia de CD e DVD até cartões de memória e Pen Drive. Pronto, tudo certo para que a festa dure um final de semana completo sem nenhum estresse, só alegria e curtição. Todos já bebiam quando fomos colocar a música: tomada na parede, as dezenas de luzes coloridas do aparelho se acendem, no visor as funções, os programas, as medidas e as frequências. Enfiamos o CD Led Zeppelin IV, vamos abrir com chave do ouro, Black Dog neles. “Ué? Não ta tocando”, alguém logo percebe. Troca-se o CD, põe um DVD! Nada. Alguém de Pen Drive? Sim, um amigo levou. Plugamos! E nada de música tocar. Todo mundo nessa hora vira técnico, vai lá, olha, cutuca novamente nos botões já mil vezes cutucados antes, e nada de sair som nenhum. Resultado, festa sem música! Som com defeito! Um balde de água fria nos trabalhos e dedicações de mais de um mês para uma festa especial. Eu votaria a ver um pouco disso nesse último sábado.

Júlio preparou com todo o carinho uma Fetish Lab especial. Assim como eu, ele é muito fã da sétima arte, e tem como adoração os clássicos de ficção científica que mudaram o gênero nos anos 70 e 80: Star Trek, Blade Runner, A Space Odyssey, e é claro o popularíssimo e escolhido como tema para essa festa: Star Wars – O Império Contra-ataca.
Eu estava fazendo a concentração sozinho, no Bar do Gerson, próximo à festa. Era mais ou menos 22:30 quando percebi um alvoroço na esquina da Rua. Um monte de gente se levantando das mesas e indo até lá, celulares filmando e tirando fotografias. Quando olho são meus amigos da Fetish Lab, fantasiados de personagens do filme, caminhando e divulgando o evento nas ruas da Lapa. As fantasias estavam tão perfeitas que poderiam mesmo ser atores saídos de uma filmagem para uma divulgação do trabalho. Todos queriam fotos com eles. Foi uma cena lindíssima.
Eu fiz a concentração nesse Bar do Gerson porque não tinha ninguém conhecido no Sinucas da Lapa (anunciei esse bar na chamada da festa). E como ninguém apareceu para beber comigo, não fez muita diferença. Depois de umas quatro cervejas fui pra perto da festa, beber naquela lanchonete que fica bem embaixo da casa.Vai que encontro algum amigo pra papear? Conheci uma senhora simpaticíssima, de uns oitenta anos de idade, que diz ter sido amiga pessoal do grande dramaturgo Nelson Rodrigues. Conversamos de literatura, política e cinema. Fiquei impressionado com a inteligência e a lucidez dessa senhora que sozinha num sábado a noite bebia sua cervejinha e relembrava seus tempos de juventude em um bar da Lapa. Quem pegou o final da conversa foi meu grande brother Mário, que esbanjou cultura e conhecimento filosófico ao se adentrar nos professores que lecionaram para a tal senhora. Bebi mais umas três cervejas com Mário, não lembro se ajudei a pagar a conta, e subimos pra festa!

Quando cheguei à galera se animava com o pessoal fantasiado, simulavam combate, tiravam fotos e brincavam de cinema. Aquele primeiro andar parecia um museu de cera vivo. O segundo piso, onde normalmente acontecem às cenas de BDSM estava vazio, todavia o quartinho adotado pelos meus amigos queridos já estava se enchendo. Uma rodinha de bom papo já rolava, me sentei no chão e participei de alguns momentos de conversa. Foi nesse momento que minha amiga Pocahontas falou que já estava indo embora, e que só apareceu para ver os amigos e que queria fazer um trample comigo antes de partir, já que nunca fizemos isso juntos. Fomos pra tal jaula que já falei em outras atas. Não é que a menina sabe pisar? Começou caminhando meio tímida, e logo foi dando uns pulinhos até virarem pulões. Seus pés subiam lá no alto e aterrissavam com força na minha barriga e peito. Foi embora cedo demais, e foi um prazer revê-la depois de tantas festas.
Depois disso fui pisado pela minha querida amiga Lailai_Calavera, que como nos velhos tempos me pisou pra valer e pulou inúmeras vezes, saí destruído. Lailai foi um dos nomes da festa, além de me pisar fez uma ótima play onde era chicoteada pelo experiente Dom Fergir, e mais tarde ou mais cedo (não lembro agora), a linda Lailai também foi espancada pelo meu amigo Ferreiro. Depois, e continuando as sessões de Spanking, essa mesma menina foi espancada pelo Medieval Dragon. E esse mesmo Dom também fez uma linda cena de spanking, que se não me engano, com a Adaga.
Mudando um pouco de assunto, eu estou me modernizando com a tecnologia, não estou mais escrevendo o que vejo na festa. Facilitei minha vida baixando um aplicativo que grava voz no celular e passo a falar ao invés de escrever. Como foi minha primeira experiência com tal modernidade, cometi um pequeno erro e apaguei algumas plays que havia narrado, e como agora não lembro mais, não posso passá-las pra vocês, mas acho que foi algum spanking e algum trample de alguém. Na próxima festa já estarei craque na arte da narração e esse texto deve ficar bem mais rico.

