14.8.15

Delírium - 10 anos - Ata



É sempre muito bom rever amigos, principalmente aqueles que a gente não vê há anos. E quanta gente estava ali que eu não encontrava mais, tinha gente que eu já nem lembrava e que ainda guarda saudades e histórias comigo! Foi o caso de um cara de uns cinquenta anos que me contou que estava no mesmo bar que eu quando resolvi sair dando nota pros pés das ilustres desconhecidas que bebiam quietas em suas mesas, disse que eu nem ligava se a pessoa estava ou não acompanhada, eu abaixava a cabeça quase debaixo da mesa e gritava: OITO, SETE, DEZ, dependendo do pezinho. Ele disso que isso aconteceu numa concentração que eu havia marcado na Lapa, e que já faz mais de 15 anos. Lembro vagamente desse fato, é umas das histórias que não faço questão de recordar, um dos meus micos alcoólicos do passado. Não que eu não pague mais micos, mas atualmente eles são menores em grau e proporção, como por exemplo, minha chegada na Delírium no último sábado: Entrei na festa errada, tinha um outro evento acontecendo lá no clube Mix, e eu já fui entrando, cumprimentei um cara na portaria com um abraço e um beijo, ele deve ter pensado que eu era o dono da festa para agir daquela maneira amalucada, e não me barrou; entrei de boa, saltitante, mas não tinha uma alma conhecida e sorridente lá dentro, voltei, desci as escadas e perguntei: aqui que é a Delírium? “Não”, ele me respondeu já de cara amarrada, “é aqui no lado”. Saí me desculpando e entrei ao lado, aí sim uma fila de fetichista bem conhecida e sorridente, eu estava em casa!
Ainda bem que desmarquei a concentração, não tinha um bar aberto por perto, e pra piorar tinha uma festa Rave no meio da rua, em frente à bolsa de valores, logo, em frente também ao local da festa. Do terraço onde ficou a área dos fumantes tinha-se uma vista privilegiada dessa Rave; o certo é que o local da Delírium foi muito bem escolhido! No primeiro ambiente, logo na entrada, tinha um bar americano, os garçons eram rápidos e prestativos, e no final da noite minha conta estava certa, condizia com o que consumi, coisa rara nas noitadas cariocas onde sempre querem passar umas cervejinhas além daquelas que você bebeu. O espaço do primeiro ambiente também tinha uma boa pista de dança, mesinhas que rodeavam a sala e um palco que foi usado para as práticas, praticamente todos os meus tramples foram nele. Do outro lado dessa sala tinham ainda os banheiros e uns armários com chave para a guarda de objetos pessoais. Uma escada levava para o andar dos quartos, quartos esses que nunca estavam vazios, e sempre que eu passava havia uma ou mais play acontecendo por ali. E finalmente uma escada levava ao terraço: lá varias mesas se espalhavam em duas pequenas áreas, uma com e outra sem cobertura, como não choveu, as mesas ao ar livre eram as mais requisitadas. Havia ainda um sofá para quem quisesse deitar ou fazer algum ato sadomasô.  E vamos a eles, vamos às performances.