Na última edição da Fetish Lab eu comentei com vocês que massageei e beijei os pés de uma Rainha de Niterói. Dessa vez ela estava presente de novo e aconteceu à mesma coisa, como um replay. Tirei seus scarpins e desfrutei de seus pezinhos, parecia à mesma cena de um mês atrás, no mesmo cantinho, na mesma hora.
Quando desci a casa já estava mais cheia e ia continuar enchendo se não acontecesse o que aconteceu: o som parou, pane geral! Um balde de água fria nos trabalhos e dedicações de um mês do Julio para uma festa especial. Quem chegava e não ouvia música ia embora, e os presentes começaram a se retirar. Em 40 minutos a festa já havia perdido mais ou menos 60% do público. Depois de uma hora sem som, eu já cansado e bêbado, também fui embora. Fiquei sabendo que depois que saí consertaram o som, e boa música do DJ voltou a rolar, uma pena eu não ter esperado mais um pouco, mas naquele momento eu julguei que não conseguiriam reverter mais à situação. Então não sei se rolou mais performances e até que horas a festa durou, fui embora as duas da manhã, eu acho.
Quero agradecer ao Júlio pelo evento, e me desculpar pela minha saída um tanto cedo. E quanto ao som, não fique chateado, esses incidentes acontecem mesmo, não dá para prever.E tenho muita certeza que outras grandes Fetish Labs virão por aí. Eu me diverti muito enquanto o som rolou, e muita gente curtiu bastante também, e que venha a próxima em alto, bom e duradouro som.
Obrigado a todos pelo carinho de sempre! Beijos e paz! Nos vemos em Outubro.

9.9.14

Fetish Lab - O Império Contra-ataca



Meus amigos fetichistas,

Com muitas novidades e querendo mais uma vez surpreender, chega até vocês à esperada quarta edição da “FETISH LAB – O Império Contra-ataca”, no novo espaço carioca para nossas práticas de BDSM, o Castle of Vibe. Mantendo a proposta de trazer a mais alta qualidade musical e de muita variedade em performances, esse evento promete divulgar para um amplo público todas os prazeres das nossas noites fetichistas, enriquecendo e ampliando cada vez mais o BDSM  na nossa cidade.
A Fetish Lab vem também lotada de belas performances de trample, Shibari, Poney play, Bondage, Spanking, Velas e muito mais, tudo isso ao empolgante som fetichista de Dj DvogT ( DDK, Bazar Noir ) e Dj Ramonah ( Ferri Party, Um Drink no Inferno) com o que tem de melhor no Classic Rock, Industrial, Gothic e outros.  No telão filmes da grande série Stars Wars!
Então anota aí, nessa Sábado 13 de Setembro, à partir das 23 horas, na Avenida Gomes Freire, 814 LapaFetish Labno Castle of Vibe!


Homem 30 Reais confirmando presença e chegando até 00:00*, e 40 sem confirmação.
Mulher 20 Reais confirmando presença até 00:00* , e 25 sem confirmação.

  • Para confirmar presença e ter o desconto basta entrar na página da Fetish Lab no Facebook e clicar confirmando presença. Ou então mandar seu nome para esse e-mail: fetishlablista@gmail.com

Nos vemos no Sábado, muita novidade nos aguarda!

Ps. Faremos a tradicional concentração no barzinho Sinucas da Lapa, bem próximo à festa, na Rua Riachuelo, chegarei por lá uma hora antes do começo da festa para já começar a biritar e aquecer.

8.9.14

Exòtic - Discipline Military - Ata



Vai ser uma ata meio incompleta, pois pra variar bebi demais e não anotei quase nada! Lembro de umas coisas ótimas e de umas plays fantásticas e tentarei aqui dar um resumo delas. Eu achei essa festa louca demais, e não sei se foi o meu estado de álcool que me fez ver coisas distorcidas, mas achei que todos estavam contentes demais, rindo o tempo todo, zoando tudo. Quando fecho os olhos e tento remeter meus pensamentos para aquela noite, só tenho lembrança de sorrisos, de pessoas curtindo como se fosse o último dia de vida delas.
Vou retroceder um pouco, até umas 18 horas dessa mesma noite em Niterói, quando eu carregava uma criança de pouco mais de um ano no colo no instante em que tropecei nessas calçadas desniveladas que temos espalhadas pela cidade. Eu ia cair de frente, com a bebê por baixo do meu corpo. Só que nessas horas nosso instinto de proteção fica tão grande que automaticamente nosso reflexo muda o destino da proteção. Ele sai do nosso corpo para se canalizar totalmente no ser frágil que está sob seus cuidados. No momento da queda eu joguei meu corpo totalmente para trás, não para cair de costa, pois assim também eu poderia causar alguma lesão ao meu bem protegido, mas para equilibrar o impacto nos meus joelhos, pois só assim a criança teria uma proteção 100% garantida. E graças a Deus assim se deu, caí no meio da rua de joelhos, como um jogador de futebol que comemora o gol deslizando canela e joelho no gramado do estádio. Fiquei tão feliz que nada aconteceu com a criança, que não me importava nada em ver minha pele totalmente ralada e o meu tornozelo direito violentamente torcido. Então fui beber pra comemorar!

Queria ver o jogo do Brasil na Lapa, para não perder nenhum lance da “nova” seleção do Dunga e chegar na festa mais ou menos no horário marcado. Então fui pro Bar do Gerson, que fica na Riachuelo esquina com Lavradio, pertinho da festa e com Cerveja Bohemia há sete reais a garrafa de 600ml. Dei sorte que arrumei uma mesa boa, bem de frente pra tv! Lionel me ligou falando que ia pra lá, mas não me achou, então fiquei bebendo sozinho até quase o segundo tempo do futebol, quando chegou minha Rainha Camille Dame e mais um amigo em comum, o grande Remy LaBeau. Nesse momento a anfitriã lótus me ligo e falou que queria ajuda pra subir com um monte de cadeiras, então fui pra lá, dei uma força e voltei pro botequim!

Assim que jogo terminou, pagamos a conta e fomos pra festa.
Eu nem preciso dizer que já estava no brilho quando entrei, a galera já dançava ao som do DJ Finno – que dessa vez mandou um ótimo repertório, com direito a muitos elogios – e os dois andares já estava com bastante gente. A anfitriã Lótus estava linda, e recebia a galera com um belo sorriso e um puta de um abraço. Logo de cara vejo meu grande amigo Mário em ação, ele estava sendo pisado pela bela Rainha Pezinha Penélope lá naquele espaço que se assemelha a uma jaula. Quem passa pela escada fica literalmente de cara pra grade da jaula vendo de pertinho o que rola, e parei por ali ao ver o feliz sofrimento do tapete ao ter o corpo totalmente pisoteado pela malvada Rainha. Penélope estava incrivelmente sensual com uma calça preta justíssima que modelava perfeitamente suas pernas, ela subia e descia no rosto do Mário e de vez em quando ensaiava uns pulos no seu peito, em uma das melhores performances de trample da noite.
Dessa vez o Mário realmente estava em grande dia, eu que quase nunca o vejo em ação tenho que bater palmas dessa vez. Pude vê-lo também carregando a Rainha Severa pra cima e pra baixo num resistente teste de Poney.
Sexy Lady estava incrível fazendo um trample nas partes íntimas de um escravo, ora com carinho, ora com força, a Rainha esbanjava técnicas com suas perfeitas solas.
Por falar em sedução e técnicas fetichistas com os pés, dois dos nomes que enfeitiçaram a noite foram os da Rainha Jade e Rainha Camille. Essa última fazia umas performances sensualíssima de dança, para depois fazer uns sortudos caírem aos beijos em seus pés ou mesmo esfregá-los em suas pernas e barrigas, e etc...
Já Rainha Jade dominou seu escravo Poney de todas as maneiras, pisando, andando de cavalinho, fazendo-o beijar e cheirar seus pés. Num momento em que ela e uma amiga pisavam no Poney, fui convocado pra ir ao chão e também fui pisoteado sem pena por ela.
Houve aquela pausa para o Stand Up do Carlos, ele foi para aquela subidinha que dá acesso pra grade e contou umas ótimas piadas, arrancando boas risadas dos presentes. Antes disso ele distribuiu uns adesivos autocolantes cuja figura era de um pezinho; e uma boa parte do público - inclusive eu - colou-o no peito. Só depois fomos descobrir que o tal adesivo tinha cunho político, representando um candidato ao governo estadual, e algumas pessoas não gostaram dessa panfletagem no meio da festa fetichista. O que eu tenho a dizer é que só quem conhece o Carlos sabe o quanto ele é brincalhão com tudo que é tema, e essa é a principal característica de quem faz comédia e piadas, e tenho quase certeza que o adesivo foi usado pela simbologia dos pés, e não em busca de eleitorado para o tal candidato. Não passou de uma brincadeira sadia do nosso querido amigo!
Houve também aquela performance super sexy da garota que dança com os bambolês, mas essa eu não vi, porém me falaram que foi ótima.
No segundo andar meu querido amigo Clark Kent fez uma bela adoração nos pés da Rainha Sibele, lambeu-os todinhos, em cada espacinho, do calcanhar aos dedos. Eu também fiz uma adoração nos pés de uma linda Rainha, que me chamou para massagear e lamber suas perfeitas solas, só não lembro o nick dela.