Só vai saber a magnitude dessa festa quem nela foi! Não serão as fotos, ou esse relato, e muito menos as fofocas que já rolam por facebooks da vida que darão uma visão dos fatos. Tudo acontecia ao mesmo tempo, tínhamos plays nos três andares, gente nova entrando na roda, além dos já conhecidos de outras festas e épocas fazendo de melhor o que já sabem.
Eu mal cheguei na festa e já fui pro chão, uma menina queria pisar em alguém e já fui convocado, não deu nem pra chegar no palco, deitei embaixo do balcão do bar e a morena subiu de salto. Ela estava de coleira, Caê a conduzia. Ele pisou firme e deu alguns passos sobre meu corpo. Nisso subiu uma outra menina, convidada pelo meu grande amigo Arnaldo (outro que eu não via há anos), e quase rolou o trample com uma terceira, mas essa não achou espaço, ficou com medo de se desequilibrar e não subiu. Comecei bem à noite.
Logo que eu levantei do chão, Rainha Fada veio falar comigo, disse pra fazermos logo nosso trample, porque depois eu fico muito dolorido e acabo não aguentando. Claro que topei, fomos pro palco. Ela subiu daquele jeito majestoso que sempre pisa, soberana, sem se importar com quem está embaixo. Caminhou dos pés a cabeça como quem anda sobre uma tábua, elegante e firme. Logo depois foi a vez da Rainha Ellen de BH. É estranho não ver Nelson nessas horas, nosso Iron Man faz uma falta danada. Ellen Me fez tirar seus scarpins me provocou esticando suas solinha e abrindo os dedos e me mandou deitar, aí deu seus famosos e altíssimos pulos, desses que seu corpo parece flutuar como nuvens antes de descer forte como tempestade. Foram inúmeros, perdi a conta, acho que aguentei bastante, porque ao pararmos Rainha Ellen estava cansada e suada. Prometemos outra dessa mais tarde.
O palco passou a ser área disputada, casais esperavam em fila um espaço para fazer suas plays, aqui a maioria queria trample. Lembro de ter visto Rainha Lindinha numa play bem hard com Gaúcho, ela subiu de salto, caminhava com força, sempre cravando os saltos na sua barriga, ensaiava também pequenos pulos que provocava dor até em mim, que assistia de longe. Ao lado deles um casal que quase não vejo em festa, Belatrix exibia toda sua sensualidade ao pisotear Bebeto, que feliz da vida se deliciava por estar debaixo de tão lindas solas.
Logo depois vi Rainha Psique pisando muito em Gaúcho, e sim, de salto! Ela andou, dançou e pulou muito em cima dele. Gaúcho e BB Karioca são hoje os meus heróis do BDSM nacional, depois falo do segundo!
Mário, que também não deixa de ser um cara resistente (quando quer), mandou bem nos seus tramples, consegui achá-lo no chão pelo menos umas duas vezes, numa dessas com a requisitada Gooddes Grazy, que o fez lamber cada pedacinho dos seus pés e depois o pisou com maestria. Tive o prazer de ser apresentado a essa simpática Deusa, mas não conseguimos uma play, fica pra próxima.
Abro um parágrafo agora pra falar do nosso grande Karioca BB, o fera no Ballbusting aqui do nosso estado. O cara estava inspirado, todo hora que eu passava pelos quartos do segundo andar tinha uma Deusa treinando fortes chutes no seu saco. Lembro da Rainha Athena, olhando e mirando, e como uma Street fighter, acertando um golpe perfeito nas suas partes íntimas, depois foram socos e chutes pelo seu corpo. As mulheres se substituíam e o homem era o mesmo, sempre muito golpes, a maioria forte, e a resistência impressionava! Um dos grandes protagonistas da noite.
Em um dos quartos, outro grande nome também deixava sua marca nos corpos das escravas. Meu amigo Fernandez fez excelentes plays, a maioria com sua escrava Quimera. Essa me deu umas boas pisadas, me fez deitar, se apoiou na grade de ferro e pulou bastante! Estava de meias pretas, e a toda hora esfregava suas solas na minha boca e no meu rosto, tudo com o consentimento do seu dono Fernandez. Falando em amigos, Tom Tom me presenteou com miniatura minha em charge, lindona!obrigado, adorei!