Tava rolando uma brincadeira de soco na barriga, a Rainha Severa estava socando alguém quando passando por ali entrei na farra também. Lembro de ter levado da Severa fortes socos e chutes na barriga, tanto que um deles foi tão potente que me jogou para trás e bati em alguém e quebramos um copo. Um chute me derrubou, e outro pegou no meu saco, o que me fez parar a play pela dor! Uma performance bastante inusitada da minha parte.
A festa teve a presença de muito casal novo, gente que deve curtir o BDSM entre quatro paredes e que está descobrindo o evento e indo se divertir com a nossa turma cujos gostos são parecidos; e isso é muito legal.

A festa bombava na hora que fui embora, mas eu estava tão bêbado e cansado que não aguentava nem mais cerveja, nem mais plays, nem mais nada, saí até cedo demais.
Quero agradecer mais uma vez o carinho de todos, vocês foram incríveis.
Lótus,minha irmã, parabéns pela ótima festa, aguardo com ansiedade a próxima.
Beijos!!

29.8.14

Exótic - Discipline Military - Sexta-feira!



Amigos e amigas fetichistas,
 
É com muita felicidade que convido todos vocês para uma super edição da: "Exòtik Fetish Fest – Discipline Military". O evento será na próxima Sexta-feira, dia 05 de Setembro, a partir das 23 horas no Castle Of Vibe, localizado na Avenida Gomes Freire 814, Lapa, Rio de Janeiro.

Venha se divertir nessa grande festa fetichista, onde teremos um excelente espaço liberado para qualquer prática feichista: Trample, adoração de pés, Spanking, Torturas de todo o tipo, Poney Boy, Velas, Voyerismo, Shibari, Dog Play, Cross Dresser, Bondage, CBT, Suspensão, uma linda performance burlesca com Alicce RedDesire e muito mais. Muita gente bonita já confirmou presença.
A lapa, berço da Boemia carioca é novamente escolhida para abrigar essa grande festa, o local é super discreto e seguro. Teremos o DJ Finno tocando a noite som dos anos 80, Eletro Pop, House, Tribal e muito Rock'n'Roll , além de vários filmes BDSM e fetichistas selecionados por mim e pelo experiente VJ Mário Tapete.
Haverá ainda Fetish Shows, variadas performances de BDSM, estande de acessórios, sorteio de pés e de brindes e Stand da Cris Fantasy!

Ingressos no local:
Homens 50 Reais (Com nome na lista pagam somente 40 Reais)
Mulheres 30 Reais (com nome na lista pagam somente 15 Reais)
C. D. 30 Reais (a noite toda)

Lista amiga: Existem três o opções para colocar seu nome na lista e arranjar o desconto:
1-     Colocando o nome na página do evento no Facebook
2-     Mandando um SMS com o seu nome para: 21 9 9784 6948
3-     Mandando um e-mail para mim até as 18 horas do dia da festa – quaternado@yahoo.com.br

Dress Code (opcional) : FARDA, All Black, Fetish, Couro, Latex, Lingerie, Vinil, Style Sexy, Goth e Zentai

Informações: 21 9 9784 6948    
Lótus Produções Fet
* Proibido fotografar
* Sujeito à lotação e alteração sem aviso prévio.
* Classificação etária 18 anos

Ps. Estarei em algum bar próximo à festa por volta das 22 horas para ver o jogo da seleção. Quem tiver meu número me liga e me encontra, que faremos a concentração por ali mesmo. Caso contrário me manda um email que tento responder a tempo. gianbonan@ymail.com