Uma Argentina que estreava nos nossos eventos resolveu pisar, e me chamaram pra ser seu tapete. Não entendi se seu medo maior era de me machucar ou de cair e se machucar, só sei que ela permaneceu quase o tempo todo estática, parada no meu tórax, tremendo feito vara verde. Até que alguém a segurou pelas mão e pediu que tentasse caminha um pouco, ela deu uns curtíssimos passos e desceu (acho que não curtiu a experiência).
Jade chegou, poderosa como sempre! Apresentei a casa e a levei ao terceiro piso, onde trocamos altos papos com nosso amigo Tristán. Nesse espaço tinha uma galera que eu não via há muito tempo, como meu amigo Henrique, que nem mora mais no Rio, e que é sempre uma honra recebê-lo em nossas festas. Pervertedor e sua escrava também estavam no recinto, além de uma turma enorme de podo massageando os pezinhos das mulheres que ali sentavam para descansar e curtir o ventinho da madrugada!
Assim que desci fui convocado para um trample pela minha querida amiga Márcia Bjork, deitei perto do balcão do bar, e para minha surpresa ela subiu de salto! Logo pedi para que descesse, mas ela foi firme: “aguenta que sei pisar”! Sem colocar seu peso no calcanhar Rainha Bjork me fez um rápido, mas memorável trample, claro que mesmo sem por todo o peso nos saltos ainda guardo até agora sua marca em minhas costelas.
Conheci uma simpática Deusa cujo nick é Rainha Malvada, ela me pisou bastante, dançou uma música quase inteira e terminou dando chutes com a sola dos pés no meu rosto. Logo a seguir, quase sem dar tempo de levantar, Rainha Nesher subiu, veio descalça e também me fez um excelente trample.
Rainha Dominique estava presente, e como sempre tomou conta do espaço. Foi acompanhada com umas belas amigas que literalmente arrancavam suspiro dos podólatras e submissos presentes. Lembro de ver uma lindíssima cena em que Dominique comandava o show e pisava junto com duas amigas no Bebeto. Seu trample além de sensual tem uma característica que envolve um poder implícito naquele que está sob seus pés, uma dominação física e psicológica que se completa no ato em si, e que não eu consigo definir por ser abstrato demais, e sempre que assisto me causa essa sensação. Logo depois Marcelo Podo se deitou e também foi massacrado por quatro ou cinco Rainhas.
Depois disso fui pro chão pra ser pisado pela poderosa Rainha Índia GG, um tempão que não fazíamos uma play. Pisou-me bastante, andou pelo meu corpo e me deixou naquele estado de fim de festa, onde eu penso “agora sim, por hoje já fui massacrado o suficiente”. Só que não! Ao recostar para tentar descansar um pouquinho, quem está ao meu lado? Paty Branquinha! E com visual diferente que quase não reconheci. Fomos para o palco, e acho que foi meu trample mais hard da noite. Eu sinceramente não sabia da capacidade de destruição dessa Deusa, acho que a subestimei. Ela me pisoteou muito por vários minutos, pisadas fortes, com passadas autoritárias e pulos vigorosos. Que disposição, um trample para poucos. Depois disso, quando achei que não dava mais, me aparece a Gigi com uma amiga, chegaram tarde e estavam a fim de pisar. Lá fomos pro palco, e nessa altura eu já era meio que caixa amassada, volume morto. Deixei-me pisar. Não subiram ao mesmo tempo, mas ambas foram malvadinhas, pisaram bastante onde queriam. Quando acabou, Rainha Ellen veio cumprir nosso prometido de mais um trample pra noite. E como diz o ditado marginal, “Já estou fudido, então fudido e meio!” Me deitei e aguentei uns bons pulos, fechando assim com chave de ouro minha noite. Vale esclarecer que antes da festa eu estava em outro evento, em Vila Valqueire, era aniversário de uma grande amiga da minha Rainha Camille, que por esse motivo não pôde me acompanhar na Delírium, então eu já estava de pé bebendo minhas cervejinhas desde as seis horas da tarde. Eram quase cinco da manhã, a festa ainda bombava e ninguém parecia querer ir pra casa, mas pra mim não dava mais, eu precisava de descanso, estava destruído, meu corpo inteiro doía e pedia cama. Nem me despedi das pessoas, peguei o caminho de volta.