18.8.14

Fetish Lab - Invasion Day 2 - Ata



Essa Fetish Lab foi singular perante as suas edições anteriores por dois principais motivos, primeiro porque foi visivelmente um evento mais vazio que os anteriores, em que o público lotou as primeiras edições. E segundo, e mais importante, foi a Fetish Lab mais BDSM de todas, apesar de ter sido a edição com menos performances. Parece um paradoxo não é mesmo? Mas é verdade! Esse evento foi diferente de tudo, e se eu quiser dar uma visão do que foi tenho que recuar um pouco no tempo, na época em que o BDSM ainda não havia se firmado muito bem em festas abertas, ou melhor, em um momento em que nossas festas não eram conhecidas, e somente abrangiam um público mais específico, e as pessoas que curtiam determinadas práticas acabavam se conhecendo pessoalmente nelas. Fazendo uma breve analogia com o cinema, seria como aquele diretor que atrai multidões para ver seus filmes comerciais e que é uns dos campeões de bilheteria, mas que de repente se envolve em um projeto bem introspectivo e lança uma película no circuito de cinema alternativo cuja proposta implícita é a de abranger um público menor que o seu, contudo consegue realizar um trabalho magnífico, que apesar de ser para poucos, se torna sua grande obra prima. Esse, ao meu ver, foi o melhor momento do Júlio como diretor do seu laboratório de experimentos fetichistas. Não sei se proposital, mas funcionou perfeitamente bem. O clima era nostálgico das antigas festas fetichistas: os conhecidos que se encontravam já iam se envolvendo no clima e procurando um cantinho para uma possível play, e uma grande variedade de pessoas novas que chegavam, e que de alguma formam já haviam praticado ou tinham conhecimento das práticas BDSM, logo se acomodavam por perto, observavam os acontecimentos, flertavam e conheciam pessoas novas.

Não fiz a concentração que marquei porque passei pelo bar “sinucas da lapa” e não tinha nenhum rosto conhecido, pensei em ir então até o Castle Of Vibe pra ver como andava os preparativos para a festa e depois voltar para beber no “sinucas”, mas acabei nem voltando. Deu um problema com o recebimento da lista dos participantes e me pediram para achar um bar com Wi-Fi para tentar abrir a lista pelo meu WhatsApp. Então, achei um barzinho maneiro bem ao lado da festa que disponibilizava a Internet para os clientes e ainda vendia uma grande variedade de cerveja importada. Sentei sozinho na mesa e comecei a copiar os nomes das listas à mão, uma trabalheira danada, mas como tinha cerveja por perto encarei como trabalho prazeroso (do mesmo jeito que estou fazendo a ata agora, bebendo uma cerveja gelada). Logo a seguir se sentou ao meu lado um amigo que conhecia um casal da outra mesa, e esses se juntaram a nós, e o papo que rolou foi sobre cães “abandonados” e seus donos mendigos, que dividem com o bichano o pouco que tem, mas isso não vem ao caso. Terminei de copiar a lista e subimos juntos para a festa, que atrasou seu início em mais de quarenta minutos.

Fiz o que sempre faço, saí cumprimentando os conhecidos e os desconhecidos, dando boas vindas e mostrando a casa para os que não a conheciam, depois fui lá pra salinha onde a turma do BDSM costuma fixar habitat. Não tinha quase ninguém, estava praticamente vazia, ao não ser pela deslumbrante presença de três Rainhas totalmente inéditas em nossas festas: Duas aqui da minha terra de Niterói, e uma, se não me falha a memória, do Paraná : “vim curtir um evento da Cidade Maravilhosa”, me disse no decorrer da festa. Com essa última não fiz nenhum tipo de play, todavia com uma de Niterói abri os trabalhos no evento, começando com uma massagem e terminando beijando suas lindas solinhas. Seus pés eram lindos, e estavam com aquele cheirinho perfeito que a grande maioria dos podólatras ama. Como era sua primeira vez, ficou um pouco tímida de ter os pés beijados assim logo de cara no começo da festa, mas fui convincente, falei que essa cena nesse ambiente era tão natural quanto ver o flamengo levar gol no Brasileirão, então ela relaxou e curtiu o momento.

Logo que acabei essa play me encontrei com Lilith e com seu namorado (ou marido?), ela me convocou para um trample lá no corredorzinho que dá para aquela jaula. Ela chegou me dizendo que aquele espaço era perfeito para o trample e que queria testar isso comigo. Claro que topei né? Quem nega um trample com a poderosíssima Rainha Lilith? Ela começou de salto, pisou bastante e depois me fez tirá-los, aí me pisou bem mais forte, ela estava com uma meia fina preta maravilhosa. No final se sentou na minha barriga e me fez calçar suas sandálias e abotoar o fecho, cruzando as pernas na altura no meu tórax, seus pés ficaram a centímetros do meu rosto, uma visão perfeita. Fez-me beijar a sola de sua sandália e terminamos o primeiro trample da noite.