Caê anunciou o final de Delírium, dizendo que se fechava um ciclo depois de dez anos. Vou reforçar aqui o que já disse pra ele por telefone: “Meu amigo, a Delírium não pode e não deve acabar, essa festa mostrou isso. Descansa alguns poucos meses e vamos Delirar muitas vezes ainda, e pode contar não só comigo como com toda essa galera que no sábado fez desse evento um dos mais extraordinários dos que já tivemos”. Reitero! Será que teremos que fazer um abaixo-assinado?

Quaternado Silveira, em 14 de Agosto de 2015
Beijos a todos

Talvez pensemos demais. Sinta mais, pense menos.”

Charles Bukowski

31.7.15

Festa Delírium - 10 anos - Sábado !



É com grande prazer que anuncio a nova edição da nossa querida festa Delírium – “Uma Noite na Masmorra”, chegando em grande estilo de comemoração.
A Delírium, que pode se orgulhar de sua longa história, dessa vez vem nos presentear com uma mega comemoração de 10 anos de estrada, anunciando sua edição final em clima de festa, e mais uma vez trazendo ao público fetichista uma noite especial com variadas práticas BDSM e alta qualidade em performances, tendo um amplo espaço de três andares liberado para que soltemos nossa imaginação. Muita gente bonita já confirmou presença! Então não fique de fora! A festa será no sábado, dia 08 de Agosto, a partir das 22 horas no Clube Mix Rua Do Mercado 25Praça XV – Centro – Rio de Janeiro!

Apostando em uma festa recordista de público,Caê e toda a equipe de organizadores da Delírium, não pouparam esforços para nos trazer conforto, comodidade e segurança, escolhendo como sede dessa edição um espaço com três andares: o primeiro com poli barra e  uma incrível pista de dança, o segundo com quartos temáticos com portas de grades, "X" BDSM e pelourinho, e um último andar com bar e terraço aberto para fumantes. Todos os espaços liberados para as mais audaciosas performances, numa noite recheada de erotismo e fetichismo.

Coloque seu nome na lista, ganhe um desconto, e participe dessa comemoração!

Homens – R$ 35,00 (até meia noite), após R$ 50,00. Sem nome na lista R$ 80,00.
Mulheres  R$ 15,00  (até meia noite), após R$ 35,00. Sem nome na lista R$ 50,00.
LISTA AMIGA – CLIQUE AQUI!

TEM COISAS QUE SÓ A DELÍRIUM FAZ POR VOCÊ – Nos vemos lá!



Concentração – CANCELADA - Não poderei chegar mais cedo - Nos vemos na festa! Essa Delírium vai bombar!

20.7.15

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DAQUI  PRA FRENTE SÓ MELHORA

 

 

17.7.15

Exótic - PIN UP - Ata



Será uma ata menor. Não que a festa tenha sido ruim ou vazia, pelo contrário, o publico se fez presente em grande escala, e as plays como sempre estavam ótimas. O problema é que tive que me retirar bem antes do término, já que eu tinha um evento que começava muito cedo no dia seguinte. Então fiquei somente duas horinhas na Exótic. Tempo muito curto para pode fazer um relato à altura do que ocorreu. Então dessa vez, para vocês terem uma fidedignidade do ocorrido, se baseiem nas fotos que serão postadas nas redes sociais, pois aqui será apenas uma palhinha de um curto lapso de tempo.

Saí da terra do Arariboia as vinte e duas e trinta, comigo estava minha Rainha Camille e nossa amiga Rainha Red Hands.Pegamos a ponte bebendo umas cervejas e papeando, e ao chegarmos na Lapa paramos no Bar do Gerson para tomar mais uma. Dentro do Castle Of Vibe a cerveja está um absurdo, estão cobrando quase 10 Reais pelo latão da Antártica, estou achando melhor voltarmos a fazer nosso esquenta antes da festa. E assim fizemos. Mas como não estou mais bebendo pra valer logo fomos para a festa. Entramos e já rolavam algumas plays.

Tenho visto às vezes uma mulher que fica dançando por perto do bar, nunca conversei com ela, nem sei seu nome. Ela normalmente está desacompanhada, e me parece que é Domme, pois já a vi revirando os olhos enquanto um podo lambia suas solas. Dessa vez no momento em que cheguei na festa ela estava pisando em um rapaz, me prontifiquei para ajudar, e ela se segurou nos meus ombros para um melhor equilíbrio, depois por gestos me disse que não precisava de apoio e continuou a primeira play da noite. No mesmo espaço, ou seja, no andar do telão, outro rapaz lambia os pés de uma loira bonita.
Essa festa contou com a ilustríssima presença de Gaúcho e Fada. Eu queria muito ter feito um trample com ela, sempre que acontece fico destruído, mas não deu pra fazer dessa vez, uma pena. Já Gaúcho foi o nome da festa, Rainha lindinha o destruiu! O cara estava inspirado, deixou-a fazer o que quis com ele. Ela pulou de salto, e caminhou assim por todo o seu corpo. Eu e Mário fotografamos a play toda, fizemos uns vídeos também. Parece que a Rainha em questão já disponibilizou um pouco desse material pelo facebook, vale a pena dar uma conferida, foi uma performance e tanto (vide foto abaixo).
Eu e minha Deusa Camille também fizemos nossas brincadeirinhas: me ajoelhei aos seus pés, beijei seus scarpins, retirei-os, e chupei cada dedinho branquinho, depois ela esfregou as solas na minha língua, me fez deitar e me pisou bastante, começou de salto, mas logo a seguir ficou descalça, dançando e pulando muito. Só não agüentei mais tempo porque estava apertado para ir ao banheiro, e quando ela punha o peso na minha bexiga eu quase me mijava nas calças, mas a play foi bem duradoura.

Já quase na hora de eu ir embora, minha irmãzinha e anfitriã Rainha Lótus me convocou para o trample. Deitei no meio do salão e fui pisoteado sem pena, de salto e tudo (hoje, uma semana após a festa, ainda trago marcas na barriga), depois ela ficou apenas de meia fina, me chutou o rosto com a sola dos pés algumas vezes, e pisou muito na região da cintura, até quase eu não agüentar mais. Depois que desceu, foi a vez da pequenina Aileen Wuornos subir, e ela seguiu os mesmos passos da Lótus, ou seja, concentrou o peso na altura da minha cintura e me deu muitos chutes no rosto, além de esfregar suas solas na minha boca. Ficou assim por várias músicas, e quando desceu já estava na minha hora de ir embora.
Despedi-me rapidamente de alguns amigos, e antes de sair ainda deu pra dar uma espiada na linda performance de shibari que o mestre Rasputin fazia com sua escrava, e como sempre um ótimo show.
Um beijo especial na minha irmã Lótus, e minhas desculpar por ter que sair tão cedo.
Um abraço a todos vocês pelo carinho de sempre. Vejo vocês nos próximos eventos do mês de Agosto.

6.7.15

Exótic - Pin Up - Sexta-feira - Lapa



Amigos e amigas fetichistas,

Está chegando à hora de mais uma super edição da: "Exòtik Fetish Fest” agora com o tema – “PIN UP". E muita atenção, o evento continua a ser na sexta-feira, dia 10 de julho, a partir das 23 horas e no já conhecido espaço CASTLE OF VIBE, localizado na Avenida Gomes Freire, 814, Lapa – RJ

Venha se divertir nessa grande festa fetichista, onde teremos um excelente espaço liberado para qualquer prática fetichista: Trample, adoração de pés, Spanking, Torturas de todo o tipo, Poney Boy, Velas, Voyerismo, Shibari, Dog Play, Cross Dresser, Bondage, CBT, Suspensão e performances obscenas! Muita gente bonita já confirmou presença.

Mais uma vez nosso fetiche será no aconchegante espaço do Castle of Vide, novamente a casa escolhida para abrigar essa grande festa, onde o local é super discreto e temático. Teremos o DJ Finno e o DJ Akira Shibari tocando a noite som dos anos 80, Eletro Pop, House, Tribal, Goth, Trip Hop, e Rock'n'Roll, além de vários filmes BDSM e fetichistas selecionados por mim e pelos experientes VJs Mário Tapete e Severin Mountty.
Haverá ainda Fetish Show burlesco, performance comigo e com as belas Rainhas Lótus e Morganna, além das mais variadas atrações desse nosso prazeroso e instigante meio BDSM, onde você pode ser o personagem principal, então não perca!

Ingressos no local:
Homens 60 Reais (Com nome na lista pagam somente 50 Reais)
Mulheres 40 Reais (com nome na lista pagam somente 20 Reais)
C. D. 40 Reais (a noite toda)

Lista amiga: Existem três o opções para colocar seu nome na lista e arranjar o desconto:
1-     Colocando o nome na página do evento no Facebook
2-     Mandando um SMS com o seu nome para: 21 9 9784 6948
3-     Mandando um e-mail para mim até as 13 horas do dia da festa – quaternado@yahoo.com.br

Dress Code (opcional): All black, Máscaras, Fantasias em Geral, Fetish, Couro, Latex, Lingerie, Vinil, Style Sexy, Goth e Zentai

Informações: 21 9 9784 6948    
Lótus Produções Fet
* Proibido fotografar
* Sujeito à lotação e alteração sem aviso prévio.
* Classificação etária 18 anos