Uma coisa curiosa foi que quase todos os meus tramples, com exceção do último, aconteceram na primeira hora de festa.
Rainha onça me chamou pro trample naquele andar que tem o DJ, onde a galera usa como pista de dança. Fiquei tão empolgado com o convite que me deitei no primeiro canto vazio que achei e me preparei para o massacre. Ela veio que veio, me pisou muito, porém eu estava muito apertado para fazer xixi, e cada pisada na bexiga me dava um desespero danado. Fui vencido pelo xixi! Mas calma, não mijei nas calças não, pedi para parar e fui ao banheiro. Só que infelizmente terminamos a play cedo demais.
Numas dessas minhas idas e vindas ao banheiro me deparei com uma cena muito maneira: o Pervertedor usou as grades daquela jaula para amarrar uma escrava. Ela estava por dentro, e ao que parece ele fazias os nós pelo lado de fora, muito bacana.
Depois de muito tempo fiz um trample com a linda Fulana. Eu acho seus pezinhos a coisa mais linda, ela veio descalça e andou muito tempo sobre meu corpo, inclusive no rosto, que pareceu ser seu lugar predileto para ficar, matei a saudade!
Na pista de dança tinha uma loirinha linda que até agora não sei se tava acompanhada com o namorado ou sozinha, só sei que uma amiga veio falar que ela era meio tímida e que queria uma massagem nos pés. Fui lá, tirei seus sapatinhos e fiz uma bela massagem nos seus pés, complementada com uns beijinhos na sua macia sola. Depois ele teve seus pés adorados por mais uns dois podos.
Aquela Rainha do Paraná que citei acima também teve seus pezinhos adorados por mais de um escravo, e também as gatas aqui de Niterói fizeram sucesso com seus belos pés.
Fechei minha noite com a fenomenal Rainha Onça. E dessa vez de bexiga vazia! Então deixei a gata fazer o que tivesse vontade, e seu forte é a dança. Então ela dançou umas duas ou três músicas em cima de mim. E como já disse em outras oportunidades ela pisa como se estivesse numa pista de dança, detona pra valer! Quem acha que não aguenta não arrisca! Foi perfeito (para abotoar suas lindas sandálias vermelhas é que foi hard, demorei uns dez minutos, mas valeu, pois assim fiquei mais tempo perto de seus pés assassinos).
A Linda Wendy que estava acompanhada pelo seu DOM e por mais uma bela menina me ofereceu carona, e disse que apesar da festa varar a madrugada, não iria embora tão tarde. Mas apesar disso não consegui esperar, bateu um tremendo cansaço e fui pra casa mais cedo do que esperava. Acho que saí de lá as 3:30 da manhã, e ainda tinha muita festa pela frente. Certamente rolaram muitas plays, pois quando fui embora as coisas ainda estavam no seu melhor momento. Na próxima vou tentar ficar até o sol raiar, prometo.
Um abraço ao Júlio, pelo carinho de sempre, estaremos sempre juntos meu brother!
Beijos a todos, agora só em Setembro!

12.8.14

Fetish Lab - Invasion Day 2 - Sábado!



Meus amigos fetichistas,

Com muitas novidades e querendo mais uma vez surpreender, chega até vocês à esperada terceira edição da “FETISH LAB – Invasion Day 2”, no novo espaço carioca para nossas práticas de BDSM, o Castle of Vibe. Mantendo a proposta de trazer a mais alta qualidade musical e de muita variedade em performances, esse evento promete divulgar para um amplo público todas os prazeres das nossas noites fetichistas, enriquecendo e ampliando cada vez mais o BDSM  na nossa cidade.
A Fetish Lab vem também lotada de belas performances de trample, Shibari, Poney play, Bondage, Spanking, Velas e muito mais, tudo isso ao empolgante som fetichista de Dj DvogT ( DDK, Bazar Noir ) e Dj Ramonah ( Ferri Party, Um Drink no Inferno) com o que tem de melhor no Classic Rock, Industrial, Gothic e outros.
Então anota aí, nessa Sábado 16 de Agosto, à partir das 23 horas, na Avenida Gomes Freire, 814 LapaFetish Labno Castle of Vibe!

Homem 30 Reais confirmando presença*, e 40 sem confirmação.
Mulher 20 Reais confirmando presença* , e 30 sem confirmação.