18.6.15

Fetish Lab - um ano - Ata



Eu sabia que a festa seria perfeita, carioca adora essas coisas de cerimônia comemorando aniversário ou retornando depois de um intervalo, de uma ausência mais prolongada.  E a Fetish Lab fazia as duas coisas ao mesmo tempo, era a comemoração de seu primeiro aninho de vida e o grande retorno depois de um último evento cujos problemas técnicos atrapalharam a realização do que parecia ser uma grande festa, adiando um pouquinho mais os planos de um grande espetáculo que Júlio e companhia tinham em mente de fazer algo que unisse tribos e fincasse de uma vez por todas o nome Fetish Lab entre as maiores festas fetichistas que o Rio de Janeiro já presenciou. E foi exatamente o que aconteceu, do começo ao fim a festa se mostrou esplendorosa, pessoas diferentes curtindo tudo que podiam numa noite entre iguais, onde nada parecia estranho ou excêntrico. Em uma casa lotada, em plena Zona Sul Carioca, o preconceito ficou de fora, e tudo lá dentro fazia parte de uma viagem prazerosa que infelizmente alguns ainda tem medo de embarcar, mas que aqueles que estão dentro raramente ousam de sair.

Saí de Niterói quase 23 horas, já que a Fetish Lab leva a fama de ser a mais demorada no quesito abertura de portas. Estava acompanhado com minha Deusa Camille Dame e com a nossa grandessíssima amiga Rainha Head Hands. Já abrimos umas cervejas aqui no apartamento mesmo, e só não fizemos um esquenta maior pelo o medo de ter vontade de fazer xixi pelo trajeto. Durante nossa espera pelo ônibus, Camille Dame me disse havia esquecido a carteira de identidade na minha casa, e daí surgiu à interrogação se devíamos voltar ou não para pegar. Resolvemos que sim, então me prontifiquei a voltar. Já havia dado alguns passos em direção a minha rua quando avistei o ônibus linha Gávea, ou seja, o nosso transporte para a festa. Voltei correndo, entramos juntos no ônibus e fomos torcendo para que não pedissem a identidade da pequena, porém de maior idade, Camille Dame.

Descemos na esquina da Real Grandeza e fomos caçar a tal rua da festa, não foi difícil, passados uns dois quarteirões já avistamos um bar cheio de gente com roupas pretas, e ao virar a próxima esquina outro bar lotado de gente também de preto e cheios de acessórios, daí eu já avistei um grupo de amigos que nos cedeu uma mesa e assim pedimos as bebidas para ajudar a começar a esquentar a noite. Pelo o movimento das pessoas, o entra e sai do bar, calculei que a festa já estava funcionando, o fluxo era ininterrupto. Melhor assim, pagamos a conta e fomos pra fila. Na espera para entrar já percebi o problema, um rapaz não conseguiu entrar por estar sem documentos, vai sobrar pra gente. E não deu outra, o dono do estabelecimento era irredutível – “sem documentos ninguém entra, lei é lei, se alguém se acidenta, se bate um juizado, a merda ventila pro meu lado” – ele disse. Fudeu, pensei, vou ter que voltar em Niterói e perder umas duas horas de fetiche de alto nível. Enquanto isso nossos vários amigos se revezavam e imploravam pra que a entrada da nossa querida Camillinha fosse permitida, visto que se trata de uma Rainha que sabe se comportar, que não faz uso de álcool ou de substâncias entorpecentes, e que é a pessoa mais improvável de se envolver em confusão ou acidente naquela casa. Os argumentos não funcionavam, e quando eu já estava fazendo uso do meu carisma com os amigos possuidores de transporte próprio afim de uma corrida ligeira para a cidade vizinha, nossa querida e inteligente Rainha teve uma idéia brilhante, procurar entre seus e-mails algum com o scanner da sua identidade. E Bingo!! Lá dentre milhões de mensagens, havia um anexo de seu documento de identidade com seu lindo rostinho a mostra, com nome, e número de RG, tudo nos trinques para entrarmos. Demos um abraço no dono do estabelecimento, o convidamos para um trample (o que foi negado), e entramos felizes da vida, sem esquecer da seguinte lição – NÃO SE DEIXA DOCUMENTO EM CASA QUANDO SE SAI PRA NOITADA.

A casa tinha a infraestrutura ideal pra qualquer festa, principalmente para uma festa fetichista. Era tipo a antiga BDSM house, só que maior, com dois andares, vários cômodos, mesa de sinuca, o famoso X para spanking e muitos lugares para sentar e assistir ao que quisesse. Sem contar com a entrada da casa, que possuía um pequeno espaço totalmente ao ar livre que servia tanto de fumódromo quanto de local de descanso para aqueles que precisam aliviar o barulho das músicas. A cerveja que era cara, todavia os organizadores disponibilizaram dois drinks que eram servidos em enormes tubos de ensaio, diretamente na boca dos convidados e totalmente gratuitos. Acho que essa sacada da bebida, cuja tonalidade era de um berrante vermelho e verde, foi perfeita, uma das melhores idéias dos últimos tempos: Vinha uma linda Lab Girl, vestida de cientista, e derramava o liquido goela a baixo das pessoas que queiram, você escolhia somente a cor, podia escolher as duas também, e assim não tinha sequer o trabalho de segurar o copo. Lá pelo o meio da festa eu ajudei também na distribuição desses drinks, e acho que me diverti mais que trabalhei. Já aviso pros organizadores, me ponha como cientista-distribuidor-de-bebidas na próxima de novo, quero repeteco.
As plays já rolavam, já comiam solto, o pessoal adotou o quartinho que tinha o tal X, e lá aconteciam as mais variadas performances. Foram tantas que nem da pra especificar aqui, mas lembro de ver plays com velas, agulhas, spanking, adoração de pés e etc. Eu estava preocupado de não poder fazer trample, minhas costelas ainda não estavam curadas da festa anterior e doíam muito ao serem pressionadas. Não comentei com ninguém o fato, e fiquei ainda mais aflito quando meu grande amigo Alessandro começou a fazer uma propaganda danada de mim, dizendo que eu era um mito, que aguentava dez mulheres de salto ao mesmo tempo, e que dessa vez eu ia me superar. Pensei cá comigo, vou pagar mico, vou decepcionar geral! Então comecei a procurar por alguma Rainha que pouco ou nunca havia me pisado e que eu pudesse ter alguma confiança, para poder pedir um trample de segurança, sem dizer onde doía e ver como minhas costelas se comportariam. Se eu peço a alguma Rainha que já me conhece e sabe da dor, meu teste não seria preciso.Foi aí que achei a pessoa ideal, Rainha Nanda Hell, não me lembro de ter feito trample ainda com ela, e sei que posso confiar, já que é a parceira do meu brother Peccatore, cujos gostos e talentos fetichistas se assemelham aos meus. Ela topou e subiu de botas, e na hora percebi o seguinte, se eu estufar a barriga e ao mesmo tempo segurar o abdômen, minha musculatura protege o local lesionado. Fiquei muito feliz com a constatação, agradeci ao rápido trample e fui procurar minha Rainha para um trample mais Hard. Camille Subiu de sapatos, e me fez tirar enquanto me pisava, depois começou a caminhar por todo o meu corpo, e quando chegava no rosto colocava todo seu peso em um dos pés enquanto esfregava a sola do outro no meu nariz e nos meus lábios. Depois me fez lamber suas solas preciosas.
Uma morena novata que assistia ao nosso pequeno show pediu para me pisar também, e subiu toda malvada, sem pena, pisou o quanto quis. Passado isso, Julio me apresentou uma menina estrangeira de coleira que pensei na hora ser sua escrava, até agora não sei se isso procede ou não.
No segundo piso, no quarto do X, rolava um Spanking bem hard, um mestre batia sem dó na sua escrava, na sala ao lado, uma linda morena jogava sinuca e nos intervalos das encaçapadas tinha suas botas lustradas pela língua de um podo. No primeiro andar, numa espécie de varanda interna, Camille Dame fazia um belo trample no Marcelo Podo, eu fui até ela porque um novato no nosso meio, um rapaz de 18 anos, estava tímido e queria beijar um pezinho pela primeira vez, e nada como se iniciar com os belos e perfeitos pés da Camille. Ela levantou a perna e sensualmente ofereceu o peito do pé pro beijo, ele se ajoelhou e o beijou carinhosamente. Rainha Camille ainda faria um espetacular trample com Peccatore no final da noite, foi assim, ela ficava de pé em cima dele e se jogava com todo o peso, caindo sentada sobre seu corpo. Fizeram isso inúmeras vezes até o rapaz pedir água.Mas antes disso aconteceu aquilo que eu já esperava, Alessandro me convocando para um trample com a menina cujo scarpin tinha o salto fino mais alto da festa, e queria ver mais Rainhas subindo junto. Fomos lá pra tal salinha do X, pedimos licença pra multidão que assistia a uma outra play, e me deitei no chão. A tal Rainha subiu de salto, fiz cara de quem é forte e agüentei pra caramba, e depois de alguns minutos, e para meu alivio, ela pediu que eu tirasse seus sapatos assassinos. Descalça pode fazer o que bem quis, chutou, pulou, pisou no meu rosto, ouviu dicas da Rainha Psique de como se pula e assim o fez, e ainda contou com a ajuda de uma outra morena, que resolveu subir junto e me pisar ao mesmo tempo, ficando assim por alguns bons minutos, aí subiu a Rainha Psique, que pulou muito, aqueles saltos altíssimos, que perdi a conta de quantos. Ao descer mais duas mulheres subiram, lembro de uma ruivinha que me destruiu como nenhuma outra, ela veio de salto, acho que seu sapato era branco, lembro de sentir todo seu peso distribuído no calcanhar, depois de ambos os sapatos me pisoteando o rosto, e ainda enfiando os saltos na minha boca. Depois os tirou e me fez sentir o cheiro de sua sola, ela posicionou o pé de uma maneira que a sola tapava meus lábios e os dedos ficam quase dentro das minhas narinas, obrigando-me assim a inalar todo odor de seus pezinhos suados. Quando se cansou e desceu de cima de mim, obrigou-me a recolocar seus sapatos e saiu sem se despedir. Mais tarde, no primeiro piso, em frente ao bar, eu vi essa mesma Rainha ruiva obrigando alguém – se não me falha a memória o Fagundes – a cheirar e a lamber suas solas, lembro de sua postura autoritária e seu olhar de superioridade. O que não lembro é de ter visto essa Rainha em outras festas, mas posso dizer uma coisa, talento e experiência ela tem.
Ainda me lembro do Júlio se deitando ao meu lado e sendo pisado junto comigo por uma morena que não sei o nome. Lembro de Athena e Psique tendo os pezinhos massageados, ou beijados, e não lembro de ter visto o Mário fazendo play.
Saímos de lá por volta das cinco da manhã e muitos ainda se divertiam pra valer.
Julio e Cia, meus parabéns, taí um evento que posso chamar de perfeito!