  • Para confirmar presença e ter o desconto basta entrar na página da Fetish Lab no Facebook e clicar confirmando presença. Ou então mandar seu nome para esse e-mail: fetishlablista@gmail.com
  • Aquele que confirmou e compareceu na última edição da Festa Delírium terá 50% de desconto na entrada dessa Fetish Lab, para isso confirme os dados pelo email da Fetish lab.

Nos vemos no Sábado, muita novidade nos aguarda!

Ps. Faremos a tradicional concentração no barzinho Sinucas da Lapa, bem próximo a festa, na Rua Riachuelo, chegarei por lá uma hora antes do começo da festa para já começar a biritar e aquecer

11.8.14

Delírium Burlesque & (Fetish Lab Invasão) - Ata



Como nos velhos tempos a cidade do Rio de Janeiro pode se orgulhar de ter três festas fetichista em atividade. Quinta-feira foi à vez da Delírium, que apesar de ser trimestral, é a mais antiga em atividade e mantém um público fiel, incluindo alguns que só aparecem nela. Foi à segunda edição da festa nessa imensa casa que é o Clube SIX: na primeira eu não pude ir, mas dessa vez não podia perder, ter uma festa fetichista com bebida liberada é uma coisa que sempre sonhei, e apesar de ter acontecido durante a semana, não me contive e bebi todas!
Já saí bebendo de Niterói, encontrei com Tom Tom dentro do ônibus, fomos conversando sobre Rock and Roll, já que o cara além de podólatra, cartunista, pintor e criador de HQ é baterista de uma banda de Rock. Descemos um pouco depois dos Arcos da Lapa e já partimos para a festa, estávamos muito bem acompanhados da minha Rainha Camille Dame.

Ao chegarmos, a casa parecia estar bem vazia, mas era só aparência, já que a boate é imensa e automaticamente o povo se dispersa, cada um formando um grupinho em algum dos andares ou dos salões da casa. Foi só quando cheguei que entendi que a festa do Júlio, ou seja, a Fetish Lab, ia acontecer em um dos andares da festa, que não seria tudo junto como acontece nessas uniões de eventos fetichistas. Mas na verdade dava no mesmo, já que a maioria dos participantes ficava zanzando entre uma festa e outra, como eu, por exemplo.

Já fui em várias boates onde a bebida era liberada, mas nunca tive tanta facilidade em pegá-las como nessa festa, pois não tinha confusão nem fila, era só chegar e encher o copo, uma Maravilha! Nos três andares havia um grande balcão com vários garçons servindo, então era só chegar junto. Na primeira hora de festa eu já estava ficando bêbado, tive que maneirar, fazer algo diferente, um trample ou uma adoração em algum pezinho. A Rainha Camille foi quem abriu os trabalhos, havia um podo nos pezinhos dela logo na entrada da festa. No terceiro piso, quase nesse mesmo instante, Rainha Branca de Neve também tinha os pés adorados por outro podo. Meus queridos amigos Malpodo, Sandrinho e Mário estavam presentes, mas não os vi em ação.Meu primeiro trample foi nesse espaço, onde ocorria a Delírium – se é que podemos dividir a festa em duas – e foi com a Malvada Rainha Ellen, que eu já estava na maior saudade, e foi assim: Ajoelhei-me aos seus pés, tirei seus sapatinhos, cheirei suas solas e me deitei preparado para ser massacrado, e logo vieram altos pulos e velhas emoções. Resisti ao máximo e no meio da play caiu um cisco no meu olho, eu não tinha condições de mexer na vista, meu corpo estava totalmente em sincronia com os pulos da Rainha, e quando ela percebeu algo estranho parou de pular, deve ter achado que eu estava morrendo. Minha querida Ellen, ainda não foi dessa vez! Seria uma honra morrer sob esses pés!
Um pouco depois disso foi à vez da Rainha Lindinha acabar comigo. Na verdade eu estou devendo um trample mais duradouro com essa Deusa, eu sempre paro muito cedo, sempre com uma pequena lesão que não me permite continuar. Dessa vez ela começou de botas, e estava tudo bem, apesar dela não ter aliviado em nada nos pulos e nas pisadas. Mas foi quando já estava descalça que um dos seus pulos me pegou desprevenido e me deu uma nocauteada, paramos mais cedo do que gostaríamos.
O Grande Nelson estava presente, e o vi fazendo um belo trample com malvada Rainha Manu, que mesmo descalça consegue ser cruel e sexy, não canso de observar a perfeição de seus pezinhos!
No segundo andar tinha um cara amarrando uma mulher e ao seu lado uma bonita cena de adoração de pés em uma espécie de poltrona que servia de banco para uma mesa. No primeiro andar uma turminha animada discutia fetiche e música, entre eles Camille Dame, Rainha Jade, Lionel, Elaine, Poney e mais outros que só sei o nome e não o nick.