Tanto eu como todos os mortais e sobreviventes, aguardamos com ansiedade a próxima festa. Mais uma vez obrigado pelo carinho de todos, até breve!

O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte.” Friedrich Nietzsche

8.6.15

Fetish Lab - Albergue - 1 ano - Sexta-Feira



Meus amigos fetichistas,

Com muitas surpresas e querendo mais uma vez surpreender, chega até vocês à esperada edição de um ano da “FETISH LAB – ALBERGUE”, em um novo e diferente espaço para nossas práticas de BDSM, o Albergue da Matriz, localizado na Rua Henrique de Novaes 71, Botafogo - RJ.
 Mantendo a proposta de trazer a mais alta qualidade musical e de muita variedade em performances, esse evento promete divulgar para um amplo público todas os prazeres das nossas noites fetichistas, enriquecendo e ampliando cada vez mais o BDSM na nossa cidade.
A Fetish Lab vem também lotada de belas performances de trample, Shibari, Poney play, Bondage, Spanking, Velas e muito mais, tudo isso ao empolgante som fetichista de Dj DvogT ( DDK, Bazar Noir ), Kleber Tuma, Ivy e Suirá, todos mandando  o que tem de melhor no Rock and Roll, Classic Rock, Industrial, Gothic e outros.
Teremos ainda Shots servidos A LÁ FETISH LAB, Sorteios, LAB GIRLS maltratando, pisando e torturando quem tiver coragem, e filmes de terror a noite toda! Então salve a data! 12 de JUNHO, sexta feira, WE ARE ALIVE!

Preço: 25 Reais colocando nome na lista e chegando até 1:00 da madrugada. Sem nome e após isso, 35 Reais.