Na passagem do primeiro para o segundo piso havia dois estandes vendendo produtos eróticos: um com chicotes, algemas, cordas e etc, e outro, da minha amiga Wendy, com bombons e chocolates em formas de órgão sexuais, e com um bom preço, acho que 15 Reais a caixa. Presentes interessantes.
Tanto Júlio quanto Caê são duas figuras extremamente amigas e carismáticas, falam com todo mundo, estão sempre presentes nos acontecimentos ao redor; e isso foi importante para que a festa, mesmo com um excelente público, não parecesse vazia, já que a casa, como eu disse, é extremamente grande. Eu acho que o tamanho da boate pode ter sido o único fator prejudicial da noite, já que um público daquele lotaria qualquer outra casa que já hospedou eventos desse porte.

Mas voltando as Plays, Márcia Bjork foi acompanhada com uma mulata de tirar o fôlego de qualquer um, tinha um monte de podo secando a morena de longe.Fui lá falar com elas e consegui duas coisas que tanto desejava: Primeiro um excelente trample com a malvada e experiente Rainha Bjork, que me pisoteou perfeitamente como nos velhos tempos, dando alguns belos pulos de arrasar; e segundo porque tive a imensa honra de massagear e beijar os lindos pés da tal mulata (que não sei o nome). Os pés dela eram grandes, no mínimo 38, e estavam com um cheirinho maravilhoso. Comecei a massageá-los e a visão que eu tinha de baixo para cima era absurdamente cativante, somente um podólatra nato sabe o que estou falando, então não resisti, logo estava beijando cada pedacinho daquelas solas. Depois que saí um monte de gente “avançou” na moça, e acho que ela deve ter tido escravo aos seus pés pelo resto da noite.
Rainha Sibele, na mesma sala, mas do lado oposto, também recebeu escravinhos adorando seus pés, e eu fiquei devendo um trample a ela.
Poucos sabem, mas tenho prima que de vez em quando aparece em alguma festa, é prima mesmo, de verdade, de sangue, por parte de pai. Foi muita coincidência danada termos nos conhecido em uma festa BDSM há uns anos atrás, e por conta de uma amiga em comum descobrirmos esse laço parentesco. Bom, minha linda priminha Katrina estava presente e logo quis me pisar! Deitei-me e comecei a tirar seus lindos sapatos de boneca, achei fofo e cruel quando ela disse: “Ah, quer descalça? Ótimo, vou te massacrar!”. E cumpriu o prometido, pisou com força, pulou e subiu várias vezes com ambos os pés em meu rosto.
Depois disso, umas amigas do Julio que viram a cena fizeram uma rodinha sobre mim e brincaram de fingir que me pisavam, eu estava com uma máscara maneira de predador que uma delas havia me emprestado. Somente uma resolveu me pisar de verdade, e de sapato de salto, resisti o quanto pude, mas não durei muito.
Fechei a noite com a fenomenal Rainha Onça, no trample mais demorado até o momento. Ela dançou no mínimo três músicas em cima de mim, seus pés não paravam nem um segundo, e a cada pisada eu sentia seu peso em algum lugar diferente do meu corpo, ela parecia não tomar conhecimento de que tinha alguém sob seus pés, e dançava sem se importar com o resultado. Quando acabou tive muita dificuldade de me levantar, mas estava tão feliz quanto destruído. Fiquei tonto de verdade, e saí sem me despedir de quase ninguém, peço desculpas a todos por esse minha indelicadeza, principalmente para os anfitriões Caê e Júlio, sempre perfeitos no quesito simpatia, mas eu estava semi atordoado para subir e descer escadas, tava com medo de cair, e fui embora. A festa ainda rolou por muito tempo e muita play boa ainda acontecia pelos três andares da Six.
Quem foi a essa festa vai ter um desconto de 50% na próxima Fetish Lab, então não perca essa, é nessa sexta, no Castle Of Vibe. Amanhã já anuncio por aqui.
Parabéns ao Caê pela ótima festa, tava com saudades de verdade, e esperamos ansiosos pela próxima. Júlio meu caro, adoramos a invasão.
Um beijo a todos e até sexta na Fetish Lab, na Lapa!

Ps. O texto não foi corrigido, não tive tempo.